Ciclismo

As novas apostas da Garmin: uma delas, já à venda no Brasil

Fonte: Site Ativo

A Garmin anunciou que seu novo relógio, o Forerunner 620, capaz de rastrear a distância, o ritmo e os batimentos cardíacos do corredor, já está à venda no Brasil. A novidade, segundo a marca, oferece recursos avançados, como aviso de recuperação, indicador de atividade e a velocidade máxima estimada para completar um treino ou prova.Funcionando com um monitor cardíaco, o aparelho mostra a evolução do atleta e também permite que ele encontre o seu pace, de acordo com a sua frequência.

Na tela, cores e luzes mostram a variação de batimentos cardíacos e a intensidade do treino e permite que o corredor compare seu exercício com outros corredores, através de um recurso sem fio.

Baseando-se nos dados do batimento cardíaco do corredor, o relógio calcula o intervalo de acordo com o último exercício. Em seguida, ele exibe quanto tempo antes do próximo exercício o corredor estará completamente recuperado e pronto para recomeçar a corrida.

+  Forerunner 15: adeus, sedentarismo!

Sem previsão de lançamento no Brasil, a Garmin também lançou outro modelo para os apaixonados por corrida e novidades: o Forerunner 15. Integrando as funcionalidades de um GPS comum à um gadget, o aparelho, além de monitorar as funções habituais, é capaz de avisar ao corredor quanto tempo ele permanece sentado e sem treinar.

Segundo a marca, o relógio é a prova d’água (até 50 m de profundidade) e a bateria dura mais do que os outros, podendo chegar até cinco semanas de uso. O preço estimado é de U$ 300 dólares, cerca de R$ 600 reais.

E-bike futurista tem bateria para até 2,5 horas de uso

Por Ativo.com

Se você procura elegância e modernidade na hora de pedalar, vai gostar das e-bikes urbanas daLeaos, uma pequena fabricante de bicicletas da Itália. Com design futurista, o modelo chama a atenção pela mistura de tecnologia e arte.

Com quadro, garfo e guidão feitos com fibra de carbono, a bike reserva um espaço para o usuário acoplar um smartphone no guidão além de possuir poderosas luzes de LED. Sua bateria dá autonomia para até 2,5 horas de uso. Além disso vem com avançado sistema de trocas de marchas automática.

A bicicleta está disponível em duas versões: uma que atinge até 25 km/h e outra que chega a 45 km/h. Ambos modelos possuem sensores de velocidade.

Vendida a princípio em alguns poucos países europeus, as bicicletas da Leaos chegaram recentemente no mercado norte-americano. Os modelos na Europa custam 4.980 euros.

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Brasil Olímpico aponta os melhores atletas de 2013 "Fotos"

Por Uol Esportes

Os destaques brasileiros nas quadras, piscinas, mares, ginásios e pistas do mundo inteiro em 2013 são as grandes estrelas da 15ª edição do Prêmio Brasil Olímpico 2013, que acontece nesta terça-feira, 17, em São Paulo, às 19h (da Bahia).

Ganharão troféus os melhores atletas da temporada por modalidade. O ‘Oscar do esporte brasileiro’ premia ainda os melhores treinadores do ano (coletivo e individual). O grande evento da noite, porém, fica pelo título de Melhor Atleta de 2013, disputado no feminino por Poliana Okimoto (maratona aquática), Rafaela Silva (judô) e Yane Marques (pentatlo moderno), e no masculino por Arthur Zanetti (ginástica artística), Cesar Cielo (natação) e Jorge Zarif (vela).

A escolha dos melhores atletas em cada modalidade (veja a lista abaixo) e a definição dos indicados a Melhor Atleta do Ano foi realizada por um júri composto por jornalistas, dirigentes, ex-atletas e personalidades do esporte. Esse voto terá peso de 50% na eleição final para os melhores do ano, depois de serem computados os votos do público pela Internet, feita através do site do COB (www.cob.org.br) e que se encerrará durante a cerimônia, que terá transmissão ao vivo pelo SporTV.

Dentre os melhores por modalidades, destaque para dois baianos:Isaquias Queiroz  (canoagem de velocidade) e Robson Conceição (boxe).

Homenagem

Além de premiar os melhores atletas do ano, o COB homenageará o cinquentenário da primeira edição de Jogos Pan-americanos organizada no Brasil (São Paulo, em 1963). Mais de 90 ex-atletas que conquistaram medalhas naquele evento confirmaram presença na festa, entre eles os tenistas Maria Esther Bueno e Thomaz Koch, o jogador de basquete Amaury Passos, além de Carlos Alberto Torres, do futebol.

Maior medalhista olímpico brasileiro da história, ao lado de Robert Scheidt, o velejador Torben Grael receberá o Troféu Adhemar Ferreira da Silva, dedicado a atletas que mantém o legado deixado por Adhemar, o primeiro bicampeão olímpico do Brasil.

Pelo segundo ano consecutivo o COB concederá o troféu de Melhor Treinador do Ano a Marcos Goto (técnico de Arthur Zanetti), na categoria modalidade individual, e a José Roberto Guimarães, do voleibol, nos esportes coletivos. O Prêmio Brasil Olímpico também será concedido a quatro atletas dos Jogos Escolares da Juventude deste ano.

Os melhores de 2013 em cada modalidade:

Atletismo: Mauro Vinicius da Silva
Badminton: Lohaynny Vicente
Basquete: Tiago Splitter
Boxe: Robson Conceição
Canoagem Slalom: Ana Sátila
Canoagem Velocidade: Isaquias Queiroz
Ciclismo BMX:  Renato Rezende
Ciclismo Estrada: Rafael Andriato
Ciclismo Mountain Bike: Henrique Avancini
Ciclismo Pista:  Flavio Cipriano
Desportos na Neve: Isabel Clark
Desportos no Gelo:  Isadora Williams
Esgrima:  Gabriela Cecchini
Futebol:  Neymar Junior
Ginástica Artística:  Arthur Zanetti
Ginástica de Trampolim:  Giovanna Matheus
Ginástica Rítmica:  Angelica Kvieczynski
Golfe:  Adilson da Silva
Handebol:  Alexandra Nascimento
Hipismo Adestramento:  Luíza Almeida
Hipismo CCE:  Marcelo Tosi
Hipismo Saltos:   Alvaro A. de Miranda Neto
Hóquei Sobre Grama: Matheus B. Ferreira
Judô:  Rafaela Silva
Levantamento de Peso:  Fernando Reis
Lutas:  Joice Silva
Maratona Aquática:  Poliana Okimoto
Natação:  Cesar Cielo
Natação Sincronizada:  Lorena Molinos
Pentatlo Moderno:  Yane Marques
Polo Aquático:  Izabella Chiappini
Remo:  Fabiana Beltrame
Rugby:  Julia Sardá
Saltos Ornamentais:  Cesar Castro
Taekwondo:  Guilherme Dias
Tênis:   Bruno Soares
Tênis de Mesa:  Hugo Calderano
Tiro com Arco:  Sarah Nikitin
Tiro Esportivo: Cassio Rippel
Triatlo:  Pâmella Oliveira
Vela:  Jorge Zarif
Vôlei de Praia:  Talita Antunes
Vôlei:  Thaisa Daher

Campeão brasileiro de ciclismo morre em acidente no Paraná

Fonte:  G1 PR

Um ciclista morreu na manhã desta quarta-feira (13) em um acidente na BR-277, no litoral do Paraná. O paranaense Eduardo Euzébio, de 18 anos, havia sido convocado recentemente para treinos com a seleção brasileira de ciclismo e era registrado pela Federação de Santa Catarina, mas costumava treinar no Paraná. Ele pedalava pelo km 49 da rodovia, em Morretes, quando foi atingido ao entrar em um retorno, de acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF).Eduardo Euzébio morreu enquanto treinavana BR-277 (Foto: Confederação Brasileira de Ciclismo/Divulgação)

Ainda segundo a PRF, Euzébio pedalava no sentido Paranaguá quando teve a roda da frente da bicicleta atingida por um carro. Ele chegou a ser socorrido por um médico que passava pelo local e pela ambulância da concessionária que administra a rodovia, e foi encaminhado ao Hospital Cajuru, em Curitiba, mas não resistiu aos múltiplos ferimentos.

O motorista do carro que o atingiu disse à PRF que estava ultrapassando um caminhão quando o acidente ocorreu, e por isso imagina que o ciclista não tenha visto o veículo.

De acordo com a Confederação Brasileira de Ciclismo, Euzébio era um dos atletas mais promissores da categoria dele, e já vinha sendo convocado para a seleção. No campeonato Brasileiro Júnior de Ciclismo de Pista 2013, ele conquistou duas medalhas de ouro.

O velório do ciclista ocorre nesta quarta-feira, na Capela Central de São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. O corpo segue na sequência para cremação em Campina Grande do Sul.

Eduardo Euzébio, de 18 anos, foi campeão brasileiro júnior de pista (Foto: Confederação Brasileira de Ciclismo/ Divulgação)
Eduardo Euzébio foi campeão brasileiro de pista (Foto: Confederação Brasileira de Ciclismo/ Divulgação)

Caloi 700 garante conforto e segurança para quem pedala na cidade

Por Prologo

O maior desafio na hora de fazer uma bicicleta urbana para o mercado brasileiro é adequá-la à (má) qualidade do nosso pavimento. A Caloi 700 é a resposta da fabricante nacional a essa demanda. Pensada para quem usa a bike como alternativa de transporte no dia a dia, o modelo tem no conforto uma de suas principais características – perceptível desde a primeira pedalada. Com boa suspensão e ajustes para manter a ergonomia, fica fácil a tarefa de enfrentar os buracos e irregularidades – apesar da rigidez do quadro de alumínio.

O tamanho das rodas e pneus também proporciona um bom desempenho em meio ao tráfego, e embora quem já pedale possa achar a relação de marchas leve demais, ela é perfeita para quem está começando. Outro ponto positivo é a posição elevada em relação aos carros, o que aumenta a visibilidade do ciclista e o torna mais visível para os motoristas – algo que todos os especialistas garantem ser essencial para a segurança. U m modelo com boa relação custo x benefício para quem cobre trajetos em torno de 15 km diários. O único ponto em que deixa a desejar é o fato de vir sem bagageiro e para-lamas, itens que fazem diferença no dia a dia – é bem comum deparar com poças de água e lama nas ruas e desejável que a bike facilite o transporte da mala do trabalho ou das compras do supermercado.

Um modelo vem de fábrica com os furos para bagageiro e para-lamas próximos à gancheira (encaixe da roda traseira), porém falta a furação na parte superior do seat stay (parte do quadro que conecta o canote do selim à roda), sem a qual não é possível fazer a fixação do bagageiro ou do para-lamas. O modelo que experimentamos foi o masculino, mas há também um feminino, comtop tube baixo e quadro verde.

Rodas Aro 700 (Caloi/Vzan) com suspensão na dianteira e pneu de 42 mm (Cheng Shin 700x42C): menos sacolejo no asfalto e bom desempenho

Suspensão no canote do selim e mesa (suporte do guidão) ajustável: mais conforto e ergonomia.

Grupo de câmbia e freios (Shimano Tourney/TZ 21V): Simples, funcional e superconfiável.

Ciclismo pode sair da Olimpíada após confissão de Armstrong

O ciclismo pode deixar o programa dos Jogos Olímpicos. De acordo com Dick Pound, ex-presidente da Agência Mundial Antidoping (Wada) e mebro do Comitê Olímpico Internacional (COI), a decisão poderá ser tomada caso seja comprovado que a União Ciclística Internacional (UCI) acobertou o amplo esquema de doping do qual fez parte o ex-ciclista americano Lance Armstrong.

– A única maneira de limpar isso é fazer todas essas pessoas verem que não estarão mais na Olimpíada. Como querem estar lá, farão de tudo para conquistar esse direito – afirmou Pound, frisando que a medida drástica pode ser a única escolha para o COI visto que a UCI não é conhecida por ações firmes contra o doping.

A declaração de Pound foi provocada pela revelação do conteúdo da entrevista que Armstrong concedeu à apresentadora Oprah Winfrey. Segundo ela, o ex-ciclista confessou o uso de substâncias proibidas no período mais fértil de resultados em sua carreira. A entrevista irá ao ar nos Estados Unidos nesta quinta-feira, na próppria rede de TV a apresentadora, o Oprah Winfrey Network. No Brasil, o canal de TV por assinatura Discovery Channel exibirá o bate-papo à meia-noite (de Brasília) de sexta-feira.

Convidada do programa “This Morning”, da TV CBS, na terça-feira, Oprah disse ter ficado satisfeita com a entrevista e que fez uma longa preparação para o encontro com Armstrong. A apresentadora afirmou ter lido as decisões judiciais sobre o caso, livros sobre o ex-ciclista, assistido documentários e preparado 112 perguntas. Mesmo assim, ficou surpresa com a confissão.

– Em 2h30 de entrevista, fiz a maioria das perguntas. Ele respondeu as mais importantes, que o mundo queria ouvir – disse Oprah, que conversou com Armstrong no dia 14 de janeiro.

De acordo com a imprensa americana, o ex-ciclista topou a entrevista para assumir o uso de doping e, assim, tentar modificar sua pena para poder voltar a competir. Ele foi bandido do esporte e teve seus títulos cassados, incluindo os sete troféus da Volta da França, após intensa investigação da Agência Antidoping dos EUA (Usada).

Armstrong também estaria buscando o perdão dos fãs, além de limpar a imagem da Livestrong, fundação que ele criou para ajudar pessoas com câncer, doença na qual ele é um sobrevivente.

LANCENET!

Universidade dos EUA retira título honorário de Lance Armstrong

O ex-ciclista Lance Armstrong sofreu mais um revés após seu escândalo de doping. Nesta quarta-feira, o conselho diretor da Universidade de Tufts, em Massachusetts (EUA), decidiu por unanimidade retirar o título honorário de Ciências Humanas que concedeu ao ex-ciclista norte-americano Lance Armstrong, em 2006.

 Segundo um porta-voz da universidade, a votação foi realizada neste mês e, mesmo reconhecendo os méritos de Armstrong em relação ao esforço e luta contra o câncer, a instituição alegou que as atitudes do norte-americano como atleta são incompatíveis com os valores propostos pela universidade.

Na época de seu discurso de graduação do curso acadêmico, Lance Armstrong vestia uma roupa de ciclismo com o nome da Tufts e, na ocasião, ele falou sobre sua luta contra o câncer a falou que todos têm que participar na luta contra a doença. Armstrong ainda deu um conselho aos graduandos: “Sejam ativos, envolvidos, agressivos, espertos e não tenham medo”.

Com 41 anos de idade, Lance Armstrong perdeu os sete títulos da Volta da França que havia conquistado em sua carreira, depois que a Agência Antidoping dos Estados Unidos apresentou provas do uso de drogas por parte do ciclista e também da participação dele em um programa de doping em sua equipe.