Copa do Brasil

Tabela Copa do Brasil 2014

Copa do Brasil é o segundo torneio de futebol mais importante do Brasil.1

É realizada em moldes semelhantes aos de competições como a Copa da Inglaterra, Taça de Portugal, Copa do Rei, Copa da Escócia, entre outras.

Até 2012 a competição foi realizada com 64 clubes dos 26 estados brasileiros e do Distrito Federal.

A partir de 2013, o Torneio será disputado com 86 equipes, seis delas já classificadas para as oitavas de finais. A partir de 2013 o principal patrocinador da competição passou a ser a Perdigão, fazendo com que a competição passe a ser chamada de Copa Perdigão do Brasil. O contrato vai até 2015.

Desde a edição de 2001, os times que participavam da Libertadores da América não disputavam a Copa do Brasil no mesmo ano, devido ao conflito de datas com a competição continental.

Sendo assim, o campeão da Copa do Brasil nunca disputava a próxima edição, uma vez que é classificado para disputar a Taça Libertadores da América do próximo ano. Porém, com a nova fórmula de disputa, a partir de 2013, o torneio nacional contará com os times participantes da Taça Libertadores da América.

A competição tem transmissão em TV aberta so pela Rede Globo, e em TV fechada pelo SporTV em parceria com a ESPN e a partir de 2013 com a Fox Sports.

Primeira Fase
1ª RODADA
12/03 – 19h30 Vilhena-RO 0 x 1 Palmeiras-SP
12/03 – 20h30 Flamengo-PI 0 x 1 Atlético-GO
12/03 – 20h30 Juazeiro-BA 0 x 2 Tupi-MG
12/03 – 20h30 São Luiz-RS 2 x 2 Nacional-AM
12/03 – 20h30 Sergipe-SE 1 x 0 Náutico-PE
12/03 – 20h30 Desportiva-ES 1 x 0 ABC-RN
12/03 – 20h30 Interporto-TO 2 x 2 Sampaio Corrêa-MA
12/03 – 20h30 Tombense-MG 1 x 1 Treze-PB
12/03 – 20h30 Goianésia-GO 2 x 2 Grêmio Barueri-SP
12/03 – 21h30 Náutico-RR 1 x 4 Ponte Preta-SP
12/03 – 22h00 Remo-PA 1 x 6 Internacional-RS
12/03 – 22h00 CSA-AL 0 x 1 São Paulo-SP
13/03 – 21h30 Rondonópolis-MT 2 x 2 CRB-AL
13/03 – 21h50 CENE-MS 2 x 2 Coritiba-PR
19/03 – 19h30 J. Malucelli-PR 1 x 1 Vitória-BA
19/03 – 19h30 Londrina-PR 2 x 0 Criciúma-SC
19/03 – 22h00 Bahia de Feira-BA 0 x 2 Corinthians-SP
19/03 – 22h00 Villa Nova-MG 1 x 1 Bahia-BA
20/03 – 19h30 São Bernardo-SP 1 x 1 Paraná-PR
20/03 – 21h50 Horizonte-CE 3 x 1 Fluminense-RJ
02/04 – 19h30 Potiguar-M-RN x Portuguesa-SP
02/04 – 20h30 Parnahyba-PI x Ceará-CE
02/04 – 20h30 Lajeadense-RS x Bragantino-SP
02/04 – 20h30 Botafogo-PB x Goiás-GO
02/04 – 20h30 Santa Rita-AL x Guarani-SP
02/04 – 20h30 Boavista-RJ x América-RN
02/04 – 20h30 Maranhão-MA x Paysandu-PA
02/04 – 20h30 Barbalha-CE x Cuiabá-MT
02/04 – 20h30 Paragominas-PA x ASA-AL
02/04 – 20h30 Santos-AP x América-MG
02/04 – 20h30 Caldense-MG x Duque de Caxias-RJ
02/04 – 21h30 Princesa do Solimões-AM x Brasiliense-DF
02/04 – 21h30 Plácido de Castro-AC x Figueirense-SC
02/04 – 22h00 Brasília-DF x Sport-PE
02/04 – 22h00 Mixto-MT x Santos-SP
03/04 – 19h30 Lagarto-SE x Santa Cruz-PE
03/04 – 21h50 Resende-RJ x Vasco da Gama-RJ
10/04 – 19h30 Novo Hamburgo-RS x Joinville-SC
2ª RODADA
02/04 – 20h30 Náutico-PE x Sergipe-SE
09/04 – 19h30 Coritiba-PR x CENE-MS
09/04 – 19h30 Criciúma-SC x Londrina-PR
09/04 – 19h30 Santa Cruz-PE x Lagarto-SE
09/04 – 20h30 Guarani-SP x Santa Rita-AL
09/04 – 20h30 ABC-RN x Desportiva-ES
09/04 – 20h30 Paysandu-PA x Maranhão-MA
09/04 – 20h30 Sampaio Corrêa-MA x Interporto-TO
09/04 – 20h30 ASA-AL x Paragominas-PA
09/04 – 20h30 Figueirense-SC x Plácido de Castro-AC
09/04 – 20h30 Treze-PB x Tombense-MG
09/04 – 20h30 América-MG x Santos-AP
09/04 – 20h30 Grêmio Barueri-SP x Goianésia-GO
09/04 – 20h30 Atlético-GO x Flamengo-PI
09/04 – 20h30 Bragantino-SP x Lajeadense-RS
09/04 – 20h30 Brasiliense-DF x Princesa do Solimões-AM
09/04 – 21h30 Nacional-AM x São Luiz-RS
09/04 – 22h00 São Paulo-SP x CSA-AL
10/04 – 21h50 Palmeiras-SP x Vilhena-RO
10/04 – 21h50 Fluminense-RJ x Horizonte-CE
16/04 – 19h30 Vitória-BA x J. Malucelli-PR
16/04 – 19h30 Avaí-SC x Naviraíense-MS
16/04 – 19h30 Bahia-BA x Villa Nova-MG
16/04 – 19h30 Paraná-PR x São Bernardo-SP
16/04 – 20h30 CRB-AL x Rondonópolis-MT
16/04 – 20h30 América-RN x Boavista-RJ
16/04 – 20h30 Duque de Caxias-RJ x Caldense-MG
16/04 – 20h30 Ceará-CE x Parnahyba-PI
16/04 – 20h30 Goiás-GO x Botafogo-PB
16/04 – 21h30 Cuiabá-MT x Barbalha-CE
16/04 – 22h00 Santos-SP x Mixto-MT
17/04 – 19h30 Joinville-SC x Novo Hamburgo-RS
17/04 – 19h30 Portuguesa-SP x Potiguar-M-RN
17/04 – 21h50 Sport-PE x Brasília-DF
17/04 – 21h50 Vasco da Gama-RJ x Resende-RJ
Preliminar
1ª RODADA
19/02 – 20h30 Real Noroeste-ES 1 x 1 Rio Branco-AC
2ª RODADA
26/02 – 21h30 Rio Branco-AC 1 x 0 Real Noroeste-ES

Copa do Brasil: Náutico larga no prejuízo diante do Sergipe

Autor: Wladmir Paulino

Numa jornada pouco criativa e com muitos erros na maior parte do tempo, o Náutico perdeu para o Sergipe por 1×0 na noite desta quarta-feira (12), no estádio Presidente Médici, em Itabaiana (SE), em sua estreia pela Copa do Brasil 2014. Com a derrota, o time pernambucano vai precisar vencer por dois gols de diferença no jogo da volta, marcado para a Arena Pernambuco no dia 2 de abril. Caso devolva o placar, a decisão vai para os pênaltis. Vitória pernambucana por um gol com os sergipanos marcando – 2×1, 3×2… – elimina a equipe de Lisca.

Credenciado pela boa campanha no campeonato estadual e, claro, atuar em casa, o Sergipe adotou uma marcação mais agressiva para tentar o primeiro gol o mais rápido possível. Em parte conseguiu. Os alvirrubros mostraram bastante dificuldade para sair jogando. Até um jogador reconhecidamente mais qualificado como o volante Elicarlos errou nesse fundamento. A equipe local teve dois escanteios nos dois primeiros minutos de jogo.

Para se ter uma ideia, a linha de defesa dos sergipanos ficava no círculo central. O que faltou ao time da casa foi qualidade na hora de articular as jogadas na hora em que a bola era retomada. A primeira finalização veio aos três minutos. Mas de longe e sem perigo para Alessandro. João Paulo mandou no meio do gol. O Náutico conseguiu responder após um cruzamento de Hélder Maurílio, aos sete. O goleiro Pablo afastou de soco e, no rebote, Gerley mandou por cima.

Os pernambucanos só acharam o melhor posicionamento após os 15 minutos. A partir daí a partida ficou equilibrada, pois o Náutico encontrava as brechas para sair em contra-ataque. Paulo Júnior mandou raspando no travessão aos 17. A oportunidade do Sergipe foi ainda mais clara, aos 23. Com Alessandro já batido, João Paulo chutou e o pé salvador de Hélder apareceu para desviar a bola por cima. Não houve pé que desse jeito quatro minutos mais tarde. Após bate-rebate na área, Rafael chutou na saída de Alessandro e abriu o placar.

No prejuízo, o timbu não teve outra alternativa a não ser colocar mais gente na frente. E os escolhidos foram os volantes, principalmente Dê. Ele quase empatou aos 33 num chute cruzado. Paulo Júnior acompanhou a jogada mas não conseguiu alcançar.

A correria do Sergipe não diminiu nos primeiros minutos do segundo tempo, no que contou com uma boa dose de apatia do Náutico. Logo aos quatro minutos, João Paulo aproveitou cochilo da defesa timbu e chutou com perigo, à direita. Aos nove, o lateral-direito Bruno Bacabal fez o que quis. Passou por Gerley, Luis Alberto e Elicarlos. Na hora de finalizar, Flávio apareceu para e evitar que a vida de Alessandro ficasse mais complicada.

O posicionamento do Sergipe foi o mesmo do primeiro tempo: marcar forte na saída de jogo e ficar com a bola o mais perto da área adversária que pudesse. A diferença em relação à etapa anterior foi o Náutico. Nos primeiros 45 minutos, os atletas conseguiam fazer a transição meio-ataque. O problema era acertar o último passe. Na etapa final, sequer a transição era feita. O time vermelho e branco de Pernambuco jogava como se estivesse diante de uma parede: toda bola afastava, voltava quase instantaneamente.

O técnico Lisca tentou mudar o panorama com as entradas de Leleu – estreando – na vaga de Yuri e Marcos Vinícius no posto de Paulo Júnior. Não mudou nada. O Náutico não conseguia trocar quatro passes seguidos, o que impedia qualquer tentativa de chegar ao gol adversário. A partir dos 25 minutos, vendo que o adversário não esboçava reação, o Sergipe recuou e esperou sair no contra-ataque. E quase ampliou aos 37 Naô recebeu cruzamento e soltou uma bomba. Alessandro espalmou.

Dois minutos depois os visitantes criaram sua melhor oportunidade até então na segunda etapa. Geovane entrara há pouco tempo e, após tabela, chutou no canto. Pablo fez milagre e garantiu a vantagem dos sergipanos. No penúltimo minuto, Marcos Vinícius deu um corte em seu marcador e foi obstruído. Apesar das reclamações de pênalti o árbitro mandou seguir.

Ficha de jogo:

Sergipe: Pablo; Bruno Bacabal, Fernando Bélem, Lelo, Edinho; Rafael, Clóves, João Paulo (Rodrigo), Leozinho; Jonathan e Júnior Pirambu (Naô). Técnico: Vinícius Saldanha.

Náutico: Alessandro; Hélder Maurílio, Luiz Alberto, Flávio e Gerley (Geovane); Elicarlos, Dê, Yuri (Leleu), Hugo e Pedro Carmona; Paulo Júnior (Marcos Vinícius). Técnico: Lisca

Local: Estádio Presidente Médici, em Itabaiana-SE. Árbitro: Marielson Alves Silva (BA). Assistentes: Wladson M Silva de Oliveira (AL) e Lennon Mccartney Farias (AL). Gol: Rafael, aos 27 do primeiro tempo. Cartões amarelos: Júnior Pirambu, Leleu, Pedro Carmona e Luiz Alberto.

Náutico se inspira no bom retrospecto fora de casa para vencer o Sergipe pela Copa do Brasil

Autor: Matheus Albino

Pedro Carmona vive boa fase e poder ajudar o time em Sergipe. Foto: Diego Nigro / JC Imagem

Vai começar a Copa do Brasil 2014 para o Náutico e a expectativa é de uma boa apresentação na competição nacional para apagar os vexames que o time vem dando nos últimos anos.

Nesta quarta-feira (12) time encara o Sergipe, no estádio Presidente Médici em Itabaiana-SE, às 20h30, pela primeira fase do torneio. No ano passado por exemplo, o Timbu, postulado na primeira divisão nacional, foi eliminado ainda na primeira fase para o Crac-GO, que estava para disputar a terceira divisão onde acabou rebaixado para a Série D.

Agora para não fazer feio novamente o técnico Lisca se apoia no bom retrospecto que o time vem tendo fora de casa, já que em seis jogos longe da Arena, o alvirrubro somou mais da metade dos pontos possíveis.

Leia mais: Náutico vem demonstrando evolução mas Lisca ainda não encontrou a formação ideal

“A nossa confiança é grande pelo desempenho fora de casa. São 10 pontos conquistados em 18 possíveis. Temos marcado gols e isso ajuda, até mesmo no 0×0 diante do Santa Cruz a equipe mostrou um bom futebol criando várias oportunidades”, comentou.

E olhe que Lisca nem lembrou da vitória em cima do sport na Ilha do Retiro, quebrando um jejum de 10 anos sem vencer na casa rubro negra. Para aumentar a confiança da equipe basta lembrar da última vitória no Campeonato Pernambucano, 4×1 diante do Porto em Caruaru, com um show de Pedro Carmona, que inclui no seu repertório, três gols anotados no placar.

Nesta fase da Copa do Brasil, o Náutico pode eliminar o jogo da volta caso conquiste uma vitória por dois gols ou mais de diferença. Mesmo sabendo das dificuldades em Itabaiana, Lisca acredita nessa possibilidade. Podemos eliminar esse jogo da volta, é uma vantagem, mas vai ser um jogo muito difícil lá e pelo menos esperamos trazer um resultado positivo para o jogo da volta”, analisou.

O Gipão é o líder do Campeonato Sergipano com 15 pontos, cinco a mais que o vice-líder, o Confiança. E para aumentar ainda mais essa superioridade no Estadual, o time aplicou uma sonora goleada de 7×0 sobre o Lagarto.

O técnico Lisca mostrou um certo conhecimento do adversário e disse estar estudando bastante a equipe. “É uma equipe muito interessante e semelhante ao Náutico”.

Equipe de Lisca está invicta fora de casa. Foto: Diego Nigro/JC Imagem

Equipe de Lisca está invicta fora de casa. Foto: Diego Nigro/JC Imagem

“Nos últimos cinco jogos eles acumularam cinco vitórias e estão em um bom momento. É um time que tem uma variação muito boa na frente com uma linha de três meias e um atacante”, afirmou.

No time as novidades são Flávio, que retorna aos titulares depois de cumprir suspensão contra o Porto, pelo Estadual, e Paulo Júnior, que deverá ganhar uma chance na vaga de

Marcelinho, que será poupado por conta do cansaço muscular. Mas, Hugo ainda aparece com chances de ocupar a vaga no ataque, e isso só deverá ser definido horas antes da partida.

O adversário

Vivendo uma ótima fase na temporada, líder do Sergipano, e invicto há cinco jogos, o colorado deve ir para o jogo contra o Náutico com a mesma formação que goleou o Lagarto por 7×0 na última rodada. Os desfalques da equipe são: Magno e Rômulo (laterais) e o meia Bruno Iotti.

Ficha de jogo

Copa do Brasil (1° fase)

Sergipe: Pablo; Bruno Bacabal, Fernando Bélem, Lelo, Edinho; Rafael, Clóves, João Paulo, Leozinho; Jonathan e Júnior Pirambu. Técnico: Vinícius Saldanha.

Náutico: Alessandro; Hélder Maurílio, Luiz Alberto, Flávio e Gerley; Elicarlos, Dê, Yuri Naves, Marcos Vinícius (Hugo) e Pedro Carmona; Paulo Júnior. Técnico: Lisca

Local: Estádio Presidente Médici, em Itabaiana-SE.

Horário: 20h30

Árbitro: Marielson Alves Silva – BA

Assistentes: Wladson M Silva de Oliveira – AL e Lennon Mccartney Farias – AL

Vitória garante classificação às semifinais da Copa do Brasil com gol de Cida aos 45

Autor Luciano Abreu

Depois de vencer a Tuna Luso em casa por 3×1, o Vitória quase viu a classificação às semifinais da Copa do Brasil Feminina escapar, mas um gol de Cida aos 45 minutos do segundo tempo, colocou o Tricolor das Tabocas de volta entre as quatro melhores equipes da competição nacional.

Jogando no Estádio Francisco Vasques, em Belém, o Vitória viu as paraenses abrir o placar aos 29 do primeiro tempo, com Jeane e ampliar aos 31 com Cássia. Aos 43, Kemily descontou para o Tricolor. A etapa inicial terminou com a Tuna Luso vencendo por 2×1.

Na etapa complementar, aos 4 minutos, a atacante Cássia voltou a marcar e ampliou a vantagem para a Tuna Luso. Aos 21, Cintia marcou o quarto da Tuna Luso. O resultado tirava a classificação do Vitória. Até que Cida apareceu aos 45 minutos e marcou o segundo do Vitória.

Sem tempo para reação a Tuna Luso caiu diante de um Vitória duas vezes vice-campeão da Copa do Brasil.

A definição do próximo adversário sairá em sorteio realizado pela CBF. Estão classificados para as semifinais Picos-PI, São José-SP e Ferroviário-SP.

CBF sorteia confrontos da primeira fase da Copa do Brasil 2014

Por Globo Esporte

A CBF sorteou, na manhã desta sexta-feira, em um hotel na Zona Oeste do Rio de Janeiro, os confrontos da primeira fase da Copa do Brasil de 2014. Oitenta clubes estão na fase inicial da disputa, incluindo gigantes do futebol brasileiro como Corinthians, Fluminense, Internacional, Palmeiras, Santos, São Paulo e Vasco. Os seis que vão representar o país na Taça Libertadores deste ano (Atlético-MG, Atlético-PR, Botafogo, Cruzeiro, Flamengo e Grêmio) vão entrar já nas oitavas de final, a ser disputada no segundo semestre, quando haverá um novo sorteio.

A Copa do Brasil de 2014 começa no dia 12 de março e tem previsão para terminar em 26 de novembro. As equipes foram divididas em oito grupos de dez (de A a H), montados conforme o ranking da entidade. Os dez primeiros colocados da lista ficaram na chave A e enfrentam uma equipe do grupo E.

Primeiro grande clube a ter o duelo sorteado, o Fluminense estreia na competição contra o Horizonte-CE. O Internacional enfrenta o Remo-PA. O Santos pega o Mixto-MT, o São Paulo, o CSA-AL, e o Palmeiras, o Vilhena-RO. O Corinthians encara o Bahia de Feira de Santana, enquanto o Vasco faz um duelo regional com o Redense. O Coritiba enfrenta o Cene-MS, o Goiás, o Botafogo-PB, o Vitória, o J. Malucelli-SC, e o Bahia, o Villa Nova-MG. O Sport pega o Brasília, e o Náutico, o Sergipe. A Portuguesa pega o Portiguar-RN, e o Criciúma, o Londrina.

Esta foi a primeira vez que o sorteio, apresentado pelo diretor de competições da CBF, Virgilio Elísio, foi transmitido, e, curiosamente, contou com a presença de poucos dirigentes.

Na fase inicial, os 40 times melhores no ranking da CBF disputam o segundo jogo em casa e têm a possibilidade de se classificarem diretamente em caso de vitória na primeira partida por dois gols de diferença.

Conheça os duelos da fase inicial de acordo com a ordem do sorteio (sem emparelhamento):

Juazeiro-BA x Tupi-MG

Barbalha-CE x Cuiabá-MT

Caldense-MG x Duque de Caxias-RJ

Interporto-TO x Sampaio Corrêa-MA

Novo Hamburgo-RS x Joinville-SC

Lagarto-SE x Santa Cruz-PE

Brasiliense x Princesa dos Solimões-AM

São Luiz-RS x Nacional-AM

Tombense-MG x Treze-PB

Paragominas-PA x ASA-AL

Maranhão-MA x Paysandu-PA

Goianésia-GO x Barueri-SP

Lajeadense-RS x Bragantino-SP

São Bernardo-SP x Paraná

Santos-AP x América-MG

Boavista-RJ x América-RN

Chapecoense-SC x vencedor de Rio Branco-AC ou Real Noroeste-ES

Santa Rita-AL x Guarani

Desportiva-ES x ABC-RN

Naviraiense-MS x Avaí

Brasília x Sport

Plácido de Castro-AC x Figueirense

Londrina-PR x Criciúma

Náutico-RR x Ponte Preta

Villa Nova-MG x Bahia

Flamengo-PI x Atlético-GO

Portiguar-RN x Portuguesa

Parnahyba-SE x Ceará

Sergipe-SE x Náutico

Horizonte-CE x Fluminense

Remo-PA x Internacional

Mixto-MT x Santos

CSA-AL x São Paulo

J. Malucelli-SC x Vitória

Goiás x Botafogo-PB

Vilhena-RO x Palmeiras

Coritiba x Cene-MS

Bahia de Feira de Santana-BA x Corinthians

Resende-RJ x Vasco

DESMASCARADO O MAIOR ESCÂNDALO ESPORTIVO DOS ÚLTIMOS TEMPOS!!!!

Quando o competente e comprometido diretor Dagoberto dos Santos saiu do Atlético-Pr sem qualquer motivo (relembre aqui), muitos não entenderam o porquê. Mas aos poucos tudo vai se esclarecendo. Já não é de hoje que fãs deste que um dia foi o esporte mais popular do planeta vem sendo confrontados com uma dura realidade: futebol virou um negócio. Nada mais.

Desde outubro começou a rondar nos bastidores o medo de que o Atlético-Pr não conseguisse terminar a tempo as obras da Arena da Baixada e, assim, perdesse o direito de sediar a Copa do Mundo. Não apenas o clube paranaense, mas também a CBF ligou o “alerta vermelho”. O time, porém, vinha correspondendo muito bem em campo, e é atualmente vice-líder do campeonato brasileiro, com vaga na Libertadores da América praticamente garantida.

A derrota na final da Copa do Brasil levantou suspeitas: como um dos melhores plantéis do país poderia perder para um time como o Flamengo, que lutou para não ser rebaixado no Campeonato Brasileiro? Os fatos que serão aqui expostos estão sendo apurados e muito em breve aparecerão na grande mídia, tão logo as provas definitivas sejam colhidas.

No dia 26 de Novembro, véspera do jogo final, o Sr. Mario Celso Petraglia (presidente do Atlético), o técnico Vagner Mancini, e o Sr. Jorge Fontes Hereda, diretor geral da Caixa Econômica Federal, se reuniram com os jogadores e apresentaram uma curiosa “proposta”: perder o jogo, dando ao Flamengo seu terceiro título no prestigiado torneio nacional.

De acordo com o que foi proposto, clube e jogadores seriam beneficiados: ao Atlético-PR, a garantia de que o estádio ficaria pronto e apto a abrigar os 4 jogos da Copa do Mundo e uma renovação do patrocínio da Caixa Econômica Federal, quealegadamente vinha pagando menos ao clube do que ao rival, Coritiba.

Para os jogadores, houve um pagamento em dinheiro (R$ 50.000 para cada um e mais um bônus de R$2 milhões a serem divididos entre os titulares, reservas e comissão técnica) e a garantia de transferência para a Europa, envolvendo um clube polonês: o Wisla Cracóvia transferiria atletas para o Atlético-PR, que viabilizaria bons contratos na Europa para alguns dos principais jogadores, especialmente Delatorre, Weverton e Ederson.

O título do Flamengo ainda não está homologado na CBF: Grêmio e Goiás já entraram com recurso solicitando suspensão imediata dos dois finalistas.

Terá sido um bom negócio para o Atlético?

Tim Vickery
BBC Brasil/SPORTV

"Fotos" Copa do Brasil 2013 Flamengo Tri Campeão

Em uma virada completa, a torcida que lotou o estádio (57.991 pagantes e 68.857 presentes, com renda de R$ 9.733.785,00) e comandou a festa para comemorar a terceira conquista do clube na competição (1990 e 2006), que vale vaga na Taça Libertadores do próximo ano, e a primeira do novo Maracanã.

Flamengo vence o Furacão por 2 a 0 e é campeão da Copa do Brasil

Diante do Atlético-PR, o Flamengo foi da profunda crise à redenção, em um ciclo que se fecha com capricho, com o título da Copa do Brasil. A vitória por 2 a 0 sobre o Atlético-PR nesta quarta-feira, no Maracanã, é o último capítulo de uma história que não parecia nada boa para o time carioca em setembro, quando perdeu para este mesmo time, neste mesmo estádio, e ficou também sem o técnico Mano Menezes. Em uma virada completa, a torcida que lotou o estádio (57.991 pagantes e 68.857 presentes, com renda de R$ 9.733.785,00) e comandou a festa para comemorar a terceira conquista do clube na competição (1990 e 2006), que vale vaga na Taça Libertadores do próximo ano, e a primeira do novo Maracanã.

Com o 1 a 1 na última quarta-feira, em Curitiba, o Rubro-Negro carioca jogava por um empate por 0 a 0 ou por qualquer vitória. Vitória que chegou nos minutos finais,  primeiro com Elias, e depois com o Borcador, artilheiro da Copa do Brasil com oito gols, e do novo Maracanã, com 17. Foi  sofrido, brigado, o que só aumentou o sabor da comemoração da torcida. E os jogadores foram junto, correndo em direção às arquibancadas em total comunhão. De lá, os gritos de “Fica Elias”, pois o volante tem o contrato encerrado no fim do ano.

A conquista do Flamengo tem a cara de Jayme de Almeida, que ganhou a missão de conduzir um time destroçado pelo pedido de demissão de Mano Menezes após a derrota para este mesmo Atlético-PR, só que pelo Brasileiro. Dali a poucos dias aconteceria a primeira partida das quartas de final contra o Botafogo. Eliminar o rival, um mês depois,  com uma sonora goleada por 4 a 0, deu liga ao elenco na competição, já credenciado por ter deixado pelo caminho o campeão brasileiro Cruzeiro. O Rubro-Negro passou com certa facilidade pelo Goiás na semifinal, até chegar diante do Furacão, para fechar o ciclo, do quase apocalipse à redenção com a taça. No fim, o técnico foi cercado pelo jogadores, abraçado e consagrado como comandante do título.

Elias gol Flamengo contra Atlético-PR final Copa do Brasil (Foto: André Durão / Globoesporte.com)
Elias comemora o gol do título da Copa do Brasil no Maracanã (Foto: André Durão / Globoesporte.com)

Fla vence a batalha no meio-campo

O primeiro tempo começou nervoso, como é bem comum em uma decisão. A bola queimava nos pés e, com isso, as jogadas combinadas eram raras. O Flamengo, dono de uma pequena vantagem e atuando em casa, se sentia mais confortável. A arma do Furacão, como aconteceu na partida de Curitiba, era a velocidade de Marcelo. No entanto, sem Everton, suspenso, o atacante virou presa mais fácil para a marcação. Vanger Mancini optou por Felipe para o lugar de Everton e o time paranaense, além de não ganhar poder de criação, sofreu com um buraco na frente da sua área. Um espaço, que, aos poucos, o time de Jayme de Almeida começou a aproveitar.

Entra em cena Luiz Antonio. O primeiro chute logo ali no início do jogo já mostrava que outra vez ele atuaria mais avançado, e Elias mais contido. A medida, assim como já havia acontecido em Curitiba, confundiu a marcação do Furacão. Aos 11, em contra-ataque, o volante entrou sozinho pelo meio da área, mas Carlos Eduardo fez a opção errada pela esquerda e estragou uma jogada que parecia gol certo. A torcida, que apoiou o camisa 20 e gritou seu nome antes do apito inicial, contrariando um hábito frequente de vaias, foi ao desespero.

Embora Hernane insistisse em sair da área, trazendo os zagueiros para perto dos armadores, Luiz Antonio conseguiu quatro finalizações das sete do Flamengo na primeira etapa. Na mais perigosa delas, em cobrança de falta, acertou a junção da trave com o travessão. O Atlético-PR pouco ameaçava, só chutou uma vez ao gol de Felipe. A torcida empurrava. O Rubro-Negro controlava as ações.

Hernane gol Flamengo final Copa do Brasil jogo Atlético-PR (Foto: André Durão / Globoesporte.com)
Hernane morde o escudo do Fla na comemoração com a torcida (Foto: André Durão / Globoesporte.com)

Elias e Hernane decidem

Os times voltaram do intervalo sem alterações, e o panorama da partida também seguiu semelhante aos da primeira etapa nos primeiros minutos. Em uma escapada rápida, Hernane sairia na cara do gol, mas o impedimento foi incorretamente marcado. Insatisfeito, Mancini reslveu dar uma sacudida no time. Sacou Felipe e lançou Delatorre. O Furacão adiantou as suas peças, passou a ocupar mais o campo adversário, e Jayme de Almeida contra-atacou. Para reforçar o sistema de marcação, colocou Diego Silva no lugar de Carlos Eduardo, que dessa vez saiu aplaudido e com o nome gritado.

Os esquemas de jogo mudaram, o tempo passou, mas Luiz Antonio seguiu sendo o jogador mais efetivo do meio-campo do Flamengo. O volante colocou a bola na cabeça de Hernane, que cabeceou mal, para fora. Com maior presença do rival no ataque, o rubro-negro carioca se desarticulou e começou a fazer faltas próximas de sua área, o que criou boas chances para os paranaenses. A torcida, que apoiava sem parar, ficou apreensiva. O Atlético-PR, com a necessidade de um gol, ganhou confiança e esboçou uma pressão, embora não tivesse quem carregasse a bola até os atacantes com qualidade. Paulo Baier, aparentemente cansado, não estava bem.

Paulinho quase marcou em contra-ataque, e a torcida sentiu que era hora de voltar com sua força.  O Flamengo recuou para segurar o empate, e os dez minutos finais foram de roer os dedos para os dois lados. O Brocador, que passou em branco nas finais, acertou voleio que Weverton salvou. Em seguida, ele perdeu outra chance, mas Paulinho pegou o rebote, fez jogada sensacional em cima de Deivid, e deixou Elias na cara do gol para fazer 1 a 0. O resultado já valia o título, mas faltava o gol de Hernane. E Luiz Antonio deixou o Brocador em condições de cumprir sua promessa e fazer um gol na decisão.

Heróis da resistência: Léo Moura e Baier famintos pela Copa do Brasil

Por Rio de Janeiro

Será algo inédito. Seja qual for o resultado. Para um ou para outro, erguer a Copa do Brasil como capitão do seu clube tem sabor ainda desconhecido. Falta pouco. Muito pouco para que um deles descubra. Léo Moura ou Paulo Baier? Quem terá esse privilégio? Nesta quarta-feira, num Maracanã abarrotado por cerca de 70 mil pessoas, Flamengo e Atlético-PR escrevem o capítulo final da Copa do Brasil 2013, a partir das 21h50m (de Brasília). E caberá ao lateral-direito ou ao meia a honra de erguer a taça, o passaporte para a próxima Libertadores da América.

Montagem Léo Moura e Paulo Baier (Foto: Editoria de arte)
Léo Moura e Paulo Baier dão o toque de experiência na final da Copa do Brasil (Foto: Editoria de arte)

Ambos contrariaram previsões e ignoraram o tempo para viver esse momento. Léo tem 35 anos, tem seis títulos pelo Rubro-Negro no currículo, inclusive a Copa do Brasil de 2006, mas jamais ergueu um troféu com a braçadeira. Depois de um 2012 difícil, foi olhado com desconfiança mesmo pelo torcedor mais grato ao que o camisa 2 já fez pelo clube. Na reta final da atual temporada, cresceu, livrou-se de problemas físicos e tornou-se decisivo na campanha que tenta o tricampeonato. Com contrato até 31 de dezembro, espera o título e a renovação.

– É uma vitóra pessoal muito grande. Esse momento que estou vivendo aqui é tremendo, especial demais por tudo que aconteceu no ano passado, as lesões. Esse ano consegui crescer durante o campeonato. Tenho tido sucesso. Tenho que agradecer aos companhieros, foram as principais peças que me motivaram. Eles me ajudaram a voltar a jogar bem. Cada um acreditou em mim de forma especial. Acredito que assim como eu, o Baier é um cara que se cuida bastante, usa experiência em campo – disse Léo Moura.

Paulo Baier, de 39, maior artilheiro da era dos pontos corridos do Brasileirão, com 101 gols, conduz o Furacão, que chega pela primeira vez à final da competição. É líder e busca seu primeiro título nacional na elite do futebol brasileiro. A diretoria, que chegou a cogitar não renovar o contrato do vetereno, não suportou a pressão do grupo e dos torcedores e ampliou o vínculo. Com mais um ano de carreira pela frente, Baier pretende alcançar sua conquista mais expressiva antes de a aposentadoria chegar. É a busca pelo tão famoso final feliz.

– Seria muito importante para mim, em final de carreira, tendo mais um ano de contrato… Ter um título assim pelo clube seria uma coisa marcante, importante também para a minha carreira – afirmou.

O Flamengo está em vantagem depois do placar de 1 a 1 no Durival Britto, em Curitiba, semana passada. O empate sem gols dá ao título aos cariocas. Um novo 1 a 1 leva a decisão para os pênaltis. Empates a partir de 2 a 2 dão o título ao Atlético-PR. Se houver um vencedor nos 90 minutos, por qualquer placar, este será o campeão.

Leandro Vuaden (RS) apitará a partida, auxiliado por Emerson Carvalho (SP) e Marcelo Van Gasse (SP). A Rede Globo transmite o jogo Globo para RJ, RS, SC, PR, MG, ES, GO, TO, MS, MT, BA, SE, AL, PE, PB, RN, CE, PI, MA, PA, AM, RO, AC, RR, AP e DF. O SporTV e o PFCI mostram o duelo ao vivo para todo o Brasil. O GLOBOESPORTE.COM acompanha todos os lances, em Tempo Real, com vídeos exclusivos.

header as escalações 2

Flamengo: o técnico Jayme de Almeida não terá o zagueiro Chicão, que tem um problema muscular na coxa direita e não conseguiu se recuperar. Samir assume o posto. Nas demais posições, nenhum problema. A equipe está escalada com Felipe, Léo Moura, Samir, Wallace e André Santos; Amaral, Luiz Antonio, Elias e Carlos Eduardo; Paulinho e Hernane.

Atlético-PR: a principal dúvida é em relação ao substituto de Everton. O técnico Vagner Mancini conta com três principais opções para substituí-lo: João Paulo, Felipe e Dellatorre. O primeiro também pode substituir Zezinho. O lateral Léo, absolvido pelo STJD em julgmamento na noite de terça-feira, depende de liminar para atuar. Com isso, o Furacão deve entrar em campo com Weverton; Juninho (Léo), Manoel, Luiz Alberto e Pedro Botelho; Deivid, Zezinho (João Paulo), Felipe (João Paulo ou Dellatorre) e Paulo Baier; Marcelo e Ederson.quem esta fora (Foto: arte esporte)

Flamengoo zagueiro Chicão, com lesão na coxa direita, não joga. O volante Victor Cáceres, que se recupera de cirurgia, está fora e só volta ao time no ano que vem.

Atlético-PR: O meia Everton também fica fora pelo terceiro amarelo, recebido no jogo de ida da final. Já Bruno Silva e Roger não podem jogar por já terem defendido outros clubes na Copa do Brasil – Ponte Preta e Sport, respectivamente..

header pendurados (Foto: ArteEsporte)

Flamengo: Chicão, André Santos, Luiz Antonio, Elias e Léo Moura.

Atlético-PR: Weverton, Manoel, Luiz Alberto, Jonas, João Paulo, Juninho, Douglas Coutinho.

* A suspensão resultante de um cartão na final será cumprida pelo jogador em sua primeira partida de uma edição futura da Copa do Brasil.

header_na_historia (Foto: arte esporte)

Flamengo e Atlético-PR se enfrentam pela primeira vez pela Copa do Brasil. Em confrontos pelos Brasileiro, a última vitória do clube carioca sobre o rival aconteceu em um ano de boas recordações, um ano de título. Pela quarta rodada do Brasileiro de 2009, o Flamengo do técnico Andrade venceu o Furacão por 2 a 1 no Maracanã, pela quarta rodada, com gols de Adriano e do zagueiro Antônio Carlos (contra). Rafael Moura anotou para o time paranaense, treinado por Antônio Lopes.

Atlético-PR e Flamengo empatam em 1 a 1 no primeiro jogo da decisão, em Curitiba

Gazeta Press

 Em meio a um mar rubro-negro de caveiras na Vila Capanema, o Atlético Paranaense ficou no empate em 1 a 1 diante do Flamengo, na noite desta quarta-feira, pelo primeiro jogo da final da Copa do Brasil 2013. A equipe da casa saiu na frente na busca pela vantagem para a volta, mas cedeu a igualdade ainda no primeiro tempo.


A festa do torcedor foi recompensada logo aos 17 minutos da primeira etapa, com um belo gol de Marcelo, que acertou uma bomba para abrir o placar. O empate veio na mesma moeda, nos pés de Amaral, aos 29 minutos. Depois do intervalo, confronto equilibrado as nada de bola na rede.

A próxima partida está marcada para a próxima quarta-feira, dia 27, no Maracanã, no Rio de Janeiro. Um empate sem gols dá o título aos cariocas. Com igualdade de dois gols ou mais o Furacão leva a conquista inédita em sua história.

O jogo

As duas equipes entraram com novidades em campo. Pelo time da casa, Juninho foi o escolhido para ocupar a vaga deixada pelo suspenso Léo, enquanto Pedro Botelho retornou para a lateral esquerda. Pelos cariocas, Felipe, recuperado de lesão, retomou a camisa 1. Com a bola rolando, a primeira chegada foi do Flamengo, com Luiz Antônio, aos dois minutos, cruzando rasteiro nas mãos de Weverton. O jogo era truncado, com as equipes cautelosas.

Aos oito minutos, após cobrança de escanteio, Chicão se livrou da marcação e furou no momento da conclusão. Na pressão, o Atlético tentou dois cruzamentos seguidos com Paulo Baier, mas parou nas mãos de Felipe. Mas, aos 17 minutos, Paulo Baier deu um passe genial para Marcelo, que abriu espaço e fuzilou de fora da área para abrir o placar e levar o torcedor à loucura em Curitiba.

Mesmo após o gol, o panorama da partida não mudou muito, com muita marcação em campo. Aos 27 minutos, André Santos, lesionado, obrigou o técnico Jayme de Almeida a colocar João Paulo em campo. Até que a resposta flamenguista veio na mesma moeda atleticana. Aos 29 minutos, Amaral acertou um lindo chute de fora da área para empatar. Aos 34 minutos, Marcelo ajeitou para ele mesmo e bateu forte, por cima da meta. Aos 38 minutos, foi a vez de Chicão sentir lesão e sair para a entrada de Samir.

Para o segundo tempo, nenhuma nova modificação nas equipes. Aos três minutos, Luiz Alberto testou firme e Felipe fez grande defesa. No troco, Hernane bateu e Weverton pegou em dois tempos. Aos oito minutos, novo levantamento na área carioca e Éderson chegou para cabecear pela linha de fundo. O jogo era equilibrado, com as duas equipes se alternando. Aos nove minutos, Hernane desviou na área, com perigo, para fora.

Em boa arrancada de Marcelo, aos 13 minutos, o atacante ganhou da zaga e chutou para Felipe defender e Samir afastar o perigo. Mancini surpreendeu com a entrada do atacante Dellatorre no lugar do lateral Pedro Botelho, visivelmente sem ritmo. Aos 21 minutos, Marcelo invadiu a área em velocidade, se jogou e ficou pedindo pênalti, sem ser atendido pela arbitragem. Aos 24 minutos, Léo Moura recebeu passe açucarado de Paulinho e isolou a bola.

O meia Éverton recebeu o terceiro cartão amarelo, em lance aos 28 minutos, e está fora da segundo jogo. Na cobrança falta, na entrada da área, Luiz Antônio mandou para fora. De longe, Éverton experimentou o chute, aos 30 minutos, e exigiu boa intervenção de Felipe, que cedeu escanteio. O Flamengo buscava explorar os contra-ataques. Aos 38 minutos, João Paulo tentou surpreender Wéverton e a bola subiu. Aos 45 minutos, Zezinho cobrou falta e Felipe garantiu o empate.0

ATLÉTICO-PR 1 X 1 FLAMENGO

ATLÉTICO-PR
Weverton, Juninho, Manoel, Luiz Alberto e Pedro Botelho (Dellatorre); Deivid, Zezinho, Everton e Paulo Baier (Maranhão); Marcelo e Ederson (Ciro)
Técnico: Vagner Mancini

FLAMENGO
Felipe, Leonardo Moura, Wallace, Chicão (Samir) e André Santos (João Paulo); Amaral, Luiz Antônio, Elias e Carlos Eduardo (Diego Silva); Paulinho e Hernane
Técnico: Jayme de Almeida

Local: Estádio Durival Britto e Silva, em Curitiba (PR)
Data: 20 de novembro de 2013, quarta-feira
Gols: Marcelo, aos 17, e Amaral, aos 29 do 1ºT
Árbitro: Paulo César de Oliveira (Fifa-SP)
Assistentes: Altemir Hausmann (Fifa-RS) e Alessandro Rocha (Fifa-BA)
Cartões amarelos: Pedro Botelho (Atlético-PR); Leonardo Moura, Elias (Flamengo)