Atletismo

GEL DE CARBOIDRATO, COMO FUNCIONA, PORQUE E COMO USAR

O Gel de Carboidrato é um suplemento no formato de sachê utilizado para fornecer energia durante o exercício e ajuda a promover a recuperação.

O consumo de Gel de Carboidrato se tornou muito popular entre os atletas durante corridas mais longas como meias maratonas e maratonas. Isto ocorreu desde que a nutrição esportiva passou a compreender especificamente como o glicogênio é usado junto com o funcionamento dos músculos.

Neste artigo vamos descrever como o gel de carboidrato funciona e ajudá-lo a entender quando e com que frequência você deve utilizar o gel de carboidrato para garantir o máximo desempenho e abastecimento ideal no dia da corrida.

COMO FUNCIONA O GEL DE CARBOIDRATO

Seu corpo utiliza duas fontes primárias de combustível para alimentar os músculos quando você está praticando algum tipo de atividade esportiva – Gordura e Carboidratos.

A gordura é um recurso abundante para ser transformado em energia, o problema é que a conversão da gordura em energia ocorre muito lentamente, tornando-se uma fonte de combustível ineficaz.

Portanto, seu corpo depende de carboidratos como fonte primária de combustível nos treinos. Geralmente, quanto mais rápido você corre, maior a porcentagem de seu combustível virá de carboidratos.

O problema com o carboidrato é que só pode armazenar uma quantidade limitada em nossos músculos. É ai que entra o Gel de Carboidrato!

POR QUE USAR GEL DE CARBOIDRATO?

Em síntese, o gel de carboidrato ajudar a repor o glicogênio e calorias que você está queimando em treinos fortes e longos. O consumo de carboidratos de rápida absorção durante a corrida fornece glicose e permite a continuidade da atividade, retardando a fadiga.

QUANDO USAR GEL DE CARBOIDRATO?

Cada pessoa absorve e processa os carboidratos de forma diferente – alguns podem sentir o efeito dentro de três minutos, enquanto outros podem levar até 15 minutos.

A sugestão de alguns nutricionistas é tomar o seu primeiro gel em por volta de 45 a 60 minutos, dependendo de quão bem você reage ao gel no treino.

QUANTAS VEZES TOMAR O GEL DE CARBOIDRATO?

As marcas de Gel de Carboidrato possuem concentrações variadas de carboidratos, vitaminas e minerais. Alguns também contém cafeína, que é um estimulante energético.

Sempre tome o gel de carboidrato com água, nunca sozinho e nunca com uma bebida esportiva. Sem água, o gel de carboidrato levará mais tempo para digerir e entrar na corrente sanguínea.

Se você tomar um gel de carboidrato com uma bebida esportiva, você corre o risco de ingerir muito açúcar simples ao mesmo tempo.

Os efeitos podem variar conforme a dieta. Se ela for balanceada, os resultados serão melhores e é por isto que é muito importante o acompanhamento de um nutricionista.

Uma opção indicada é consumi-los da seguinte maneira:

Exercícios/Competições de até 1 hora: Apenas água
Duração de 1h30min: 1 Sachê de Gel a cada 45 minutos
Duração de 2 horas: 1 Sachê a cada 30 minutos (a partir dos 40 minutos)
Duração de 3 horas: 1 Sachê a cada 25 minutos (a partir dos 40 minutos)
Duração de 4 horas: 1 Sachê a cada 20minutos (a partir dos 40 minutos)
Lembre-se: É importante ter o acompanhamento de um profissional, para saber a dose certa a ser consumida.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Com o avanço da medicina esportiva e um melhor entendimento de como o corpo utiliza as fontes de energia, descobriu-se que o consumo deste tipo de suplemento é muito indicado para atividades intensas e longas.

Fonte: Docedieta.com

Voo para história! Ricardo Costa leva o ouro no salto em distância para cegos

Por Cahê Mota e Carol Fontes Rio de Janeiro

Pulo no escuro e para história. Ricardo Costa é o primeiro brasileiro a conquistar medalha de ouro nos Jogos Paralímpicos do Rio. Cego por conta da Doença de Stargardt, que causa perda da visão de forma degenerativa, o sul-mato-grossense de Três Lagoas se tornou campeão paralímpico do salto em distância T11 em prova cheia de emoção na manhã desta quinta-feira. Líder na maior parte do tempo, foi ultrapassado pelo americano Lex Gillete no penúltimo salto, mas manteve a frieza para fazer 6.52m na tentativa derradeira e liberar o barulho até então proibido para o torcedor presente no Estádio Olímpico. Ruslan Katyshev, da Ucrânia, ficou com o bronze.

Feliz com prata, Odair tem em recurso a esperança de ouro inédito: “Sonho”

Por Fabrício Marques e Matheus Tibúrcio Rio de Janeiro

Responsável pela primeira medalha do Brasil nos Jogos Paralímpicos Rio 2016, Odair Santos saiu do Engenhão, na manhã desta quinta-feira, com a prata nos 5.000m na classe T11. Porém, um recurso contra o vencedor da prova, o queniano Samuel Kimani, conduzido pelo Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) e por outros países, deu esperanças ao brasileiro de alcançar algo inédito na carreira. Agora dono de oito medalhas em Paralimpíadas, Odair pode vir a ser campeão paralímpico pela primeira vez caso o rival seja desclassificado. O protesto segue em análise, mas o fundista afirma ao menos estar contente com a prata já garantida.

História Completa da Corrida de São Silvestre

Cásper Líbero, um jornalista e advogado paulista milionário que fez fortuna no início do século XX no setor de imprensa, fez uma viagem a Paris e de lá voltou maravilhado com uma corrida realizada à noite, em que os corredores carregavam tochas ao longo do percurso.Entusiasta do esporte e decidido a promover algo semelhante no Brasil, criou uma corrida noturna a ser realizada no último dia do ano de 1925. Estava fundada a Corrida de São Silvestre, que recebeu esse nome em homenagem ao santo do dia.

Em sua primeira edição, de 60 inscritos 48 compareceram para disputar a prova e apenas 37 foram oficialmente classificados, já que as regras exigiam que todos os corredores cruzassem a linha de chegada no máximo 3 minutos após a chegada do vencedor. O primeiro vencedor foi o jogador de futebol Alfredo Gomes, que completou os 8,8 km do percurso em 33:21.[6] Inicialmente aceitando apenas a participação de brasileiros natos, nos anos seguintes a inscrição foi permitida a estrangeiros morando no Brasil, o que permitiu ao italiano Heitor Blasi, radicado em São Paulo, ser convidado a disputá-la e vencer duas das primeiras edições da prova, em 1927 e 1929.[5] Sem grande experiência na organização deste tipo de evento, as primeiras edições impediam os corredores de beberem qualquer tipo de líquido durante a prova, e os atletas muitas vezes nela competiam com os próprios sapatos que usavam para treino no dia a dia e roupas que acumulavam suor.[5]

Ao contrário de outros eventos desportivos tão ou mais antigos, a Corrida de São Silvestre nunca deixou de realizar-se, nem mesmo durante a Revolução Constitucionalista de 1932 ou a Segunda Guerra Mundial.

A partir de 1945, com o fim da guerra, ela passou a contar com a participação de estrangeiros, mas apenas para corredores convidados provenientes de outros países daAmérica do Sul. O sucesso das duas primeiras edições internacionais, no entanto, levou os organizadores a permitirem a participação de corredores de todo o mundo a partir de 1947. Este ano marcou o início de período de 34 anos durante o qual nenhum brasileiro venceria a prova, o que se encerrou somente quando o garçom pernambucano José João da Silva venceu a edição de 1980, feito que repetiria em 1985.

Emil Zátopek, a Locomotiva Humana, vencedor em 1953.

A corrida permaneceria restrita a homens até 1975, quando as Nações Unidas declararam aquele ano como o Ano Internacional da Mulher. Os organizadores da São Silvestre aproveitaram o momento para realizar a primeira corrida feminina no mesmo ano.O evento feminino começou já com livre participação internacional, e a primeira mulher a vencê-lo foi a alemã-ocidental Christa Vahlensieck, o que fez duas vezes seguidas. A primeira vitória brasileira ocorreria somente vinte anos depois, quando a brasiliense Carmem de Oliveira venceu em 1995.

Além de Tergat e Rosa Mota, outros grandes campeões na história da São Silvestre são o belga Gaston Roelants, recordista mundial e campeão olímpico dos 3.000 m c/ obstáculos em Tóquio 1964 e o equatoriano Rolando Vera, os dois quatro vezes vencedores da prova, sendo Vera o único a vencê-la por quatro vezes consecutivas entre os homens, nos anos 1980. A queniana Lydia Cheromei a venceu três vezes entre 1999 e 2004.

Já famosa em toda a América Latina e na Europa desde 1953, quando a presença e a vitória do multicampeão olímpico tcheco Emil Zatopeka transformou num evento realmente internacional de ponta,em 1970 a São Silvestre começou a chamar a atenção da imprensa especializada dos Estados Unidos, quando o norte-americano Frank Shorter, futuro campeão olímpico da maratona em Munique 1972, veio ao Brasil e a venceu. A vitória de Shorter provocou uma posterior invasão de corredores americanos na prova, que veria Dana Slater ser bicampeã entre as mulheres em 1978–79 e o fundista Herb Lindsay vencê-la em 1979, ano em que a vitória no masculino e no feminino pertenceu aos Estados Unidos, feito nunca mais repetido.[8] O Brasil repetiria o mesmo feito na edição de 2006, com a vitória de Franck Caldeira no masculino e Lucélia Peres no feminino.

Até 1988, a corrida era realizada à noite, geralmente iniciando-se às 23:30, de forma que os primeiros classificados cruzavam a linha de chegada por volta da meia-noite, mas o ano de 1989 foi marcado por sensíveis modificações no formato do evento. O objetivo era cumprir as determinações da Federação Internacional de Atletismo – IAAF. O horário de início da corrida foi alterado, passando às 15 horas para mulheres e às 17 horas para homens; a distância a ser percorrida, que variava quase que anualmente (geralmente entre 6,5 e 8,8 km) foi definitivamente fixada em 15 km em 1991, o mínimo exigido pelas regras da Federação. Em 1989, a São Silvestre foi oficialmente reconhecida e incluída no calendário internacional da IAAF.

Milhares de corredores anônimos cruzam a linha de chegada da 87ªSS em 2011.

Em 2011, pela primeira vez desde sua criação, a São Silvestre teve o tradicional local de chegada alterado. Ao invés da Avenida Paulista, ela passou a ser no Parque do Ibirapuera. A modificação viu a queniana Priscah Jeptoo, vice-campeã olímpica da maratona em Londres 2012, vencer a prova feminina em 48:48, recorde e a primeira vez que uma mulher completou os 15 km da São Silvestre em menos de 50 minutos.Esta edição também assistiu a uma das maiores tragédias da história da corrida, com a morte do atleta paraolímpico Israel Cruz de Barros, que, disputando a divisão de cadeira de rodas, perdeu o controle na descida da Rua Major Natanael, de acentuado declive, e chocou-se com o muro em volta do Estádio do Pacaembu, morrendo no hospital.

Crescendo e sendo prestigiada através dos anos não apenas por atletas de elite mas também pelos corredores amadores, os números da São Silvestre fazem dela a maior corrida de massas da América do Sul, também em quantidade. Os 48 participantes da edição inicial em 1925 transformaram-se em cerca de 2 mil ainda no fim da década de 50, mais de 10 mil por edição nos anos 80, até alcançar um recorde de cerca de 25 mil participantes na edição de 2011.

Além do prestígio nacional e internacional, financeiramente a São Silvestre também compensa para seus campeões: em 2013, o vencedor recebeu R$60 mil (US$30 mil), o segundo colocado R$35 mil (US$17 mil) e o terceiro colocado R$20 mil (US$10 mil).

Vencedores em 89 Anos de São Silvestre

Ano Homens Equipe Tempo Mulheres Equipe Tempo Referência
1925 Brasil Alfredo Gomes São Paulo Clube Espéria 33:21
1926 Brasil Jorge Mancebo São Paulo Clube de Regatas Tietê 22:35
1927 Itália Heitor Blasi [i] São Paulo Clube Espéria 23:00
1928 Brasil Salim Maluf São Paulo Associação Athlética Palmeiras 29:11
1929 Itália Heitor Blasi [i] São Paulo Societá Palestra Itália 28:39
1930 Brasil Murilo de Araújo São Paulo Voluntários da Pátria 25:35
1931 Brasil José Agnello São Paulo Club Athletico Paulistano 26:05
1932 Brasil Nestor Gomes São Paulo Club Athletico Paulistano 25:23
1933 Brasil Nestor Gomes São Paulo Club Athletico Paulistano 25:50
1934 Brasil Alfredo Carletti São Paulo Club Athletico Franco Brasileiro 24:10
1935 Brasil Nestor Gomes São Paulo Club Athletico Paulistano 23:51
1936 Brasil Mario de Oliveira São Paulo Clube Atlético Guarulhense 23:26
1937 Brasil Mario de Oliveira São Paulo Clube Atlético Guarulhense 23:50
1938 Brasil Armando Martins São Paulo Associação Atlética Guarani 23:38
1939 Brasil Luiz Del Greco São Paulo Associação Atlética Guarani 24:36
1940 Brasil Antônio Alves 22:56
1941 Brasil José Tibúrcio dos Santos 22:09
1942 Brasil Joaquim Gonçalves da Silva 21:23
1943 Brasil Joaquim Gonçalves da Silva 22:06
1944 Brasil Joaquim Gonçalves da Silva 22:09
Fase Nacional (só masculino)
1945 Brasil Sebastião Alves Monteiro São Paulo Associação Atlética Guarani 23:38
1946 Brasil Sebastião Alves Monteiro 22:09
1947 Uruguai Oscar Moreira 21:45
1948 Chile Raul Inostroza 22:18
1949 Finlândia Viljo Heino 22:45
1950 Bélgica Lucien Theys 22:37
1951 Alemanha Erich Kruzicky 22:26
1952 Jugoslávia Franjo Mihalic 21:38
1953 Tchecoslováquia Emil Zatopek 20:30
1954 Jugoslávia Franjo Mihalic 23:00
1955 Reino Unido Kenneth Norris 22:18
1956 Portugal Manuel Faria 21:58
1957 Portugal Manuel Faria 21:37
1958 Argentina Osvaldo Suárez 21:40
1959 Argentina Osvaldo Suárez 21:55
1960 Argentina Osvaldo Suárez 22:02
1961 Reino Unido Martin Hyman 21:24
1962 França Hamoud Ameur 22:08
1963 Bélgica Henry Clerckx 21:55
1964 Bélgica Gaston Roelants 21:37
1965 Bélgica Gaston Roelants 21:20
1966 Colômbia Álvaro Mejía Florez 29:57
1967 Bélgica Gaston Roelants 24:55
1968 Bélgica Gaston Roelants 24:32
1969 México Juan Martinez 24:02
1970 Estados Unidos Frank Shorter 24:27
1971 México Rafael Tadeo Palomares 23:47
1972 Colômbia Víctor Mora 23:24
1973 Colômbia Víctor Mora 23:25
1974 Costa Rica Rafael Angel Perez 23:58
1975 Colômbia Víctor Mora 23:13 Alemanha Ocidental Christa Vahlensieck 28:39
1976 Chile Edmundo Warnke 23:50 Alemanha Ocidental Christa Vahlensieck 28:36
1977 Colômbia Domingo Tibaduiza 23:55 Dinamarca Loa Olafsson 27:15
1978 França Radhouane Bouster 23:51 Estados Unidos Dana Slater 28:55
1979 Estados Unidos Herb Lindsay 23:26 Estados Unidos Dana Slater 29:07
1980 Brasil José João da Silva São Paulo São Paulo Futebol Clube 23:40 Alemanha Ocidental Heidi Hutterer 27:48
1981 Colômbia Víctor Mora 23:30 Portugal Rosa Mota 26:45
1982 Portugal Carlos Lopes 39:41 Portugal Rosa Mota 47:21
1983 Brasil João da Mata de Ataíde Minas Gerais Clube Atlético Mineiro 37:39 Portugal Rosa Mota 43:31
1984 Portugal Carlos Lopes 36:43 Portugal Rosa Mota 43:35
1985 Brasil José João da Silva São Paulo São Paulo Futebol Clube 36:48 Portugal Rosa Mota 43:00
1986 Equador Rolando Vera 36:45 Portugal Rosa Mota 43:25
1987 Equador Rolando Vera 39:02 Equador Martha Tenorio 46:27
1988 Equador Rolando Vera 36:23 Portugal Aurora Cunha 42:12
1989 Equador Rolando Vera 36:45 México María Del Carmen Díaz 43:52
1990 México Arturo Barrios 35:57 México María Del Carmen Díaz 43:16
1991 México Arturo Barrios 44:47 México María Luisa Servín 54:02
1992 Quénia Simon Chemoiywo 44:08 México María Del Carmen Díaz 54:00
1993 Quénia Simon Chemoiywo 43:20 Quénia Hellen Kimaiyo 50:26
1994 Brasil Ronaldo da Costa 44:11 Etiópia Derartu Tulu 51:17
1995 Quénia Paul Tergat 43:12 Brasil Carmem Oliveira 50:53
1996 Quénia Paul Tergat 43:50 Brasil Roseli Machado 52:32
1997 Brasil Émerson Iser Bem 44:40 Equador Martha Tenorio 52:04
1998 Quénia Paul Tergat Quénia Fila 44:47 Jugoslávia Olivera Jevtić Jugoslávia Fila Team 51:35
1999 Quénia Paul Tergat Quénia Kenya 44:35 Quénia Lydia Cheromei Quénia Kenya 51:29
2000 Quénia Paul Tergat Quénia Kenya 43:57 Quénia Lydia Cheromei Quénia Kenya 50:33
2001 Etiópia Tesfaye Jifar 44:15 Brasil Maria Zeferina Baldaia 52:12
2002 Quénia Robert Kipkoech Cheruiyot 44:59 Brasil Marizete de Paula Rezende 54:02
2003 Brasil Marílson Gomes dos Santos 43:50 Quénia Margaret Okayo 51:24
2004 Quénia Robert Kipkoech Cheruiyot 44:43 Quénia Lydia Cheromei 53:01
2005 Brasil Marílson Gomes dos Santos 44:22 Sérvia e Montenegro Olivera Jevtić 51:38
2006 Brasil Franck Caldeira 44:06 Brasil Lucélia Peres 51:24
2007 Quénia Robert Kipkoech Cheruiyot 44:43 Quénia Alice Timbilili 51:24
2008 Quénia James Kipsang 44:43 Etiópia [[Yimer Wude Ayalew]] 51:37
2009 Quénia James Kipsang 44:40 Quénia Pasalia Chepkorir 52:30
2010 Brasil Marílson Gomes dos Santos 44:03 Quénia Alice Timbilili 50:19
2011 Etiópia Tariku Bekele 43:35 Quénia Priscah Jeptoo 48:48
2012 Quénia Edwin Kipsang 44:04 Quénia Maurine Kipchumba 51:41
2013 Quénia Edwin Kipsang 43:48 Quénia Nancy Kipron 51:58
2014 Etiópia Dawit Admasu 45:04 Etiópia Yimer Wude Ayalew 50:43
2015

 

 

Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Corrida_Internacional_de_S%C3%A3o_Silvestre

Aprenda a identificar os sinais de cansaço

Por camilabrogliato

É tanta coisa na rotina diária que muitas vezes ignoramos aquela “dorzinha leve”, a falta de apetite, a insônia ou aquela puxada na panturrilha. Você sabe reconhecer os sinais de cansaço que o seu corpo envia?

Frases de superação como “Dor é inevitável, desistir é opcional” ou “Dor é sinal de que seu músculo está trabalhando” (entre tantas outras espalhadas por aí) podem até ajudar no quesito motivação… mas lesões mais sérias podem acontecer se o atleta ignorar os sinais de cansaço e continuar treinando.

Não podemos esquecer que cada um tem limites diferentes. O desafio, portanto, é descobrir como dosar seus treinos, respeitar os sinais de cansaço e não forçar além da conta. E claro, descansar. Fique atento aos exageros que fazem mal à sua saúde. A seguir, veja alguns sintomas que o corpo envia quando algo está errado:

Lesões constantes
Suportar uma dor e seguir em frente (ignorando os sinais de cansaço do corpo) pode parecer um ato heroico. Mas, atenção: mesmo que você consiga superar a dor, todas as lesões relacionadas ao esporte devem ser investigadas e tratadas. Maquiar dores crônicas e persistentes com remédios anti-inflamatórios, por exemplo, não é indicado. Pare até descobrir o motivo do incômodo.

Insônia e distúrbios no sono
Preste atenção ao seu sono. Falta de sono ou problemas para dormir não são eventos isolados. Quem dorme pouco tem seu rendimento atrapalhado, além de ficar mais estressado durante o dia. Para dormir melhor, evite cafeína de forma exagerada, açúcar e bebidas energéticas– que só aumentam a sensação de cansaço do corpo. Se a insônia persistir, procure um médico.

Overtraining
Exercícios intensos e pouco tempo para a recuperação podem provocar overtraining. Os sintomas vão desde a sensação de fadiga generalizada às dores que não vão embora, insônia, irritabilidade, perda de motivação, gripes e resfriados frequentes, calafrios e até batidas irregulares do coração. Se, após exercícios intensos, o seu coração estiver acelerado demais mesmo em repouso e demorar muito a voltar ao normal, você pode estar em overtraining.

Cuidados
Se sentir algum desses sintomas, considere uma pausa nos treinos e concentre-se na recuperação com descanso, mais horas de sono e melhor alimentação. Para saber como está seu coração, procure um médico. Invista também em um monitor de frequência cardíaca, para verificar as batidas do coração em repouso e em atividade.

A sugestão dos especialistas é estar atento ao fortalecimento dos músculos, caprichar no alongamento após os exercícios, no aquecimento, no repouso, e em técnicas para melhorar o movimento muscular durante as pedaladas.

(Fontes: Dr. Rogério Teixeira, ortopedista e traumatologista especialista em medicina esportiva, membro da Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor -SBED).

Mulher de 92 anos bate recorde ao finalizar maratona em San Diego

Por Gazeta News

Uma mulher de 92 e 65 dias anos conseguiu entrar no livro dos recordes no dia 31 de maio, ao se tornar a mulher mais velha do mundo a finalizar uma maratona. Harriette Thompson, de Charlotte, na Carolina do Norte, cruzou a linha de chegada da Rock ‘n’ Roll Marathon, em San Diego, na Califórnia, com o tempo de 7h24m36s. Com 92 anos, a nova recordista superou Gladys Burrill, que completou a Maratona de Honolulu, em 2010, quando tinha 92 anos e 19 dias em 9m53min16s.idosa maratonista

Esta foi a 16ª participação de Harriette na Rock’n’ Roll Marathon e a mais difícil, segundo ela, que durante toda a maratona foi acompanhada de seu filho de 56 anos, Brenny. “É sempre difícil, mas este ano foi um ano ruim para mim”, disse ela, mãe de cinco filhos, acrescentando que seu marido morreu em janeiro, após uma doença prolongada e ela lutou contra uma infecção em uma de suas pernas. “Eu não pude treinar muito bem porque meu marido (de 90 anos) esteve muito doente e eu tinha que estar sempre com ele. Depois que ele morreu, de câncer, em janeiro, eu tive que cuidar das minhas pernas (fez tratamento de radiação para carcinoma). Eu estava realmente emocionada quando terminei a prova hoje”.

Pianista de formação clássica, que já se apresentou três vezes no Carnegie Hall, em Nova York, Harriette diz que, para vencer os 42km da prova, vai mentalizando as peças para piano que conhece. A maratonista começou a correr aos 76 anos, depois que um membro de sua igreja perguntou se ela queria participar da maratona e ajudar a arrecadar fundos para combater a leucemia e linfoma. “Naquela época, eu tinha perdido várias pessoas na minha família para câncer e eu disse: ‘Oh, talvez eu devesse fazer isso’”, conta ela. “No primeiro ano, eu só planejava caminhar, mas como todo mundo estava correndo, resolvi começar a correr com eles”.

Desde que começou a contribuir com a Sociedade de Leucemia e Linfoma, Harriette já conseguiu arrecadar mais de $100 mil dólares. A única vez que não participou de uma prova foi quando teve que se tratar de um câncer.  Ela acrescentou que gosta de arrecadar dinheiro para pesquisas de tratamento contra o câncer e que outros corredores a tem ajudado a se manter saudável: “Eu não acho que eu estaria viva se eu não fizesse isso”, avaliou. Fonte: Associated Press.

Mulheres sub-9: quem são os mais rápidos da história em Iron distance?

 

Por Wagner Araújo, com contribuição John Levison, tri247.com

Oito horas parece ser um limite intransponível para os triatletas amadores que se aventuram em um Ironman. Apenas um seleto grupo dos maiores triatletas de todos os tempos conseguem entrar nessa lista. Entre as mulheres, esse limite, tipicamente, é assumido como nove horas de prova.

Desde o final da década de 90, quando Peter Reid, Luc Van Lierde, Jurgen Zack, Lothar Leder assombraram o mundo do nadapedalacorre com tempos abaixo das 8 horas, esse número permaneceu como meta para muitos outros atletas. Inusitadamente, dos 37 tempos na lista masculina abaixo de 8h, apenas 7 aconteceram entre 2000 e 2009, uma década inteira de tempos modestos.

Entre as mulheres, apenas 19 dos 103 tempos abaixo das 9 horas foram alcançados antes de 2008, quando começou a era Chrissie Wellington que, definitivamente, mudou o padrão das competições femininas de iron distance em todo o mundo.

Chrissie Wellington ainda detém o recorde @challenge

Chrissie Wellington ainda detém o recorde @challenge

Os grandes pioneiros desse clube foram a holandesa Thea Sybema, em 1991; e o alemão Lothar Leder, em 1996. Ambos conquistaram a façanha no rápido percurso de Roth, que à época sediava o Ironman Europa, e hoje é a casa do Challenge Roth, maior prova iron distance do mundo. E por falar em Roth, a prova tem 19 dos 37 tempos masculinos sub-8 e 31 dos 103 tempos femininos sub-9, incluindo os dois mais rápidos: Andreas Raelert (ALE), em 2011: 7h41min33seg; e Chrissie Wellington (GBR), no mesmo ano: 8h18min13seg.

Todos os tempos sub-9h: Tabelas com os tempos femininos

# Nome País Local Ano Nat. Bike Cor. Total
1 Chrissie Wellington GBR Roth 2011 49:49 04:40:39 02:44:35 08:18:13
2 Chrissie Wellington GBR Roth 2010 50:28 04:36:33 02:48:54 08:19:13
3 Chrissie Wellington GBR Roth 2009 50:28 04:40:28 02:57:32 08:31:59
4 Chrissie Wellington GBR Port
Elizabeth
2011 51:40 04:45:23 02:52:54 08:33:56
5 Caroline Steffen SUI Melbourne 2012 53:29 04:35:29 03:01:22 08:34:51
6 Chrissie Wellington GBR Arizona 2010 51:56 04:47:06 02:52:55 08:36:13
7 Eva Wutti AUT Copenhagen 2013 52:55 04:39:58 03:00:51 08:37:36
8 Mirinda Carfrae AUS Roth 2014 55:24 04:46:48 02:53:27 08:38:53
9 Rebekah Keat AUS Roth 2009 50:21 04:50:10 02:55:28 08:39:24
10 Caroline Steffen SUI Roth 2013 51:45 04:42:21 03:03:07 08:40:35
11 Rachel Joyce GBR Roth 2014 52:43 04:43:11 03:03:21 08:42:25
12 Linsey Corbin EUA Klagenfurt 2014 53:02 04:47:02 02:56:52 08:42:42
13 Yvonne van Vlerken HOL Florida 2013 00:14 04:35:49 03:01:55 08:43:07
14 Mary Beth Ellis EUA Klagenfurt 2011 48:07 04:48:09 03:01:28 08:43:35
15 Rachel Joyce GBR Roth 2012 47:37 04:54:07 02:59:53 08:45:04
16 Yvonne van Vlerken HOL Roth 2008 53:47 04:54:11 02:54:22 08:45:48
17 Rachel Joyce GBR Melbourne 2012 52:34 04:44:57 03:05:02 08:46:09
18 Yvonne van Vlerken HOL Roth 2013 54:40 04:39:35 03:09:33 08:46:22
19 Erica Csomor HUN Roth 2008 53:37 04:54:10 02:55:54 08:47:05
20 Sandra Wallenhorst ALE Klagenfurt 2008 57:19 04:50:43 02:54:49 08:47:26
21 Catriona Morrison GBR Roth 2009 51:46 04:48:55 03:03:57 08:48:11
22 Caroline Steffen SUI Roth 2014 52:08 04:48:14 03:05:05 08:48:42
23 Leanda Cave GBR Arizona 2011 52:08 04:51:07 02:58:52 08:49:00
24 Ashley Clifford EUA Florida 2013 55:21 04:51:20 02:56:35 08:49:03
25 Rachel Joyce GBR Texas 2013 54:02 04:42:29 03:07:27 08:49:14
26 Simone Brändli SUI Klagenfurt 2014 45:51 04:57:15 03:01:14 08:49:16
27 Sonja Tajsich ALE Roth 2012 55:50 04:55:14 02:55:43 08:49:47
28 Bella Bayliss GBR Klagenfurt 2009 54:04 04:49:41 03:00:20 08:50:13
29 Paula Newby Fraser EUA Roth 1994 50:55 04:49:48 03:10:10 08:50:53
30 Eva Wutti AUT Barcelona 2013 02:39 04:46:37 02:57:57 08:51:01
31 Julia Gajer ALE Roth 2013 51:48 04:56:35 02:59:55 08:51:04
32 Erica Csomor HUN Klagenfurt 2011 52:06 04:53:59 02:59:53 08:51:11
33 Bella Bayliss GBR Klagenfurt 2008 53:11 04:48:12 03:04:49 08:51:17
34 Lori Bowden CAN Klagenfurt 2002 55:46 04:50:58 02:59:55 08:51:22
35 Chrissie Wellington GBR Frankfurt 2008 48:34 04:57:17 03:01:44 08:51:24
36 Yvonne van Vlerken HOL Florida 2012 01:26 04:40:20 03:04:45 08:51:35
37 Yvonne van Vlerken HOL Roth 2007 57:55 04:51:48 02:58:55 08:51:55
38 Rebekah Keat AUS Roth 2010 52:14 04:56:44 03:00:06 08:52:10
39 Mirinda Carfrae AUS Hawaii 2013 58:50 04:58:20 02:50:38 08:52:14
40 Caroline Steffen SUI Frankfurt 2012 48:58 04:52:34 03:06:52 08:52:33
41 Corinne Abraham GBR Frankfurt 2014 54:23 04:49:06 03:04:38 08:52:40
42 Rebekah Keat AUS Copenhagen 2011 49:33 04:54:41 03:05:02 08:52:42
43 Julia Gajer ALE Arizona 2013 53:24 04:51:46 03:02:02 08:52:49
44 Lisa Hütthaler AUT Klagenfurt 2014 52:05 04:48:55 03:07:26 08:53:20
45 Diana Riesler ALE Klagenfurt 2011 58:20 04:43:50 03:05:41 08:53:35
46 Jodie Swallow GBR Kalmar 2013 48:30 04:55:39 03:06:41 08:54:01
46 Kate Allen AUT Klagenfurt 2003 49:14 05:03:28 02:57:12 08:54:01
48 Chrissie Wellington GBR Hawaii 2009 54:31 04:52:06 03:03:05 08:54:02
49 Linsey Corbin EUA Arizona 2011 57:00 04:50:11 03:02:28 08:54:33
50 Rebekah Keat AUS Copenhagen 2010 50:21 04:48:04 03:13:09 08:54:36
51 Kelly Williamson EUA Texas 2014 51:49 05:03:51 02:54:46 08:54:42
52 Mary Beth Ellis EUA Texas 2012 53:32 04:45:52 03:11:09 08:54:58
53 Paula Newby Fraser EUA Roth 1992 50:49 04:50:09 03:14:02 08:55:00
54 Chrissie Wellington GBR Hawaii 2011 01:03 04:56:53 02:52:41 08:55:08
54 Lori Bowden CAN Forster/
Tuncurry
2000 56:42 04:51:40 03:06:46 08:55:08
56 Jessica Jacobs EUA Florida 2011 02:03 04:53:42 02:53:26 08:55:10
57 Paula Newby Fraser EUA Hawaii 1992 53:30 04:56:34 03:05:24 08:55:28
58 Thea Sybesma HOL Roth 1991 55:01 04:46:22 03:14:06 08:55:29
59 Meredith Kessler EUA Arizona 2013 50:14 04:45:33 03:16:05 08:55:47
60 Camilla Pedersen DIN Frankfurt 2013 48:08 04:54:20 03:09:29 08:56:01
61 Ines Estedt ALE Detern/
Jumme
1995 50:32 05:03:47 03:01:46 08:56:05
62 Heleen Bij de vaate HOL Klagenfurt 2011 58:54 04:52:16 02:59:40 08:56:12
63 Julia Wagner ALE Roth 2011 51:28 04:54:27 03:07:25 08:56:23
63 Irma Heeren HOL Almere 1999 00:48 04:59:47 02:55:48 08:56:23
65 Elizabeth Lyles EUA Frankfurt 2014 53:40 04:56:53 03:01:14 08:56:36
66 Sara Gross CAN Brasil 2014 55:47 04:49:42 03:06:11 08:56:41
66 Erica Csomor HUN Florida 2013 02:13 04:45:09 03:03:32 08:56:41
68 Katinka Wiltenburg HOL Almere 1996 55:29 05:00:39 03:00:49 08:56:57
69 Julia Gajer ALE Roth 2012 50:14 05:02:11 03:01:55 08:57:02
70 Sofie Goos BEL Klagenfurt 2014 52:06 04:54:32 03:05:43 08:57:08
71 Chrissie Wellington GBR Port
Macquarie
2009 50:48 05:03:01 02:59:15 08:57:10
72 Gina Ferguson NZL Roth 2008 48:52 05:01:42 03:03:08 08:57:18
73 Michelle Vesterby DEN Arizona 2013 53:30 04:42:57 03:16:43 08:57:24
74 Rachel Joyce GBR Hawaii 2013 54:09 04:55:25 03:03:37 08:57:28
75 Lucie Reed CZE Barcelona 2013 56:07 04:51:25 03:06:05 08:57:34
76 Thea Sybesma HOL Roth 1992 53:56 04:47:01 03:16:40 08:57:37
77 Catriona Morrison GBR Texas 2011 05:51:15 03:04:14 08:57:51
78 Yvonne van Vlerken HOL Almere 2007 58:30 04:45:49 03:09:11 08:57:54
79 Caroline Steffen SUI Melbourne 2014 52:03 04:56:38 03:04:44 08:57:57
79 Mirinda Carfrae AUS Hawaii 2011 57:17 05:04:16 02:52:09 08:57:57
81 Gina Crawford NZL Frankfurt 2014 49:21 04:56:01 03:07:37 08:58:06
82 Sandra Wallenhorst ALE Frankfurt 2009 54:22 04:54:02 03:05:33 08:58:08
82 Belinda Granger AUS Roth 2008 48:49 04:50:24 03:15:10 08:58:08
84 Paula Newby Fraser EUA Hawaii 1993 53:29 04:48:30 03:16:24 08:58:23
85 Kate Allen AUT Klagenfurt 2002 51:11 04:55:12 03:06:38 08:58:24
86 Joanna Lawn NZL Roth 2007 51:46 04:52:48 03:10:40 08:58:25
87 Mirinda Carfrae AUS Hawaii 2010 55:53 05:04:59 02:53:32 08:58:36
88 Nina Kraft ALE Frankfurt 2004 48:35 05:05:11 03:00:53 08:58:37
89 Jodie Swallow GBR Frankfurt 2013 46:09 04:50:36 03:17:40 08:58:43
89 Lucy Gossage GBR Barcelona 2012 57:30 04:55:47 03:02:57 08:58:43
91 Rebekah Keat AUS Roth 2011 51:27 04:51:05 03:13:51 08:59:22
92 Gina Ferguson NZL Busselton 2008 50:30 04:56:42 03:09:06 08:59:24
93 Erica Csomor HUN Klagenfurt 2013 51:57 04:58:03 03:04:04 08:59:31
93 Sue Latshaw EUA Roth 1997 52:44 04:55:52 03:10:55 08:59:31
95 Gina Crawford NZL Roth 2012 50:17 05:04:55 03:00:05 08:59:35
96 Yvonne van Vlerken HOL Roth 2014 59:24 04:42:17 03:14:40 08:59:36
97 Lori Bowden CAN Klagenfurt 2001 54:44 04:57:59 03:02:55 08:59:41
98 Erica Csomor HUN Roth 2009 53:16 04:54:37 03:08:29 08:59:42
99 Elizabeth Lyles EUA Busselton 2013 57:11 04:58:21 03:00:37 08:59:44
100 Sonja Tajsich ALE Klagenfurt 2009 56:32 04:49:05 03:09:05 08:59:45
100 Edith Niederfriniger ITA Klagenfurt 2008 49:05 05:04:17 03:01:16 08:59:45
102 Diana Riesler ALE Vichy 2013 56:30 04:44:29 03:14:10 08:59:48
103 Michi Herlbauer AUT Klagenfurt 2014 51:23 04:58:56 03:04:38 08:59:57

O melhor tempo de cada atleta:

Rank Melhor tempo Atleta Evento
1 08:18:13 Chrissie Wellington Challenge Roth 2011
2 08:34:51 Caroline Steffen Ironman Melbourne 2012
3 08:37:36 Eva Wutti Ironman Copenhagen 2013
4 08:38:53 Mirinda Carfrae Challenge Roth 2014
5 08:39:24 Rebekah Keat Challenge Roth 2009
6 08:42:25 Rachel Joyce Challenge Roth 2014
7 08:42:42 Linsey Corbin Ironman Austria 2014
8 08:43:07 Yvonne van Vlerken Ironman Florida 2013
9 08:43:35 Mary Beth Ellis Ironman Austria 2011
10 08:47:05 Erica Csomor Challenge Roth 2008
11 08:47:26 Sandra Wallenhorst Ironman Austria 2008
12 08:48:11 Catriona Morrison Challenge Roth 2009
13 08:49:00 Leanda Cave Ironman Arizona 2011
14 08:49:03 Ashley Clifford Ironman Florida 2013
15 08:49:16 Simone Brändli Ironman Austria 2014
16 08:49:47 Sonja Tajsich Challenge Roth 2012
17 08:50:13 Bella Bayliss Ironman Austria 2009
18 08:50:53 Paula Newby Fraser Ironman Europe 1994 (Roth)
19 08:51:04 Julia Gajer (nee Wagner) Challenge Roth 2013
20 08:51:22 Lori Bowden Ironman Austria 2002
21 08:52:40 Corinne Abraham Ironman European Champs 2014 (Frankfurt)
22 08:53:20 Lisa Hütthaler Ironman Austria 2014
23 08:53:35 Diana Riesler Ironman Austria 2011
24= 08:54:01 Kate Allen Ironman Austria 2003
24= 08:54:01 Jodie Swallow Ironman Kalmar, Sweden 2013
26 08:54:42 Kelly Williamson Ironman Texas 2014
27 08:55:10 Jessica Jacobs Ironman Florida 2011
28 08:55:29 Thea Sybesma Ironman Europe 1991 (Roth)
29 08:55:47 Meredith Kessler Ironman Arizona 2013
30 08:56:01 Camilla Pedersen Ironman European Champs 2013 (Frankfurt)
31 08:56:05 Ines Estedt Euro Champs – Detern/Jumme (1995)
32 08:56:12 Heleen Bij De Vaate Ironman Austria 2011
33 08:56:23 Irma Heeren Almere 1999
34 08:56:36 Elizabeth Lyles Ironman European Champs 2014 (Frankfurt)
35 08:56:41 Sara Gross Ironman Brasil 2014
36 08:56:57 Katinka Wiltenburg Almere 1996
37 08:57:08 Sofie Gooes Ironman Austria 2014
38 08:57:18 Gina Ferguson Challenge Roth 2008
39 08:57:24 Michelle Vesterby Ironman Arizona 2013
40 08:57:34 Lucie Reed Challenge Barcelona 2013
41 08:58:08 Belinda Granger Challenge Roth 2008
42 08:58:25 Joanna Lawn Challenge Roth 2007
43 08:58:37 Nina Kraft Ironman Frankfurt 2004
44 08:58:43 Lucy Gossage Challenge Barcelona 2012
45 08:59:31 Sue Latshaw Ironman Europe 1997 (Roth)
46 08:59:45 Edith Niederfriniger Ironman Austria 2008
47 08:59:57 Michi Herlbauer Ironman Austria 2014

Número de tempos sub-9h de cada atleta:

Atleta
Chrissie Wellington 9
Yvonne van Vlerken 7
Rebekah Keat 5
Erica Csomor 5
Rachel Joyce 5
Caroline Steffen 5
Paula Newby Fraser 4
Julia Gajer 4
Gina Crawford 4
Mirinda Carfrae 4
Lori Bowden 3
Bella Bayliss 2
Catriona Morrison 2
Kate Allen 2
Mary Beth Ellis 2
Sandra Wallenhorst 2
Sonja Tajsich 2
Thea Sybesma 2
Diana Riesler 2
Jodie Swallow 2
Eva Wutti 2
Linsey Corbin 2
Elizabeth Lyles 2
Belinda Granger 1
Camilla Pedersen 1
Edith Niederfriniger 1
Heleen Bij de vaate 1
Ines Estedt 1
Irma Heeren 1
Jessica Jacobs 1
Joanna Lawn 1
Katinka Wiltenburg 1
Leanda Cave 1
Lucy Gossage 1
Nina Kraft 1
Sue Latshaw 1
Lucie Reed 1
Ashley Clifford 1
Meredith Kessler 1
Michelle Vesterby 1
Kelly Williamson 1
Sara Gross 1
Simone Brändli 1
Lisa Hütthaler 1
Sofie Gooes 1
Michi Herlbauer 1
Corinne Abraham 1
Total 103

Anos quando ocorreram sub-9h:

Anos
1991 1
1992 3
1993 1
1994 1
1995 1
1996 1
1997 1
1998 0
1999 1
2000 1
2001 1
2002 2
2003 1
2004 1
2005 0
2006 0
2007 3
2008 9
2009 9
2010 5
2011 15
2012 10
2013 21
2014 15
(Total) 103

Locais onde ocorreram sub-9h:

Locais
Roth 31
Klagenfurt 19
Frankfurt 9
Hawaii 8
Arizona 6
Flórida 5
Texas 4
Almere 3
Copenhagen 3
Barcelona 3
Melbourne 3
Busselton 2
Detern/Jumme 1
Forster-Tuncurry 1
Kalmar 1
Vichy 1
Port Macquarie 1
Port Elizabeth 1
Brasil 1
(18 locais) 103

Países de origem das atletas que marcaram tempos sub-9h:

País de origem
GBR 25
ALE 15
EUA 15
HOL 13
AUS 9
AUT 7
HUN 5
NZL 4
CAN 3
SUI 3
DIN 2
CZE 1
ITA 1
103

Homens sub-8, quem são os mais rápidos da história em Iron distance?

Por Mundo Tri

Toda vez que algum atleta consegue um tempo abaixo das 8h, o assunto dos recordes ressurge. E quem detém a melhor marca Iron Distance é Andreas Raelert, com incríveis 7:41:33. Confira quem são todos os atletas sub-8h.

Todos os tempos sub-8h:

# Nome País Local Ano Nat. Bike Cor. Total
1 Andreas Raelert ALE Roth 2011 46:18 04:11:43 02:40:51 07:41:33
2 Marino Vanhoenacker BEL Klagenfurt 2011 46:49 04:15:36 02:39:24 07:45:49
3 Ivan Rana ESP Klagenfurt 2014 44:36 04:15:57 02:43:43 07:48:43
4 Luc Van Lierde BEL Roth 1997 44:51 04:28:47 02:36:49 07:50:27
5 Jurgen Zack ALE Roth 1997 49:35 04:14:52 02:47:15 07:51:42
6 Peter Reid CAN Klagenfurt 1999 48:28 04:25:08 02:35:21 07:51:56
7 Dirk Bockel LUX Roth 2013 46:05 04:15:05 02:48:41 07:52:01
8 Marino Vanhoenacker BEL Klagenfurt 2010 47:49 04:18:30 02:42:03 07:52:05
9 Rasmus Henning DIN Roth 2010 46:57 04:23:25 02:39:43 07:52:36
10 Victor Del Corral ESP Florida 2013 55:23 04:15:15 02:37:29 07:53:12
11 Chris McCormack AUS Roth 2007 49:45 04:16:31 02:45:12 07:54:23
12 Christian Kramer ALE Klagenfurt 2014 44:30 04:18:26 02:46:46 07:54:31
13 Sebastian Kienle ALE Frankfurt 2014 49:40 04:12:13 02:49:35 07:55:14
14 Andrew Starykowicz EUA Florida 2013 49:53 04:02:17 02:58:18 07:55:22
15 Brent McMahon CAN Arizona 2014 47:25 04:21:21 2:43:29 07:55:48
16 Michael Gohner ALE Roth 2009 50:30 04:21:25 2:41:17 7:55:53
17 Timo Bracht ALE Roth 2014 48:58 04:19:59 02:44:32 07:56:00
17 Jurgen Zack ALE Roth 1999 50:59 04:14:16 02:48:10 07:56:00
19 Lothar Leder ALE Roth 1997 47:32 04:25:45 02:43:22 07:56:39
20 Lothar Leder ALE Roth 1996 49:33 04:24:06 02:43:23 07:57:02
21 Sebastian Kienle ALE Roth 2011 49:58 04:12:46 02:52:01 07:57:06
22 Thomas Hellriegel ALE Roth 1997 49:39 04:14:45 02:52:57 07:57:21
23 Michael Weiss AUT Klagenfurt 2011 52:52 04:16:25 02:42:27 07:57:40
24 Craig Alexander AUS Melbourne 2012 50:33 04:24:43 02:38:46 07:57:44
25 Jan van der Marel HOL Almere 1999 52:17 04:24:28 02:41:01 07:57:46
26 Chris McCormack AUS Roth 2004 47:59 04:26:54 02:40:23 07:57:50
27 Thomas Hellriegel ALE Roth 1999 48:57 04:16:04 02:49:51 07:57:50
28 Filip Ospaly CZE Florida 2013 48:06 04:23:53 02:41:17 07:58:44
29 Chris McCormack AUS Roth 2005 47:33 04:23:07 02:45:33 07:58:45
30 Faris Al Sultan ALE Roth 2004 45:45 04:24:04 02:45:57 07:58:57
31 Sebastian Kienle ALE Roth 2010 52:15 04:14:07 02:50:17 07:59:06
32 Timo Bracht ALE Frankfurt 2009 47:45 04:24:51 02:43:06 07:59:15
33 Eneko Llanos ESP Arizona 2011 48:47 04:20:55 02:46:09 07:59:38
34 Ronnie Schildknecht SUI Florida 2011 51:18 04:19:55 02:43:47 07:59:42
35 Andreas Raelert ALE Klagenfurt 2013 44:25 04:30:40 02:40:07 07:59:51
36 Chris McCormack AUS Frankfurt 2008 44:38 04:26:17 02:45:46 07:59:55
37 Eneko Llanos ESP Frankfurt 2013 46:10 04:25:32 02:44:12 07:59:58
38 James Cunnama RSA Roth 2012 47:41 04:29:34 02:40:06 07:59:59

O melhor tempo de cada atleta:

Rank Melhor tempo Atleta Evento
1 07:41:33 Andreas Raelert Challenge Roth 2011
2 07:45:59 Marino Vanhoenacker Ironman Austria 2011
3 07:48:43 Ivan Rana Ironman Austria 2014
4 07:50:27 Luc Van Lierde Ironman Europe 1997 (Roth)
5 07:51:42 Jurgen Zack Ironman Europe 1997 (Roth)
6 07:51:56 Peter Reid Ironman Austria 1999
7 07:52:01 Dirk Bockel Challenge Roth 2013
8 07:52:36 Rasmus Henning Challenge Roth 2010
9 07:53:12 Victor Del Corral Ironman Florida 2013
10 07:54:23 Chris McCormack Challenge Roth 2007
11 07:54:31 Christian Kramer Ironman Austria 2014
12 07:55:14 Sebastian Kienle Ironman Frankfurt 2014
13 07:55:22 Andrew Starykowicz Ironman Florida 2013
14 07:55:48 Brent McMahon Ironman Arizona 2014
14 07:55:53 Michael Gohner Challenge Roth 2009
15 07:56:00 Timo Bracht Ironman Frankfurt 2009
16 07:56:39 Lothar Leder Ironman Europe 1997 (Roth)
17 07:57:21 Thomas Hellriegel Ironman Europe 1997 (Roth)
18 07:57:40 Michael Weiss Ironman Austria 2011
19 07:57:44 Craig Alexander Ironman Melbourne 2012
20 07:57:46 Jan van der Marel Almere 1999
21 07:58:44 Filip Ospaly Ironman Florida 2013
22 07:58:57 Faris Al Sultan Challenge Roth 2009
23 07:59:38 Eneko Llanos Ironman Arizona 2011
24 07:59:42 Ronnie Schildknecht Ironman Florida 2011
25 07:59:59 James Cunnama Challenge Roth 2012

Número de tempos sub-8h de cada atleta:

Atleta
(26 Atletas) 38
Chris McCormack 4
Sebastian Kienle 3
Eneko Llanos 2
Lothar Leder 2
Marino Vanhoenacker 2
Thomas Hellriegel 2
Andreas Raelert 2
Jurgen Zack 2
Timo Bracht 2
James Cunnama 1
Jan van der Marel 1
Luc Van Lierde 1
Michael Weiss 1
Craig Alexander 1
Peter Reid 1
Rasmus Henning 1
Ronnie Schildknecht 1
Faris Al Sultan 1
Dirk Bockel 1
Victor Del Corral 1
Andrew Starykowicz 1
Filip Ospaly 1
Ivan Rana 1
Christian Kramer 1
Brent McMahon 1
Michael Gohner 1

Anos quando ocorreram sub-8h:

Ano
1996 1
1997 4
1998 0
1999 4
2000 0
2001 0
2002 0
2003 0
2004 2
2005 1
2006 0
2007 1
2008 1
2009 2
2010 3
2011 6
2012 2
2013 6
2014 5
(Total) 38

Locais onde ocorreram sub-8h:

Local
Roth 19
Klagenfurt 7
Flórida 4
Frankfurt 4
Arizona 2
Almere 1
Melbourne 1
(7 locais) 37

Países de origem dos atletas que marcaram tempos sub-8h:

País de origem No
ALE 16
AUS 5
BEL 3
ESP 4
CAN 2
AUT 1
CZE 1
DIN 1
EUA 1
HOL 1
LUX 1
RSA 1
SUI 1
(Total) 37

Chás termogênicos para diminuir as medidas

Para quem está sempre procurando uma solução para perder peso aliada à pratica de atividade física, os chás termogênicos são uma boa opção. Eles são capazes de elevar o metabolismo, de maneira saudável, e potencializam a queima de gordura, evitando que ela se acumule no organismo.

A vantagem de consumir, diariamente, um chá termogênico é a de que ele acelera o processo de emagrecimento, principalmente, quando acompanhado de refeições saudáveis e da prática de atividades físicas, como a corrida.

Ingredientes termogênicos
Casca de laranja amarga: a casca da laranja amarga contém sinefrina, substância que ajuda na queima de gordura corporal e provoca a sensação de saciedade, que está aliada a perda de peso. Além disso, fazer um chá com a casca desta fruta ajuda a acelerar o metabolismo e aumentar a energia física.

Gengibre: melhora a digestão e o sistema imunológico e tem ação anti-inflamatória, o que favorece a perda de peso.

Canela: além de ser termogênico, é digestivo e tem ação anti-inflamatória, ajudando a diminuir a inflamação do tecido de gordura. Reduz os níveis de açúcar no sangue.

Chá verde: acelera o metabolismo e ajuda a queimar gordura corporal. Também, previne doenças cardíacas e circulatórias.

Chá de hibisco: com propriedades que ajudam no aumento do metabolismo, o chá de hibisco pode ser usado como um antioxidante na dieta, pois combate os radicais livres e aumenta a produção de energia do corpo.

Cravo: poderoso inclusive para ações medicinais, o cravo possui propriedades antioxidantes, anti-inflamatórias, antissépticas, cicatrizantes, analgésicas e, ainda, estimula a digestão.

Receitas
Algumas receitas combinam vários ingredientes termogênicos, que favorecem a perda de peso e aumentam o gasto energético. Sugerimos algumas:

Mix termogênico – Gengibre, canela e chá verde
5 paus de canela
2 pedaços de 5 a 7 cm de gengibre
2 colheres (sopa) de chá verde em folhas • 1 litro de água

Modo de fazer
Em uma panela adicione a canela, o gengibre e a água. Ferva por 3 minutos. Desligue e junte o chá verde. Tampe e deixe em infusão por 5 minutos.

Mix termogênico – Gengibre, canela e cravo
 2 paus ou uma colher de chá (pó) de canela
4 a 6 unidades de cravo
2 pedaços de 1cm picado de gengibre
2 copos de água

Modo de fazer
Junte os ingredientes com a água e leve ao fogo. Deixe ferver bem, até que a água se reduza pela metade.

Chá verde com chá de hibisco
2 colheres de sopa de chá verde
2 colheres de sopa de chá de hibisco
Raspas de gengibre e limão
1 litro de água

Modo de fazer
Misture as folhas. Aqueça um litro de água, adicione as ervas e acrescente raspas de gengibre e limão. Coe e sirva.

Mas, lembre-se: o consumo ideal de chá e de duas a três xícaras por dia. Evite tomar este tipo de chá muito tarde, pois ele pode causar insônia.

(Fonte: Luciana Camargo, nutricionista no Rio de Janeiro)

Corra os seus primeiros 5 km

Participar de uma prova de 5 km é uma excelente meta, para quem acabou de começar na corrida de rua. Isso fará com que você tenha motivação para os treinos, além de ser uma boa distância para corredores de primeira viagem. E mesmo aqueles que ainda estão ensaiando as primeiras passadas podem participar de uma competição com apenas algumas semanas de treinos.

A prova de 5 km é o passaporte para o mundo das provas de corrida. Nela, você sente o gostinho de cruzar a linha de chegada pela primeira vez, receber uma medalha e vivenciar o clima festivo antes e depois da largada. E a grande vantagem das provas de 5 km é que não é obrigatório ter uma rotina intensa de treinamentos para completá-la, já que você pode fazer o percurso trotando ou, até, caminhando em alguns momentos.

Para esquentar a musculatura, realize movimentos articulares, próximos aos usados na corrida. Para essa distância, não é necessário correr antes da prova ou dar pequenos tiros no aquecimento. Faça, ainda, uma largada controlada. Cerca de 90% dos estreantes inicia a prova forte demais e, após 10 ou 15 minutos de corrida, não consegue suportar o ritmo e precisa diminuir a velocidade ou caminhar.

O programa
Para que você complete essa distância montamos um cronograma de treinamento de oito semanas. Segundas e sextas-feiras serão dias de descanso, fundamental para a sua recuperação e para a prevenção de lesões.
Às terças, quintas e sábados, depois de aquecer, corra em um ritmo confortável para a quilometragem designada na planilha. A cada semana você vai aumentar um pouco a quantidade de quilômetros percorridos. Às quartas-feiras, faça uma atividade alternativa, que também é muito importante para que você ganhe rendimento. Aposte no ciclismo, na natação ou na bicicleta elíptica, ótimas atividades aeróbias. Mas o esforço desses exercícios deve ser moderado. Como o domingo é um dia de recuperação ativa, você também pode apostar em uma dessas atividades.

Semana 1
Segunda-feira: descanso
Terça-feira: 1 km de corrida
Quarta-feira: treino alternativo
Quinta-feira: 1 km de corrida
Sexta-feira: descanso
Sábado: 1,5 km de corrida
Domingo: 30 minutos de corrida ou atividade alternativa

Semana 2
Segunda-feira: descanso
Terça-feira: 1,5 km de corrida
Quarta-feira: treino alternativo
Quinta-feira: 1,5 km de corrida
Sexta-feira: descanso
Sábado: 2 km de corrida
Domingo: 30 minutos de corrida ou atividade alternativa

Semana 3
Segunda-feira: descanso
Terça-feira: 2 km de corrida
Quarta-feira: treino alternativo
Quinta-feira: 1,5 km de corrida
Sexta-feira: descanso
Sábado: 2 km de corrida
Domingo: 30 minutos de corrida ou atividade alternativa

Semana 4
Segunda-feira: descanso
Terça-feira: 2,5 km de corrida
Quarta-feira: treino alternativo
Quinta-feira: 1,5 km de corrida
Sexta-feira: descanso
Sábado: 2,5 km de corrida
Domingo: 35 minutos de corrida ou atividade alternativa

Semana 5
Segunda-feira: descanso
Terça-feira: 2,5 km de corrida
Quarta-feira: treino alternativo
Quinta-feira: 2 km de corrida
Sexta-feira: descanso
Sábado: 2,5 km de corrida
Domingo: 40 minutos de corrida ou atividade alternativa

Semana 6
Segunda-feira: descanso
Terça-feira: 3 km de corrida
Quarta-feira: treino alternativo
Quinta-feira: 2 km de corrida
Sexta-feira: descanso
Sábado: 3 km de corrida
Domingo: 40 minutos de corrida ou atividade alternativa

Semana 7
Segunda-feira: descanso
Terça-feira: 5 km de corrida
Quarta-feira: treino alternativo
Quinta-feira: 4 km de corrida
Sexta-feira: descanso
Sábado: 5 km de corrida
Domingo: 40 minutos de corrida ou atividade alternativa

Semana 8
Segunda-feira: descanso
Terça-feira: 3 km de corrida
Quarta-feira: treino alternativo
Quinta-feira: 2 km de corrida
Sexta-feira: descanso
Sábado: descanso
Domingo: prova de 5 km

(Fonte: João Paulo Póvoa, diretor técnico da assessoria esportiva Inthegra – Rio de Janeiro)