Atletismo

Garmin vívofit chega ao Brasil

Por Ativo

No fim do último mês de janeiro, a Garmin, uma das principais empresas do ramo de GPS e acessórios para corredores, lançou o vívofit, uma pulseira inteligente, cheia de funções para atletas. A partir de agora, o gadget está sendo vendido no Brasil por R$ 599 (ou R$ 699 com a cinta peitoral de monitoramento cardíaco).

O aparelho tem contador de passos, mostra as calorias queimadas, a frequência cardíaca – se usado com a cinta – e a distância percorrida, além de ser relógio à prova d’água.

O vívofit conta com uma função que impõe metas diárias aos atletas, a partir de uma avaliação que ele faz nos primeiros dias de uso. Por exemplo, se você caminha, em média, 3.000 passos por dia, seu objetivo será aumentar para 3.100 e assim por diante. Também dá pra usar essa opção com as calorias queimadas e a distância percorrida em um dia. Quanto mais metas são batidas, mais medalhas virtuais são acumuladas no Garmin Connect, a comunidade online de treinamento da marca.

Outra funcionalidade interessante do vívofit é que ele avisa a hora de se mexer. Quando a pessoa fica muito tempo inativa, uma barra vermelha aparece na tela. Para que ela saia, basta caminhar por alguns minutos.

Como a pulseira inteligente foi feita para ser utilizada 24 horas por dia, sua bateria tem duração de mais de um ano. Ele monitora, inclusive, o sono – mostrando os momentos de repouso e agitação durante a noite – e armazena todas as informações no Garmin Connect.

Com cinco opções de cores e pulseiras de dois tamanhos diferentes, seu preço sugerido pela marca de R$ 599. Que optar pela versão com a cinta peitoral de monitoramento, terá que desembolsar R$ 699. A venda, segundo a Garmin, é exclusividade da Netshoes.

Circuito das Estações – Outono Recife 2014 "Fotos"

Um dos maiores circuitos de corrida de rua do Brasil, se não o maior, o Circuito das Estações 2014 divulgou as datas para a primeira etapa do ano, a etapa de Outono.

Como sempre o Circuito das Estações adota um tema baseado na arte. Este ano o circuito terá como tema a POP ART, que é um movimento artístico, criado na década de 50, onde as cores fortes e bem destacadas são predominantes.

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O kit apresentado mostra a mesma qualidade dos anos anteriores e está disponível em várias versões: Básico, Plus e Vip.

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Dor no ciático: o que fazer para não ter

Responsável pela sensibilidade, articulação e movimentação dos membros inferiores, o nervo ciático – o maior do corpo humano – tem papel fundamental na pratica esportiva. A lombociatalgia – mais conhecida como dor no ciático – caracteriza-se quando há uma compressão nervosa na região lombar. Entenda melhor esse problema:

A dor ciática
A pessoa sente primeiramente a região lombar, mas a dor passa para os membros inferiores, principalmente nas regiões glútea e posterior de coxa, podendo chegar até os pés. Por apresentar sintomas muito parecidos com outras patologias, como hérnia de disco, síndrome do piriforme e artrose, tem seu diagnóstico dificultado.

A intensidade da dor varia: desde um pequeno desconforto, até um incômodo intenso – que piora a cada vez que a coluna é movimentada. É comum sentir um formigamento, tanto da região lombar, quanto nas pernas.

Em casos mais avançados, a dor é manifestada mesmo em repouso. A pessoa começa a ter uma limitação da movimentação e perde a força muscular.

Por que aparece?
Geralmente, ocorre por uma compressão nervosa na região lombar – mais especificamente nas vértebras L3, L4, L5 e S1. Essa pressão pode ocorrer a partir de uma hérnia de disco, mas há outros fatores que resultam na lombociatalgia: tumores, processos inflamatórios, osteófitos (mais conhecido como bico-de-papagaio), obesidade, hábito de fumar, fatores genéticos, entre outros.

No caso dos corredores, a prática esportiva de grande impacto é o principal fator de risco para o surgimento da dor ciática. Excesso de treinos, atividade mal orientada (musculação com muito peso ou amplitude de movimentos desnecessária, por exemplo) e postura irregular também podem resultar no problema. Por último, traumas também podem causar a dor.

Diagnóstico
Para identificar a lombociatalgia, é necessária uma avaliação clínica e exames complementares, como radiografia e ressonância magnética.

Tratamento
Os atletas precisam dar uma pausa nos treinos para cuidar da dor no ciático. Na maior parte dos casos, os médicos receitam tratamento fisioterápico – onde a pessoa terá o incomodo e o processo inflamatório controlados por meio da eletrotermofototerapia (pequenas ondas de luz e choque no local da dor), kinesio taping e terapia manual.

Além disso, o fisioterapeuta ajudará a identificar e corrigir possíveis causas relacionadas a erros nos treinamentos. Acertará alterações biomecânicas relacionadas à fraqueza ou desequilíbrio muscular dos membros inferiores e do tronco, caso existam.

O próximo passo – ainda com o fisioterapeuta – é treinar e conscientizar o atleta da importância de trabalhar a musculatura profunda do abdômen e da coluna – conhecida como core –, responsáveis por estabilizar a coluna vertebral.

Em casos extremos, é necessária uma intervenção cirúrgica para acabar com a dor.

Prevenção
Primeiramente, a consulta com um fisioterapeuta, médico do esporte ou ortopedista é fundamental para identificar esses e outros problemas antes de começar a praticar um esporte. Para os iniciados, o aquecimento antes dos treinos e provas é indispensável. O fortalecimento da região do core também é fundamental e exercícios funcionais podem auxiliar ainda mais na proteção contra a lombociatalgia.

Fonte: Leonardo Pires e Bárbara Alves, fisioterapeutas do Instituto do Atleta (INA), em São Paulo

Apple entra com pedido de patentes de pedômetro e smartwach

Por Ativo.com

Na última quinta-feira (13), a Apple entrou com um pedido de reconhecimento de patente para um software que tornaria os pedômetros mais precisos. O aparelho é muito utilizado por corredores para contar passos e, geralmente, é encontrado em novas pulseiras inteligentes e outros dispositivos vestíveis que monitoram a atividade física do usuário.

De acordo com o site Apple Insider, a nova tecnologia possibilita determinar em que partes do corpo o aparelho está sendo utilizado, além de ajustar a detecção de movimentos de acordo com a localização do dispositivo. O pedômetro é, tradicionalmente, acoplado ao tênis do atleta, mas com o novo programa da Apple, poderá ficar preso a qualquer parte do corpo do usuário.

Além do pedômetro, nos últimos meses, a  Apple também registrou patentes de relógios inteligentes com funções de monitoramento de atividades físicas. Para muitos especialistas, esses são indícios de que a criadora do Ipod e Iphone está interessada em entrar no promissor mercado de tecnologia vestível fitness.

Duda voa no último salto e conquista o inédito bicampeonato mundial

O olhar estava fixo. Mauro Vinícius da Silva, o Duda, sabia que se acertasse a tábua de impulsão poderia subir ao pódio no último voo do salto em distância. Assim como na eliminatória, teria de ser na raça, na emoção. Ele nem se importou com o barulho na Ergo Arena para a final dos 60m rasos masculina que ocorria ao mesmo tempo e foi perfeito. Duda vibrou com um grande voo e explodiu em euforia quando o placar mostrou a marca de 8,28m. O brasileiro só teve de esperar três adversários saltarem para confirmar: é bicampeão mundial em pista coberta. Em Sopot, neste sábado, Duda voltou ao topo do mundo.

Desta vez, uma vitória inquestionável. Os principais saltadores estavam em ação também, não era um campeonato esvaziado como o de Istambul, em 2012. Nem o atual campeão mundial ao ar livre, o russo Aleksandr Menkov, nem o chinês Jinzhe Li, que liderava até a última rodada. O campeão mundial do salto em distância é brasileiro, que igualou o recorde nacional indoor.

O chinês Li levou a prata, com a marca de 8,23m. O sueco Michel Tornéus completou o pódio, com a marca de 8,21m.

– Eu e o Tornéus, o sueco que é meu amigo, ficamos esperando. O chinês foi para uns 8,50m, mas queimou. Sabia que o potencial dele é grande, ele é muito técnico. Sabia que todos na final poderia vencer. Passei em sétimo e venci. O Tornéus que me disse que eu ganhei, não tinha visto que o chinês queimou. Nós atletas temos a mania de dizer que não caiu a ficha, não posso dizer isso porque sou bicampeão mundial. Isso sim. Desculpem pelos palavrões que soltei na comemoração, saiu. (risos) Só amanhã vou entender o que está acontecendo. Poderia falar mil coisas, mas sei que Deus sempre é justo. Tive uma lesão, mas trabalhamos muito. Não existe campeão sem dedicação. Nunca poderia deixar de agradecer. Sou suspeito para falar. O atletismo me descobriu com 17 anos. Tem de ter calma, porque do contrário vêm lesões e erros, só não vêm resultados. A concentração total. Igualei o meu melhor. Saio o cara mais feliz do mundo por ter igualado o recorde nacional – disse.

Mauro Vinicius Duda Salto em Distãncia (Foto: Reuters)
Duda comemora o segundo título mundial em pista coberta (Foto: Reuters)

Salto a salto

Duda foi o último a iniciar seus saltos, e foi bem. Como disse depois da eliminatória, queria aumentar a cada voo a marca de 8,02m da classificatória. O movimento bem encaixado lhe deu a marca de 8,06m e o segundo lugar na primeira rodada, atrás apenas do chinês Jinzhe Li, que abriu a prova com 8,19m.

Só que Duda também previu que precisaria de mais de 8,10m para subir ao pódio. Na segunda rodada, ele aproveitou bem a tábua de impulsão, mas só conseguiu a marca de 7,94m e caiu para a quinta posição. Ele queimou na rodada seguinte, mas continuava a sete centímetros do pódio, enquanto o chinês abriu vantagem (8,23m), seguido de perto do sueco Michel Tornéus (8,21m).

Na quarta tentativa, Duda saltou a 13cm do limite, mas ainda assim conseguiu a marca de 8,04m. Ele precisava apenas acertar a tábua de impulsão, então ele arriscou e queimou mais uma vez.

Mauro Duda Salto em Distãncia (Foto: Reuters)
No último salto, Duda assegura a medalha de ouro (Foto: Reuters)

Assim como na eliminatória, Duda teria de buscar um último voo perfeito. Ele já está acostumado com essa pressão. Nem se importou com o barulho da final dos 60m rasos masculino, correu concentrado para um voo de 8,28m. Ele explodiu e secou os rivais. O sueco Tornéus ficou apenas nos 8,10m, enquanto o chinês Li e o grego Louis Tsátoumas, pressionados, queimaram. O ouro novamente é do Brasil.

Medicina esportiva: novidades tecnológicas podem ajudar atletas

Por Ativo.com

Antes exclusividade dos atletas de alto de rendimento, agora as novidades tecnológicas da medicina esportiva estão também ao alcance dos esportistas amadores, cada vez mais competitivos e ávidos por superar seus próprios limites. E quando o assunto é corrida, existem desde os já conhecidos aplicativos, que ajudam a melhorar a performance e alcançar objetivos específicos, até equipamentos de análise da composição corporal e softwares que analisam a mecânica de corrida.

Desenvolvida nos Estados Unidos e com poucas unidades no Brasil, o aparelho – que se parece com uma cápsula – é capaz de analisar a composição corporal e calcular a porcentagem de gordura do corpo e massa magra por volume e peso. Antes de entrar no equipamento, o atleta é pesado em uma balança de alta precisão e, ao entrar na cápsula, o seu volume corporal é determinado pelo deslocamento de ar de dentro da câmara, fechada hermeticamente, que possui sensores responsáveis por detectar dados sobre a densidade do corpo. Essas informações são processadas e, por meio de algoritmos matemáticos, é fornecido o percentual de gordura do indivíduo. Utilizado por esportistas como o ex-jogador de futebol Ronaldo e pelo nadador Cesar Cielo (foto), essa tecnologia serve para verificar como o esportista responde aos treinos e dietas ao longo do tempo e pode auxiliar tanto o atleta profissional como o amador.

Outra forma inovadora de avaliação já existente em laboratórios de biomecânica no Brasil, e que pode ajudar no tratamento de lesões, é a análise cinemática da corrida. No processo, alguns marcadores reflexivos são colados em pontos estratégicos das articulações do corpo do atleta. Ao correr na esteira, câmeras de infravermelho espalhadas por todo o ambiente captam o movimento, analisado em tempo real por um computador. Por meio do teste pode se verificar como as articulações reagem durante a corrida.

Outra novidade é a baropodometria, que também serve para prevenir contusões. Com um equipamento especializado, é possível fazer a avaliação que identifica até mesmo a distribuição do peso corporal na planta do pé. Quando o atleta pisa sobre uma plataforma de força, a pressão aplicada sobre ela é identificada por sensores e seus sinais elétricos são amplificados e registrados em um software específico que analisa todos os dados coletados. Com o resultado, é possível interferir na mecânica da corrida para evitar e auxiliar na recuperação de lesões, além de diagnosticar a necessidade da utilização de palmilhas de correção.

Quenianos dominam a São Silvestre e vencem entre homens e mulheres

Por Por GloboEsporte – SP

A supremacia queniana na São Silvestre ganhou dois novos capítulos na manhã desta terça-feira. Líder absoluta a partir da segunda metade da prova, Nancy Kipron resistiu à ameaça etíope na reta final e conquistou seu primeiro título em São Paulo com o tempo de 51m58s. Minutos depois, o compatriota Edwin Kipsang cruzou a linha de chegada em 43m48s para confirmar o bicampeonato entre os homens, acompanhado de outros dois quenianos. Entre os brasileiros, Sueli Silva, em sexto, e Giovani dos Santos, em quarto, foram os melhores colocados.

– Estou satisfeito com o resultado da corrida. Fui com os quenianos até onde deu, e teve um momento em que eu cheguei a encostar. Achei que dava para pegar o terceiro lugar, mas senti um problema na panturrilha, e graças a Deus consegui chegar em quarto. A gente vem trabalhando muito, os resultados estão aparecendo, e a nossa hora vai chegar. Achei que o terceiro seria nesta terça-feira, mas senti a panturrilha na subida e isso dificultou um pouquinho – disse Giovani, em entrevista à TV Globo.

giovani dos santos são silvestre (Foto: Marcos Ribolli)
Giovani dos Santos sentiu dores na panturrilha, mas foi o brasileiro mais bem colocado na prova (Foto: Marcos Ribolli)

 

Com o resultado, o Quênia se isola ainda mais no ranking geral de vitórias da São Silvestre. O país africano possui 25 títulos contra 16 do Brasil. O jejum verde-amarelo agora dura três anos na prova masculina e sete na feminina. Os últimos campeões da casa no evento foram Marílson Gomes, em 2010, e Lucélia Peres, em 2006.

Kipron dispara na metade do percurso

Nos primeiros três quilômetros de prova, as brasileiras Marluce Ferreira, Cruz Nonata e Maria Zeferina Baldaia conseguiram se manter no pelotão principal. Mas o ritmo forte das adversárias africanas fez com que as atletas da casa logo depois ficassem para trás. Sara Makena, da Tanzânia, e a queniana Maurine Kipchumba, vencedora da prova em 2012, se revezaram na ponta por um bom tempo até a também queniana Nancy Kipron disparar.

Vencedora da Corrida de Reis no início do ano e tricampeã da Volta da Pampulha, Kipron abriu larga vantagem sobre as rivais. Não havia nenhuma concorrente à vista, mas o cansaço fez a corredora olhar para trás com frequência para conferir se a margem continuava larga. Exausta, ela viu a aproximação perigosa da rival etíope Kebede Gudeta justamente na Avenida Paulista. A chegada, no entanto, estava próxima o suficiente para garantir a vitória em 51m58s.

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Nancy Kipron terminou a prova exausta e por pouco não foi alcançada por rival etíope (Foto: Marcos Ribolli)

No masculino, estratégia de equipe do Quênia

Entre os homens, Giovani dos Santos foi o único brasileiro a manter-se no pelotão principal durante os 15 km de percurso. Mas o jogo de equipe queniano ficou evidente o tempo todo, com três atletas do país africano se revezando na ponta. O mineiro até se arriscou em um sprint, mas não manteve o ritmo e viu Edwin Kipsang, vencedor da prova em 2012, arrancar na liderança. Com folga na ponta, ele completou o trajeto em 43m48s. Os compatriotas Mark Korir e Stanlei Koech chegaram em segundo e terceiro lugares, respectivamente.

Entre os cadeirantes, os primeiros a largarem na manhã desta terça-feira, Aline dos Santos Rocha foi a mais rápida entre as mulheres, enquanto Jaciel Antonio Paulino cruzou a linha de chegada em primeiro lugar na categoria masculina.

Edwin Kipsang são silvestre (Foto: Marcos Ribolli)
Trabalho em equipe dos quenianos funciona, e Edwin Kipsang fatura o bicampeonato da São Silvestre (Foto: Marcos Ribolli)

Confira o tempo dos primeiros colocados

Feminino
1)Nancy Kipron – QUE – 51m58s
2) Kebede Gudeta – ETI – 52m06s
3) Jackline Juma Sakilu – 52m29s
4) Sara Makera – TZA – 52m40s
5) Delvine Meringor – QUE – 52m46s

Masculino
1) Edwin Kipsang – QUE – 43m48s
2) Mark Korir – QUE – 44m09s
3) Stanlei Koech – QUE – 44m29s
4) Giovani dos Santos – BRA – 44m50s
5) Abderrhime Elasri – MAR – 45m28s

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Edição de 2013 teve recorde de participantes: 27.500 corredores entre profissionais e amadores (Foto: Marcos Ribolli)

Brasil Olímpico aponta os melhores atletas de 2013 "Fotos"

Por Uol Esportes

Os destaques brasileiros nas quadras, piscinas, mares, ginásios e pistas do mundo inteiro em 2013 são as grandes estrelas da 15ª edição do Prêmio Brasil Olímpico 2013, que acontece nesta terça-feira, 17, em São Paulo, às 19h (da Bahia).

Ganharão troféus os melhores atletas da temporada por modalidade. O ‘Oscar do esporte brasileiro’ premia ainda os melhores treinadores do ano (coletivo e individual). O grande evento da noite, porém, fica pelo título de Melhor Atleta de 2013, disputado no feminino por Poliana Okimoto (maratona aquática), Rafaela Silva (judô) e Yane Marques (pentatlo moderno), e no masculino por Arthur Zanetti (ginástica artística), Cesar Cielo (natação) e Jorge Zarif (vela).

A escolha dos melhores atletas em cada modalidade (veja a lista abaixo) e a definição dos indicados a Melhor Atleta do Ano foi realizada por um júri composto por jornalistas, dirigentes, ex-atletas e personalidades do esporte. Esse voto terá peso de 50% na eleição final para os melhores do ano, depois de serem computados os votos do público pela Internet, feita através do site do COB (www.cob.org.br) e que se encerrará durante a cerimônia, que terá transmissão ao vivo pelo SporTV.

Dentre os melhores por modalidades, destaque para dois baianos:Isaquias Queiroz  (canoagem de velocidade) e Robson Conceição (boxe).

Homenagem

Além de premiar os melhores atletas do ano, o COB homenageará o cinquentenário da primeira edição de Jogos Pan-americanos organizada no Brasil (São Paulo, em 1963). Mais de 90 ex-atletas que conquistaram medalhas naquele evento confirmaram presença na festa, entre eles os tenistas Maria Esther Bueno e Thomaz Koch, o jogador de basquete Amaury Passos, além de Carlos Alberto Torres, do futebol.

Maior medalhista olímpico brasileiro da história, ao lado de Robert Scheidt, o velejador Torben Grael receberá o Troféu Adhemar Ferreira da Silva, dedicado a atletas que mantém o legado deixado por Adhemar, o primeiro bicampeão olímpico do Brasil.

Pelo segundo ano consecutivo o COB concederá o troféu de Melhor Treinador do Ano a Marcos Goto (técnico de Arthur Zanetti), na categoria modalidade individual, e a José Roberto Guimarães, do voleibol, nos esportes coletivos. O Prêmio Brasil Olímpico também será concedido a quatro atletas dos Jogos Escolares da Juventude deste ano.

Os melhores de 2013 em cada modalidade:

Atletismo: Mauro Vinicius da Silva
Badminton: Lohaynny Vicente
Basquete: Tiago Splitter
Boxe: Robson Conceição
Canoagem Slalom: Ana Sátila
Canoagem Velocidade: Isaquias Queiroz
Ciclismo BMX:  Renato Rezende
Ciclismo Estrada: Rafael Andriato
Ciclismo Mountain Bike: Henrique Avancini
Ciclismo Pista:  Flavio Cipriano
Desportos na Neve: Isabel Clark
Desportos no Gelo:  Isadora Williams
Esgrima:  Gabriela Cecchini
Futebol:  Neymar Junior
Ginástica Artística:  Arthur Zanetti
Ginástica de Trampolim:  Giovanna Matheus
Ginástica Rítmica:  Angelica Kvieczynski
Golfe:  Adilson da Silva
Handebol:  Alexandra Nascimento
Hipismo Adestramento:  Luíza Almeida
Hipismo CCE:  Marcelo Tosi
Hipismo Saltos:   Alvaro A. de Miranda Neto
Hóquei Sobre Grama: Matheus B. Ferreira
Judô:  Rafaela Silva
Levantamento de Peso:  Fernando Reis
Lutas:  Joice Silva
Maratona Aquática:  Poliana Okimoto
Natação:  Cesar Cielo
Natação Sincronizada:  Lorena Molinos
Pentatlo Moderno:  Yane Marques
Polo Aquático:  Izabella Chiappini
Remo:  Fabiana Beltrame
Rugby:  Julia Sardá
Saltos Ornamentais:  Cesar Castro
Taekwondo:  Guilherme Dias
Tênis:   Bruno Soares
Tênis de Mesa:  Hugo Calderano
Tiro com Arco:  Sarah Nikitin
Tiro Esportivo: Cassio Rippel
Triatlo:  Pâmella Oliveira
Vela:  Jorge Zarif
Vôlei de Praia:  Talita Antunes
Vôlei:  Thaisa Daher

Circuito das Estações adidas/13 Verão "Fotos"

Chegou a hora de se despedir do maior sucesso das ruas do ano de 2013, SEM DÚVIDA, o Circuito das Estações ADIDAS, foi o evento que mais chamou a atenção dos corredores de Recife esse ano. Mesmo com inscrições “caras”, porém, com os kits repletos de mimos, o Circuito esteve sempre cheio.

Circuito Sesi atrai corredores para as ruas do Recife neste domingo

Por THIAGO WAGNER DA SILVA

Cerca de três mil corredores irão tomar as ruas do Recife na etapa Recife do Circuito Sesi 10k. A competição ocorre no próximo domingo. A largada é na Rua da Aurora, no Centro do Recife, em percursos de 10km e 5km. O evento vai distribuir R$ 30 mil em prêmios e tem como favorito o pernambucano Ubiratan José dos Santos, entre os homens e a alagoana Marily dos Santos, entre as mulheres.

Repetindo o sucesso do ano passado, a organização reservou 1000 vagas para os trabalhadores da indústria que poderão participar gratuitamente. “A adesão foi um sucesso. No início da semana, as vagas já haviam sido preenchidas”, contou Danilo Mendonça, organizador do Circuito.

As provas de 10km e 5km têm largada marcada para às 7h, da Rua da Aurora sentido Olinda, segue pela Ponte do Limoeiro, Cais do Apolo passando pelo prédio da Prefeitura do Recife, Cais da Alfândega, Ponte Giratória, Av. Martins de Barros, Praça da República passando pelo Palácio do Campo das Princesas, de volta à Rua da Aurora.