Copa Sul Americana

Santa Cruz perde do Independiente Medellín por 2 a 0 em seu primeiro jogo oficial fora do país

FICHA DA PARTIDA – INDEPENDIENTE MEDELLÍN 2X0 SANTA CRUZ

Independiente Medellín: David González; Piedrahita, Mosquera, Arias e Valencia; Cabezas, Moreno, Hernández (Atuesta) e Mauricio Molina (Macias); Hechalar (Cortez) e Caicedo. Técnico: Leonel Alvaréz.

Santa Cruz: Tiago Cardoso; Danilo Pires, Danny Morais, Néris e Allan Vieira; Uillian Correia, Derley e Wellington Cezar (Jadson); Arthur (Mazinho), Pisaño (Marion) e Grafite. Técnico: Doriva.

Copa Sul-Americana (oitavas de finais).

Local: Estádio Atanasio Girardot, Medellín (COL).

Árbitro: Raúl Orosco (BOL). Auxiliares: Juan Montaño e Jose Antelo (ambos da Bolívia).

Gols: Hechalar (IM) aos 38 minutos do primeiro tempo; Cortez (IM) aos 42 do segundo. Amarelos: Hernández (IM), Allan Vieira (SC) e Danny Morais (SC).

Santa Cruz entra em campo na Sula para escrever mais um capítulo de sua história

FICHA DA PARTIDA – INDEPENDIENTE MEDELLÍN X SANTA CRUZ

Independiente Medellín: David González; Marlon Piedrahíta, Andrés Mosquera, Jorge Arias, Juan David Valencia; John Hernández, Didier Moreno, Eduard Atuesta; Mauricio Molina, Hernán Hechalar; Juan Fernando Caicedo. Técnico: Leonel Alvaréz.

Santa Cruz: Tiago Cardoso; Derley, Danny Morais, Néris e Allan Vieira; Uillian Correia, Jadson e Wallyson; Arthur, Pisaño e Bruno Moraes. Técnico: Doriva.

Copa Sul-Americana (oitavas de finais).

Local: Estádio Atanasio Girardot, Medellín (COL).

Horário: quarta-feira, às 21h45 (horário do Recife).

Árbitro: Raúl Orosco (BOL). Auxiliares: Juan Montaño e Jose Antelo (ambos da Bolívia).

A incrível viagem da kombi tricolor do Recife a Medellín. Com data para quebrar

Seria uma odisseia. A bordo de uma kombi cansada, fiéis tricolores partiriam no domingo, às 13h, com destino a Medellín, na Colômbia. Tudo para ver a primeira partida oficial do Santa Cruz no exterior, diante do Independiente, pelas oitavas da Copa Sul-Americana, quarta-feira, às 21h45. Ao custo de R$ 300, ou R$ 400 parcelado, o torcedor ficaria quatro dias na estrada, num trajeto para poucos.

O menor percurso possível, de 8.128 quilômetros, cortaria o interior de Pernambuco, Piauí, Maranhão, Tocantins e Pará, com direito a 1.046 km somente na BR-230, até chegar em Humaitá, no sul do Amazonas. Lá, pegaria a Transamazônica até Manaus, subindo em Roraima e finalmente saindo do país. Colômbia? Nada disso. Caso liberada na divisa, a kombi guerreira entraria na Venezuela, que vive um momento turbulento. Teria que percorrer o país até a Colômbia. Nessa viagem toda, cinco balsas para atravessar rios. Com boa vontade, respeitando todas as leis de trânsito e sem parar um instante sequer, seriam 119 horas. Da saída programada no Arruda até o jogo, apenas 81 horas.

Ao pé da letra, via estimativa do Google Maps, somente ao meio-dia da sexta essa kombi chegaria. Até lá, o time do Santa já estaria novamente no Brasil. Não que a viagem tenha sido mal planejada. Por mais que tenha instigado torcedores, afinal, seria uma senhora prova de paixão, foi tudo uma brincadeira, iniciada e viralizada em grupos de torcedores nas redes sociais. A própria kombi, real, foi tirada do site oficial, num registro de um torcedor que usa o veículo fazendo transporte escolar gratuito. Ao menos um dado compartilhado era real: o telefone. O que não teve de gente interessada nas “três vagas restantes”…

Obs. Na trama, a kombi “quebraria” na terça-feira. Chegar seria mesmo difícil. por: Cassio Zirpoli

Santa Cruz e Sport ficam no 0x0 no 1º clássico da Sul-Americana

FICHA DA PARTIDA – SANTA CRUZ 0X0 SPORT

 Santa Cruz – Tiago Cardoso; Léo Moura, Danny Morais, Luan Peres e Allan Vieira; Uillian Correia, Derley, João Paulo (Danilo Pires) e Matías Pisano; Keno (Marion) e Grafite (Wallyson). Técnico: Doriva.

Sport – Magrão; Samuel Xavier, Matheus Ferraz, Ronaldo Alves e Rodney Wallace (Mark González); Rithely, Paulo Roberto e Gabriel Xavier; Everton Felipe (Reinaldo Lenis), Rogério e Edmilson (Luis Carlos Ruiz). Técnico: Oswaldo de Oliveira.

Copa Sul-Americana. Local: Arena Pernambuco, São Lourenço da Mata (PE).

Árbitro: Julio Bascuñán (CHI). Assistentes: Marcelo Barraza e Christian Schierman (ambos do Chile).

Gols: Não houve.

Amarelos: Matheus Ferraz (S), Paulo Roberto (S) e Derley (SC). Público: 5.517. Renda: 71.085.

Santa Cruz aumenta freguesia sobre o Sport em jogos decisivos e avança na Sul-Americana

O Santa Cruz manteve a escrita. Se em competições estaduais, vem levando vantagem desde 2011 em jogos decisivos contra o Sport, com quatro estaduais conquistados em cima do rival, agora o tricolor levou a freguesia para níveis internacionais. Superior em campo, os corais venceram os rubro-negros por 1 a 0, nesta quarta-feira, na Arena de Pernambuco, e se classificaram para a próxima fase da Copa Sul-Americana, onde enfrentará Sportivo Luqueño ou Independiente Medellin. que venceu a ida, na Colômbia, por 3 a 0. Campeão pernambucano e da Copa do Nordeste, os tricolores, ainda em situação difícil no Brasileiro, rompem mais uma fronteira. Agora para fora do País. A vitória também foi a primeira do Santa sob o comando do técnico Doriva.

Ficha do jogo

Sport 0x1 Santa Cruz


Sport

Magrão; Samuel Xavier, Matheus Ferraz, Ronaldo Alves (Durval) e Mansur; Rithely, Paulo Roberto (Serginho), Gabriel Xavier, Diego Souza e Mark González; Edmilson (Vinícius Araújo). Técnico: Oswaldo de Oliveira.

Santa Cruz
Tiago Cardoso; Léo Moura, Luan Peres, Danny Morais e Allan Viera; Derley (Jádson), Uillian Correia, João Paulo (Arthur), Pisano e Keno; Grafite (Bruno Moraes). Técnico: Doriva.

Local: Arena de Pernambuco. Árbitro: Diego Haro (Peru). Assistentes: Raul Lopez Cruz e Michael Orue (ambos do Peru).Cartões amarelos: Derley, João Paulo e Uillian Correia (SC); Edmilson, Vinícius Araújo e Gabriel Xavier (S). Gol: Bruno Moraes (37’ do 2T, Santa) Público: 6.570. Renda: R$ 102.840,00

Sport e Santa Cruz se reencontram na ‘Sula’

Sport
Magrão; Samuel Xavier, Matheus Ferraz, Ronaldo Alves e Renê (Mansur); Paulo Roberto, Rithely, Everton Felipe, Diego Souza e Gabriel Xavier; Edmilson. Técnico: Oswaldo de Oliveira.

Santa Cruz

Tiago Cardoso; Léo Moura, Luan Peres, Danny Morais e Allan Vieira; Uillian Correia, Derley, João Paulo, Pisano e Keno; Grafite. Técnico: Doriva.

Local: Arena de Pernambuco (São Lourenço da Mata-PE). Horário: 21h45. Árbitro: Diego Haro (Peru). Assistentes: Raul Lopez Cruz e Michael Orue, ambos do Peru.

Ingressos:

Leste Inferior
Sócios: R$20

Leste Superior
Sócios: R$ 10
Não-sócio: R$15

Norte Superior
Visitante: R$15

Norte Inferior
Visitante: R$25

Camarote Oeste
Sócio: R$2.000
Proprietário de camarote: R$1.000
Inteira: R$ 2.000

Vip Lounge
Sócio: R$50
Proprietário: R$50
Sócio-proprietário: R$30
Inteira: R$100 / Meia: R$50

Premium Deck (Oeste)
Sócio: R$30
Proprietário: R$30
Sócio-Proprietário de cadeira ou camarote: R$10
Inteira: R$80 / Meia: R$40

Em ano do centenário do clássico, Santa Cruz e Sport fazem primeiro duelo internacional

Ficha do Jogo

Santa Cruz
Tiago Cardoso; Léo Moura, Luan Peres, Danny Morais e Allan Vieira; Uillian Correia, Derley, João Paulo, Pisano e Keno; Grafite. Técnico: Doriva.

Sport
Magrão; Apodi, Matheus Ferraz, Ronaldo Alves (Durval) e Rodney Wallace; Serginho, Rithely, Lenis, Gabriel Xavier e Rogério; Ruiz. Técnico: Oswaldo de Oliveira.

Estádio: Arena de Pernambuco (São Lourenço da Mata-PE). Horário: 21h45. Árbitro: Julio Bascuñan (Fifa-Chile).Assistentes: Marcelo Barraza (Chile) e Christian Schierman (Chile).

Os ingressos para o clássico:

Torcida do Santa Cruz

Cadeira Inferior Nível 1 Leste
Sócio – R$ 25
Sócio Promocional – R$ 20
Sócio Internet – R$ 15

Cadeira Inferior Nível 1 Sul
Inteira – R$ 50
Meia-Entrada/Promocional/Sócio – R$ 25
Sócio Promocional – R$ 20

Cadeira Superior Nível 4 Leste/Sul
Inteira – R$ 30
Meia-Entrada/Promocional/Sócio – R$ 15

Cadeira Superior Nível 4 Oeste

Inteira – R$ 30
Meia-Entrada/Promocional/Sócio – R$ 15

Nível 1 – Assento Premium Mandante Oeste
Inteira – R$ 120
Meia-Entrada – R$ 60
Sócio – R$ 50
Sócio & Proprietário de Camarote/Conselheiro/Sócio & Proprietário de Cadeira – R$ 30

Camarote Nível 2 Oeste
Inteira – R$ 100
Sócio & Proprietário de Camarote – R$ 50

Nível 3 – Premium Deck Oeste Mandante

Inteira – R$ 120
Meia-Entrada – R$ 60
Sócio – R$ 50
Sócio & Proprietário de Camarote/Conselheiro/Sócio & Proprietário de Cadeira – R$ 30

Torcida do Sport (Visitante)

Cadeira Inferior Norte
Inteira – R$ 50
Meia-Entrada/Promocional – R$ 25

Cadeira Superior Norte
Inteira – R$ 30
Meia Entrada/Promocional – R$ 15,00

Conheça os grupos da Libertadores: Verdão e Grêmio têm rivais difíceis

Por FOX SPORTS

Os grupos da Copa Bridgestone Libertadores estão definidos. Em sorteio realizado na noite desta terça-feira (22 de dezembro), na sede da Conmebol, em Luque, no Paraguai, ficaram estabelecidas as chaves das equipes que disputarão o título na edição de 2016 do torneio continental. Além do São Paulo, que disputa a primeira fase contra o Cesar Vallejo (PER), Corinthians, Atlético-MG, Grêmio e Palmeiras são os outros brasileiros que iniciam a competição na fase de grupos.

Confira como ficaram os oito grupos da Copa Bridgestone Libertadores de 2016:

Grupo 1
River Plate (ARG)
The Strongest (BOL)
Trujillanos (VEN)
São Paulo ou César Vallejo (PER)

Grupo 2
Nacional (URU)
Palmeiras
Rosario Central (ARG)
River Plate (URU) ou Universidad de Chile (CHI)

Grupo 3
Boca Juniors (ARG)
Bolívar (BOL)
Deportivo Cali (COL)
Puebla (MEX) ou Racing (ARG)

Grupo 4
Peñarol (URU)
Atlético Nacional (COL)
Sporting Cristal (PER)
Huracán (ARG) ou Caracas (VEN)

Grupo 5
Atlético-MG
Colo-Colo (CHI)
Melgar (PER)
Independiente Del Valle (EQU) ou Guaraní (PAR)

Grupo 6
San Lorenzo (ARG)
Grêmio
LDU (EQU)
Toluca (MEX)

Grupo 7
Olimpia (PAR)
Emelec (EQU)
Deportivo Táchira (VEN)
Pumas (MEX)

Grupo 8
Corinthians
Cerro Porteño (PAR)
Cobresal (CHI)
Oriente Petrolero (BOL) ou Independiente Santa Fe (COL)

Até dez clássicos entre Santa Cruz e Sport em 2016, do Estadual à Sul-Americana

Por: Cassio Zirpoli

Em 2008, tricolores e rubro-negros não se enfrentaram uma vez sequer. Resultado do regulamento esdrúxulo no Estadual, somado à fraca campanha coral na competição e às divisões distintas no Campeonato Brasileiro. O hiato foi um incômodo na temporada, o primeiro em muito tempo. Em 2016, por outro lado, há a possibilidade de uma overdose de Clássico das Multidões. Com o retorno do Santa Cruz à Série A e ao Nordestão, torneios também com a presença do Sport, os destinos podem se cruzar várias vezes…

O número de confrontos oficiais pode ir de 4 a 10 jogos.

Estadual (de 2 a 4 jogos)
Além do hexagonal, com duas partidas já marcadas (21/02 e 10/04), os rivais podem se enfrentar no mata-mata (semifinal ou decisão). O histórico mostra que que a chance é considerável. Nos últimos cinco anos foram quatro vezes, com três triunfos tricolores (todos na final) e um dos rubro-negros (na semi).

Copa do Nordeste (até 2 jogos)
Por pouco os times não ficaram logo no mesmo grupo. No sorteio, o Sport foi o cabeça de chave do D. O Santa Cruz estava no segundo grupo de bolinhas, e só foi sorteado na chave C, encabeçada pelo Bahia. De toda forma, o confronto pode acontecer a partir das quartas de final (como em 2014, na semi).

Série A (2 jogos)
Após quinze anos, o Clássico das Multidões está de volta à elite nacional, sendo a primeira vez nos pontos corridos. Desde 1971 foram 13 partidas. Mais duas entrarão na lista, uma no turno e outra no returno do Brasileirão.

Copa Sul-Americana (2 jogos…?)
Sula? Acredite, há chance. Caso o Sport termine a Série A atrás de São Paulo e Inter (e apenas um cenário improvável faria ser diferente), o time terá a pré-vaga da Sul-Americana, já no pote 1 da “fase nacional”. Enquanto isso, o Santa pode acabar a Segundona como vice (basta vencer o Vitória). Assim, teria uma chance razoável de obter a sexta vaga na fila do Brasileiro (a Ponte, vice da última Série B, conseguiu em 2015). Logo, ficaria no pote 2. Como são quatro confrontos brasileiros, haveria 25% de chance no sorteio da Conmebol.

Obs. Em tese, ainda haveria a Copa do Brasil, mas nunca houve um confronto entre os grandes do estado – e se ocorrer, não haveria disputa na Sula. A tabela não costuma ter clássicos nas três primeiras fases. Já na quarta (oitavas), ambos ficariam no pote 2 do sorteio. Ou seja, o clássico só poderia acontecer nas quartas de final, a 5ª fase do torneio. 

Sport faz péssimo segundo tempo e cai na Copa Sul-Americana

Ábila foi o destaque do jogo com dois gols. Foto: AFP – Autor: Wladmir Paulino

Com muitas falhas no sistema defensivo o Sport não foi páreo para o Huracán e deu adeus à Copa Sul-Americana de forma melancólica. Os rubro-negros perderam por 3×0 na noite desta quarta-feira (30), no El Palácio, em Buenos Aires e agora voltam as atenções exclusivamente para o Campeonato Brasileiro. O time até esboçou um jogo de igual para igual nos primeiros 20 minutos do primeiro tempo. Mas os erros afloraram no segundo. Se o Huracán tivesse forçado demais conseguiria uma goleada histórica.

A apresentação rendeu a pior derrota dos rubro-negros na temporada 2015. Até então, os maiores revezes haviam sido com dois gols de diferença: 2×0 para a Chapecoense e 3×1 para o Santos, ambos pela Copa do Brasil.

Ainda em busca de uma formação ideal, o técnico Falcão desta vez resolveu ganhar o meio de campo sacando Maikon Leite para acionar Wendel. Marlone continuou no meio com Diego Souza e Régis. Quem pareceu ter sentido mais, e negativamente, foi o centroavante André. Mesmo com um monte de gente no meio, o camisa 28 não encontrou o posicionamento ideal e deixou de dar sequência em várias jogadas.

O lado bom do novo sistema de jogo foi a marcação no meio. Wendel e Rithely não permitiram as investidas de Montenegro e Toranzo. Aos 11 minutos, Marlone aproveitou corte errado de Toranzo e chutou em cima de Diáz, que, digas-se de passagem, saiu muito bem do gol. O problema ficou para as duas laterais, principalmente a esquerda. Mesmo com Régis tentando ajudar, Renê levou a pior com as descidas de Espinoza pelo setor. E foi ele que tocou para Montenegro chutar em cima de Matheus Ferraz e, ainda assim, a bola passar raspando a trave.

Bem pelo lado do campo e com a marcação mais encurtada nos volantes leoninos, o Huracán só não levou mais perigo porque optava pelo jogo por cima, obviamente na tentativa de aproveitar a estatura de Abila. Havia espaço para contra-atacar mas os erros de passe na transição e posicionamento recuado demais de André atrapalharam.

Na volta para o segundo tempo duas falhas de cobertura acabaram com as pretensões do time pernambucano. Aos dois minutos, depois de uma cobrança de falta no setor ofensivo, Espinoza puxou o contra-ataque e cruzou por cima de Renê. A bola encontrou Abila com tempo de dominar e chutar rasteiro, na saída de Danilo Fernandes. Apenas seis minutos depois, Durval cortou um cruzamento e a segunda bola ficou com Bogado. Ele emendou uma bomba no canto direito.

O desespero do prejuízo levou o técnico rubro-negro ir para o tudo ou nada, com Maikon Leite no lugar de Régis e Élber no posto de Rithely. Marlone recuou para não deixar o meio muito exposto. Ofensivamente o Sport até teve duas boas chances de marcar. Na primeira Nervo falhou e André, sozinho, chutou o vento. O mesmo vento levou outro chute de Renê, após Élber deixá-lo de frente para o goleiro.

O buraco deixado no meio de campo pernambucano fez falta aos 27 quando Espinoza cruzou da linha de fundo e Ábila cabecear para baixo. Danilo deu rebote e Ábila aproveitou para completar e fazer 3×0. Com mais 20 minutos pela frente o objetivo passou a evitar sair da Argentina com uma goleada histórica, agravado pela expulsão de Ferrugem, um minuto depois. Por isso, Ewerton Páscoa entrou no lugar de Diego Souza.

O Huracán manteve a marcação adiantada e só não conseguiu mais gols porque pecou em vários momentos no passe final, já que seu adversário estava completamente em parafuso. Aos 42 foi a vez de Wendel levar o vermelho por uma cotovelada em Ábila.

SEM ENSAIO
Aos 43 minutos, o árbitro paraguaio Julio Quintana dirigiu-se ao banco pernambucano e expulsou o técnico Falcão. Ao lado dele, o auxiliar Thiago Gomes e o preparador-físico Paulo Paixão batiam no próprio peito, assumindo o ‘crime’. Paixão chegou a cutucar Gomes para ele parar de se acusar para haver coerência e o treinador ser perdoado. Mas o quarto árbitro corroborou a decisão e o comandante leonino teve que ir para o vestiário mais cedo.

Ficha do jogo:

Huracán: Díaz; San Román, Nervo, Mancinelli e Balbi; Bogado, Vismara, Espinoza, Toranzo (Villaruel) e Montenegro (Distéfano); Abila. Técnico: Eduardo Domínguez.

Sport: Danilo Fernandes; Ferrugem, Matheus Ferraz, Durval e René; Rithely (Élber), Wendel, Diego Souza, Régis (Maikon Leite) e Marlone; André. Técnico: Paulo Roberto Falcão.

Local: El Palácio (Buenos Aires). Árbitro: Julio Quintana. Assistentes: Rodney Aquino e Carlos Caceres, todos do Paraguai. Gols: Abila, aos dois; Bogado, aos oito; Abila, aos 27 do segundo tempo. Cartões amarelos: Bogado, Villaruel, Toranzo, André, Régis e Rithely. Expulsões: Wendel e Ferrugem.