Copa Sul Americana

Diante do Vitória, Sport volta com tudo às competições continentais e projeta título

Fonte: SuperEsportes

“Até breve, América.” Com essa manchete, o Superesportes registrava o adeus do Sport à Libertadores-2009, na Ilha do Retiro, frente ao hoje centenário Palmeiras. Projetava um retorno do clube às competições internacionais em breve. Como aconteceu em 2013. Como acontece hoje. Desta vez, com um tempero diferente. Se o título da Libertadores em 2009 era um sonho distante e a conquista da Sul-Americana no ano passado não era prioridade, neste ano a história é diferente. O título agora é a meta. Às 22h, está marcado o primeiro desafio dos leoninos na reestreia na Sula. Na Ilha do Retiro, enfrentam o Vitória-BA no primeiro embate, da fase nacional do torneio.

É inevitável, a cada participação de um time pernambucano numa competição internacional, regressar no tempo e lembrar os capítulos do passado. É assim porque as fronteiras nacionais foram ultrapassadas pelos clubes do estado em poucas oportunidades. Fáceis de decorar. O Náutico foi a uma Libertadores, em 1968. O Sport foi a duas: em 1988 e 2009. Sul-Americana, cada um tem uma. Estrearam juntos no ano passado. O Leão passou, mas não foi muito longe. Caiu na fase seguinte, para o Libertad, do Paraguai.

Diferentemente de 2013, o Sport trata a competição, neste ano, como prioridade. Pensa no título. Está, claramente, no planejamento da atual diretoria e comissão técnica. Esses são os planos em longo prazo, estar sempre em campeonatos desse nível. As contratações recentes de Diego Souza e Ibson, titular no jogo de hoje, reforçam a intenção. “No ano passado, a Sul-Americana caiu no nosso colo e não nos planejamos para nada. Hoje é diferente. Sabemos da nossa responsabilidade. Coloco o Sport como um dos favoritos”, falou Eduardo Baptista, sem temor.

Vitória
Em crise, o lanterna do Brasileirão vai estrear treinador no jogo contra o Sport. Ney Franco assumiu o comando do clube no começo da semana e espera soerguer o rubro-negro baiano. Quer dar o primeiro passo hoje, na Copa Sul-Americana. Mas sabe que a prioridade é a permanência na Série A. Por isso, o treinador vai poupar atletas considerados titulares para a partida na Ilha do Retiro.20140828083004655803i

Galo vence o Lanús na prorrogação e conquista a Recopa Sul-Americana

THIAGO PRATA

@SUPER_FC

Parece que foi ontem que o esquadrão de Cuca brindou seus seguidores com o maior título da história do Atlético. Mas já faz um ano, completado na virada desta noite para a madrugada de quinta-feira, que o alvinegro conquistou a Libertadores, numa batalha épica contra o Olimpia-PAR. Nada melhor que comemorar este feito com mais um título, o da Recopa Sul-Americana, obtido nesta quarta-feira, no Mineirão, em outro jogo sofrido. E não poderia ser diferente. Afinal de contas, é o Galo, time que precisa gastar até a última gota de suor para levantar uma taça.

No tempo normal, o Lanús venceu por 3 a 2, com seu terceiro gol sendo marcado aos 48 min do segundo tempo, graças à Acosta – Ayala e Santiago Silva fizeram os outros tentos dos argentinos, enquanto Diego Tardelli e Maicosuel balançaram as redes para os mineiros. Mas, na prorrogação, brilhou a estrela do talismã Luan, autor do gol do empate em 3 a 3. E Ayala ainda deu uma ajudinha, anotando contra, de forma bizarra, garantindo o triunfo, por 4 a 3, ao Galo. Um triunfo que pode representar o fim da era Ronaldinho.

Ao mesmo em que festeja mais um título e um ano da Libertadores de 2013, uma incógnita paira no ar, envolvendo R10. Esta por ter sido a última partida do camisa 10 pela agremiação. A dúvida se deve pelas ações do meia ao ser substituído no segundo tempo. Antes de dar lugar a Luan, Ronaldinho cumprimentou cada jogador do Atlético, um por um, deu tchau enigmático à Massa e beijou o escudo. Escudo este que ele honrou de forma estupenda em 2012 e 2013.

Até o encerramento desta edição, a diretoria não se manifestou sobre o fato. Mas, caso seja confirmado a saída do craque, cujo contrato com o Galo vai até o fim da temporada, deixará muitas saudades aos aficionados alvinegros, que tiveram o prazer de ter uma lenda viva defendendo as cores do clube.

Mesmo que 2014 tenha sido bem abaixo da capacidade de um craque do calibre de Ronaldinho, a magia com a bola nos pés é a epítome da trajetória de R10 no Atlético. E os gritos de ‘Ronaldinho é um terror’ serão eternamente a marca de uma torcida que sabe reconhecer o valor de um ídolo.

ATLÉTICO 4 X 3 LANÚS-ARG

Motivo: jogo de volta da decisão da Recopa
Local: Mineirão, em Belo Horizonte
Árbitro: Roberto Silvera (URU)
Renda: R$ 5.732.930,00
Público: 54.786
Cartões Amarelos: Diego Tardelli, Pierre, Réver, Leandro Donizete (Atlético); Ayala, Somoza, González, Acosta, Braghieri, Gómez (Lanús)
Cartão Vermelho: Acosta (Lanús)
Gols: Diego Tardelli, Maicosuel, Luan, Ayala (contra) (Atlético); Ayala, Santiago Silva, Acosta (Lanús)

ATLÉTICO
Victor, Marcos Rocha, Réver, Leonardo Silva e Emerson Conceição; Pierre, Leandro Donizete, Ronaldinho Gaúcho (Luan), Maicosuel (Guilherme) e Diego Tardelli (Dátolo); Jô. Técnico: Levir Culpi

LANÚS
Marchesín, Araujo (Melano), Gómez (Benítez) e Braghieri; Velázquez, Diego González, Ayala, Somoza e Jorge Ortiz (Pasquini); Santiago Silva e Acosta. Técnico: Guillermo Barros Schelotto

Conmebol define os confrontos da Copa Sul-Americana

Da Agência Estado

A Conmebol realizou nesta terça-feira, em Buenos Aires, o sorteio da próxima edição da Copa Sul-Americana, que começa a ser disputada no final de agosto e vai até o dia 10 de dezembro. O Brasil terá oito clubes na competição, mas apenas dois já estão definidos: Vitória e Goiás – os demais serão determinados de acordo com a classificação no Brasileirão do ano passado e as eliminações na Copa do Brasil desta temporada.

O Sport também tem direito a disputar a Copa Sul-Americana, por ter sido campeão da Copa do Nordeste, mas, para isso, precisa estar fora da Copa do Brasil – o clube pernambucano estuda jogar com reservas diante do Paysandu, pela segunda fase do torneio, para forçar uma eliminação e entrar na competição internacional.

Com a indefinição de todos os participantes, ainda não é possível saber quais serão os quatro confrontos entre clubes brasileiros na segunda fase da Copa Sul-Americana. Mas os jogos da primeira fase da competição, envolvendo representantes de Colômbia, Equador, Peru, Venezuela, Bolívia, Chile, Paraguai e Uruguai, foram sorteados nesta terça-feira.

Criada em 2002, a Copa Sul-Americana terá 47 participantes neste ano, sendo quatro de cada país, com exceção da Argentina, com seis, e do Brasil, com oito – atual campeão, o argentino Lanús entra direto nas oitavas de final.

Os clubes brasileiros e argentinos entram direto na segunda fase da competição, quando fazem confrontos locais para ver quem avança – são, portanto, quatro vagas para o Brasil e três para a Argentina nas oitavas de final, além do Lanús.

O campeão da Copa Sul-Americana garante vaga na Libertadores do ano seguinte e também entra direto nas oitavas de final da próxima edição da própria Copa Sul-Americana, além de se classificar para a disputa da Copa Suruga, no Japão, e da Recopa Sul-Americana, contra o campeão da Libertadores.

COPA – Na cerimônia desta terça-feira em Buenos Aires, o presidente da Conmebol, Eugenio Figueiredo, criticou os comentários sobre os problemas na organização brasileira para a Copa do Mundo. “Essa Copa será inigualável”, disse o dirigente uruguaio, em tom enfático. “Parabéns aos brasileiros. Infelizmente só se fala de forma negativa sobre a organização da Copa e não se ressaltam as coisas positivas”, completou, sem, no entanto, citar os pontos que considerava positivos.

Lanús vence a Ponte Preta e conquista a Sul-Americana

A paixão – e não o título – vai continuar como o principal diferencial dos 113 anos da Ponte Preta. A equipe foi derrotada pelo Lanús por 2 a 0, nesta quarta-feira (11), na Argentina, e perdeu a chance de erguer a taça na sua primeira competição internacional. A frustração se soma à tristeza pelo rebaixamento no Campeonato Brasileiro. Com a derrota, o Botafogo está confirmado na Copa Libertadores, competição que não terá clubes paulistas em 2014.

O time de Campinas não mostrou as qualidades de outras fases, como a ofensividade na casa do rival e o espírito de guerra. Também pesaram a inexperiência em decisões e a atuação apagada dos principais jogadores.

A Ponte Preta tem um jogo simples e se mostrou igual ao que sempre foi. As jogadas mais importantes eram as arrancadas de Rildo e as cobranças de falta de Fellipe Bastos. Aí é que esteve a graça dos primeiros minutos. Fazer a mesma jogada de um jeito tão bem feito que o rival não consegue marcar. Foi assim que o estádio La Fortaleza ficou mudo na falta batida por Fellipe Bastos. Passou perto.

O time de Campinas foi diferente – para pior – em um aspecto tático. Sem o lateral-esquerdo Uendel, aquele mesmo que esgarçou a defesa do São Paulo nas semifinais, o técnico Jorginho apostou na consistência defensiva de Fernando Bob. Com isso, o time estava mais fechado que o habitual, sem o contragolpe traiçoeiro.

Faltou também sangue frio para suportar a pressão dos incansáveis cânticos dos torcedores argentinos e do medo do erro fatal. Tudo isso pesou aos 24 minutos e a Ponte Preta errou uma saída de bola com Magal. Ayala roubou, correu 40 e tantos metros e completou o passe de Blanco para abrir o placar.

Foi aí que a simplicidade virou mesmice. Elias foi anulado por Somoza, Fellipe Bastos ficava esperando uma falta e Rildo corria sozinho. O abismo que separa as duas equipes – a Ponte Preta foi rebaixada e o Lanús disputa o título argentino – mostrou as suas diferenças na Sul-Americana, o que não havia acontecido no jogo de ida.

Até Jorginho sentiu o golpe e foi expulso no final da etapa inicial. O Lanús fez o segundo gol na velha – e boa – jogada aérea. Os zagueiros da Ponte Preta marcaram a bola e deixaram Blanco soterrar o sonho.

O técnico Marcelo Cabo, substituto de Jorginho, escalou três atacantes, mas não deu em nada. A melhor chance do segundo tempo foi uma cabeçada de Blanco – ele de novo – que Roberto salvou. Os gritos de “olé” da ensandecida torcida argentina começaram aos 27 minutos do segundo tempo, mas não calaram os minguados quatro mil ponte-pretanos no estádio. Mesmo espremida no cantinho, a paixão ainda estava lá, intacta.

Fonte: Agência Estado

Ponte e Lanús empatam na 1ª decisão da Sul-Americana

A Ponte Preta esperou 113 anos para jogar a primeira competição continental da história e chegar logo de cara à primeira decisão. A empolgação de estreante contagiou os 28 mil torcedores no estádio do Pacaembu, em São Paulo, e evitou que o time fosse embora da primeira partida da final da Copa Sul-Americana, nesta quarta-feira (4), com uma derrota para o Lanús. No fim, empate em 1 a 1 e esperança ainda viva para a volta, na semana que vem, na Argentina.

O estádio até ganhou o apelido de “Macacaembu” dos ponte-pretanos que vieram de Campinas em carros, vans e nos 100 ônibus que a diretoria disponibilizou. Desde 1979 o clube não atuava como mandante no local e arquibancada foi tomada por uma bela festa com mosaico, bandeiras e o tradicional grito de incentivo que imita um macaco.

As duas equipes não figuram como as principais forças em seus países e, por isso, não hesitaram em dar chutões, caneladas ou joelhadas para afastar o perigo. A voluntariosa Ponte Preta novamente não se intimidou e nem abriu mão da principal arma: os contra-ataques em velocidade.

Diante de um adversário retrancado, seria pouco produtivo insistir em lances de habilidade, talento ou passes mágicos para deixar alguém na cara do gol. Não é o perfil da Ponte Preta e muito menos foi esse o manual de jogo que ela adotou para caminhar até a final. Por isso, deu ao Lanús a saída de bola. A estratégia foi sábia porque os zagueiros da equipe argentina são o sonho de consumo dos atacantes: erram passes e são lentos.

Ao dar a corda para o adversário se enforcar, as chances apareceram. No primeiro tempo foram duas oportunidades claras. Em ambas, a Ponte Preta roubou a bola e partiu em velocidade. Aos 21 minutos, Fellipe Bastos arrancou sozinho, entrou na área e chutou para a defesa do goleiro. O roteiro se repetiu aos 26 e Rildo passou para César arrematar nas mãos de Marchesín.

Nos poucos momentos em que o time campineiro tentou ser um pouco mais ofensivo, quase pagou por isso. No fim do primeiro tempo, Pereyra Diaz cruzou pela esquerda e, sem goleiro, o centroavante Santiago Silva foi displicente e chutou para fora.

Após o intervalo, a Ponte Preta manteve a ênfase nos contra-ataques até o gol do Lanús domar a empolgação dos campineiros. O zagueiro Goltz cobrou falta, aos 13 minutos, e colocou no ângulo de Roberto. A torcida e o time ficaram quietos até aos 33. Chiquinho cavou falta que o árbitro não deu, mas voltou atrás após o assistente confirmar a irregularidade. Para a felicidade do Pacaembu, Fellipe Bastos cobrou com perfeição e recolocou no jogo os 28 mil presentes. Ninguém mais ficou sentado no estádio.

Todo o conjunto alvinegro vibrou e ainda foi embora com o grito de gol entalado na garganta porque aos 40 minutos Fellipe Bastos acertou o travessão em nova cobrança de falta. A tensão continuou até o apito final, quando a torcida, em comunhão com o bravo time, aplaudiu e reconheceu o esforço.

Fonte: Agência Estado

São Paulo 1 x 3 Ponte Preta – Macaca cala mais 50 mil vozes no Morumbi!

São Paulo, SP, 20 (AFI) – “ Se não for sofrido, não é Ponte Preta”. A frase usada pelos torcedores pontepretanos cabe perfeitamente na definição da partida realizada na noite desta quarta-feira, no estádio do Morumbi, em São Paulo. Depois de enfrentar briga nos bastidores, a Ponte Preta entrou em campo com a faca nos dentes e venceu o São Paulo por 3 a 1, calando os mais de 50 mil torcedores são-paulinos presentes no Morumbi. A partida foi válida pelo jogo de ida da semifinal da Copa Sul-Americana.

 Com o resultado, a Ponte Preta conseguiu uma importante vantagem para o jogo de volta. Agora, a Ponte Preta poderá perder por até um gol de diferença que se classificará para a final da competição. Como marcou três gols fora de casa, mesmo uma derrota por 2 a 0 coloca a Macaca na decisão.

Os dois clubes voltam a se enfrentar para o jogo de volta na próxima quarta-feira, às 21h50. O local do jogo ainda não está definido, já que a Conmebol vetou a utilização do estádio Moisés Lucarelli por não possuir a capacidade mínima de 20 mil torcedores. Tudo indica que a Ponte Preta mandará o jogo no estádio Romildo Ferreira, em Mogi Mirim.

O jogo
A partida começou morna, com os dois times estudando o jogo e evitando passes de efeito que levariam a um contra-ataque. Mais atrás, jogando no erro do São Paulo, a Ponte Preta marcava firme os meias do adversário, mas não conseguia emendar uma jogada de surpresa sobre o Tricolor. Com poucos erros de passes, mas também não assustando os goleiros, o jogo só passou a ficar mais interessante depois dos primeiros 15 minutos.

A primeira chance mais clara de gol foi do São Paulo, aos 14 minutos. Depois de receber a bola na intermediária, o meia Ganso ficou de frente para o gol e arriscou a finalização. A bola saiu desviada e passou ao lado esquerdo do gol da Macaca.

O primeiro gol da partida saiu de uma desatenção da defesa ponte pretana. Após lançamento para o lado direito, Diego Sacoman vacilou e permitiu que Aloísio dominasse a bola. O atacante trouxe a bola para o meio e tocou para Ganso. O meia puxou para o pé direito e com categoria, finalizou no canto esquerdo. A bola ainda bateu na trave antes de balançar as redes.

O gol serviu para acordar o time campineiro. Ainda assim, a Ponte Preta esbarrava na falta de agressividade ofensiva e não assustava o goleiro Rogério Ceni. A primeira finalização ao gol da macaca foi somente aos 32 minutos. Artur avançou pela direita e arriscou de fora da área. O goleiro do São Paulo caiu bem e agarrou a bola.

Quando a partida se encaminhava para o intervalo, a Ponte conseguiu o gol de empate. Rildo tocou para Uendel, que passou como um jato pelo lado esquerdo. O lateral deixou Paulo Miranda para trás e cruzou rasteiro para dentro da área. Na tentativa de afastar a bola, oz agueiro Antonio Carlos acabou colocando a bola para o seu próprio gol, marcando contra, aos 43 minutos.

Show da Macaca!
De volta para o segundo tempo, o treinador Muricy Ramalho resolveu fazer uma substituição que deixou o São Paulo mais defensivo. O volante Wellington entrou no lugar de Lucas Evangelista. Com isso, a Ponte Preta conseguiu avançar e comandar o jogo.

Logo aos cinco minutos, a Ponte Preta teve uma boa oportunidade em cobrança de falta na entrada da área. O lateral Uendel cobrou com o pé esquerdo, colocado, e a bola tirou tinta da trave de Rogério Ceni.

Dois Minutos depois, a Ponte Preta chegou ao segundo gol. Após cobrança de escanteio, a bola sobrou fora da área para Ferrnando Bob. O volante, de frente para o gol, soltou uma bomba no canto direito. Rogério Ceni defendeu para frente e no rebote, Leonardo concluiu para o gol.

Mesmo após o segundo gol, a Ponte Preta continuou melhor que o São Paulo no jogo. Diante da superioridade do time visitante, Muricy mexeu novamente no time e apostou na entrada de Luis Fabiano. O atacante logo que entrou já levou perigo. Aos 20 minutos, Paulo Miranda foi até o fundo e cruzou para a área, mas o atacante cabeceou por cima.

A pressão do São Paulo parou por aí e a Ponte Preta chegou ao terceiro gol aos 25 minutos. Uendel recebeu pelo lado esquerdo e invadiu a área. Depois de um chute forte, a bola desviou no volante Wellington e subiu, entrando no ângulo de Rogério Ceni, que nada pode fazer.

O gol animou ainda mais a Ponte Preta, que continuou indo para cima do São Paulo e não correndo riscos. O Tricolor só conseguiu assustar aos 40 minutos. Luis Fabiano cabeceou e Roberto fez grande defesa, no rebote, Diego Sacoman salvou em cima da linha. Um minuto depois, César salvou em cima da linha um chute de Luis Fabiano. Na sobra, Welliton também tentou e Artur, inacreditável, salvou novamente em cima da linha, assegurando o resultado para a Ponte Preta.

Futebol do Interior

Sport perde de novo para Libertad e dá adeus à Copa Sul-Americana

A missão, antes de começar o jogo, já era difícil: o Sport precisava reverter os 2 x 0 sofridos no Paraguai repetindo o placar (para levar aos pênalti) ou vencendo por três gols de diferença. Ao fim do primeiro tempo,a tarefa já era quase impossível. Aos 41, o Libertad encaixou um contra-ataque, abriu o placar e obrigou o Leão a fazer quatro em 45 minutos para se classificar às quartas de final da Copa Sul-Americana. Era demais: o Rubro-Negro, com time misto, não conseguiu operar o milagre. No primeiro jogo como mandante na Arena Pernambuco, o time de Geninho, derrotado de novo pelo Libertad- desta vez, por 2 x 1- deu adeus ao torneio continental.

O DUELO – Do ponto de vista tático, o jogo é até fácil de ser resumido. De um lado, o Sport – precisando da vitória- com mais ímpeto ofensivo. Do outro, o Libertad (com a vantagem de dois gols) buscando confortavelmente o contra-ataque que praticamente definiria o duelo. Apesar disso, os minutos iniciais de partida não foram da tradicional pressão exercida pelos mandantes. O Leão até que teve mais posse de bola e volume – mas, no começo, não conseguiu transformar isso em efetividade.

A primeira chance leonina foi aos 13 minutos. Marcos Aurélio, um dos poucos titulares em campo, recebeu na intermediária, avançou até a entrada da área e bateu para o gol. Muñoz foi buscar no canto. É justo dizer que faltou qualidade ao Sport. O time titular já tem deficiências – o reserva, então, tem mais defeitos ainda. Os laterais apoiaram pouco – e os meias, Camilo e Patrik Silva, fizeram menos ainda. Chumacero também errou demais.

Apesar disso, mais na base da força  o Sport conseguiu assustar a partir dos 30 minutos. Nesta marca, Marcos Aurélio teve ótima chance dentro da área. Livrou-se de um marcador mas, na hora de chutar, tentou um drible a mais e acabou perdendo. Dois minutos mais tarde, Patrik Silva recebeu em frente a Saulo, mas deixou a bola correr demais. Sem ângulo e com o goleiro próximo, desperdiçou a oportunidade. Aos 37, o camisa 10 cobrou falta da direita. Bola sobrou para Oswaldo, sozinho. Sem cacoete de atacante, o zagueiro bateu fraco, em cima do único defensor – que nem estava tão perto assim.

O castigo viria dali a poucos minutos. Aos 41, o Libertad abriu o placar. Gonzalez aproveitou-se de escanteio e inaugurou o marcador. O gol significava muito: adicionado aos dois que o Libertad marcara no Paraguai, compunha um cenário praticamente impossível de reverter. O Sport precisaria fazer quatro gols no segundo tempo, não sofrer nenhum. Com o time reserva.

Na volta para o intervalo, o Leão parecia querer mostrar que o milagre era possível. Logo no primeiro minuto, o zagueiro Aílson, de cabeça, empatou o placar. Seria possível reverter? Ainda estava distante, mas quem sabe? A confiança do torcedor começava a tentar despertar da letergia. Mas não deu muito tempo para começar a especular. Aos cinco, o Libertad chegou ao segundo: falta da esquerda, todo mundo subiu – e a bola entrou: 2 x 1 para o alvinegro. O duelo estava definido de novo.

Aos 7, Marcos Aurélio bateu falta no travessão. Foi seu último lance de perigo no jogo. Aos 11, Geninho abdicou “oficialmente” de tentar a vaga. Tirou seu melhor jogador de campo para colocar Jonathan Balotelli. Simultaneamente, acionou Sandrinho no lugar de Anderson Pedra. Pela primeira mexida, ouviu o coro de “burro”.

Sem sua principal referência, despojado da motivação de se classificar, o Sport desistiu. Sorte é que o Libertad, já classificado, também alivou um pouco o ritmo. A partida tornou-se um mero passar de tempo que não importava mais paraa ninguém. Fim de jogo: 2 x 1 para o Libertad. Paraguaios classificados.

Ficha do Jogo

Sport: Saulo; George Lucas, Aílson, Oswaldo (Gabriel) e Pery; Chumacero, Anderson Pedra (Sandrinho), Camilo e Patrik Silva; Marcos Aurélio (Jonathan Balotelli) e Nunes. Técnico: Geninho

Libertad: Rodrigo Muñoz; Jorge Moreira, Pedro Benítez, Gustavo Gómez e Gustavo Mencia; Claudio Vargas (Romero), Sergio Aquino, Osmar Molinas e Gonzalez (Miguel Samudio); Jorge Recalde (Barrero) e Brian Montenegro. Técnico: Pedro Sarabia

Local: Arena Pernambuco; Árbitro: Darío Ubriaco (URU); Assistentes: Carlos Pastorino (URU) e Marcelo Costa(URU). Amarelos: Patrik SIlva, Pery, Oswaldo (Sport); Benítez, Samudio (Libertad); Gols: Gonzaléz (duas vezes) para o Libertad; Aílson (a 1 do 2T) para o Sport.

Blog do Torcedor

Ponte Preta segura pressão do Pasto, perde por 1 a 0 e vai às quartas

Por Fox Sports

Em seu primeiro confronto internacional, a Ponte Preta sofreu mais do que o seu torcedor, que viu a equipe campineira vencer por 2 a 0 no Moisés Lucarelli, projetou. Na Colômbia, a Macaca visitou Deportivo Pasto com uma boa vantagem, preferiu se defender ao longo dos 90 minutos, foi bastante pressionada pelos anfitriões e acabou derrotada por 1 a 0. O resultado, no entanto, não foi o suficiente para eliminar o time brasileiro, que escreve mais um capítulo em seus 113 anos de história.

Para chegar às quartas de final da Copa TOTAL Sul-Americana, a Ponte Preta não jogou bem, foi pressionada ao longo dos noventa minutos, mas sofreu apenas um gol e segurou a vantagem. No segundo tempo, o rápido meia-atacante Mina colocou o Deportivo Pasto na frente, mas não foi o suficiente para evitar a eliminação do time colombiano.

Agora, depois de vencer a primeira batalha internacional, a Ponte Preta tenta seguir fazendo história na Copa Sul-Americana. O adversário das quartas de final será o argentino Velez Sarfiseld, que eliminou o colombiano La Equidad na fase anterior. Antes da competição internacional, no entanto, a equipe campineira encara o Vasco no Campeonato Brasileiro.

O jogo – A vantagem conquistada no primeiro jogo das oitavas de final deu tranquilidade para o confronto na Colômbia, mas a situação confortável não refletiu de maneira positiva dentro de campo. Mesmo com mais qualidade, a Ponte preferiu não atacar o Deportivo Pasto ao longo do primeiro tempo e quase foi obrigada a sair de sua zona de conforto com as boas chances dos anfitriões.

A equipe da casa contava com as rápidas descidas de Mina, que teve a primeira chance logo aos quatro minutos. Após cruzamento na área, a defesa da Ponte, que começou sem qualquer organização no jogo, deixou o meia-atacante livre, mas o jogador colombiano não conseguiu colocar no fundo das redes, para a sorte do time brasileiro.

O susto, no entanto, não fez com que a Ponte Preta mudasse a sua atitude. Adrianinho ainda tentava buscar jogo para chegar ao ataque, mas a distância com os atacantes Rafael Ratão e William impedia qualquer construção de jogada. O volante Fellipe Bastos também se arriscava em alguns lances, mas a prioridade estava clara: segurar a pressão.

O meia Montaño tinha liberdade para arriscar de fora da área, ainda que sem levar perigo ao gol de Roberto, enquanto os atacantes Villota e Lalinde também recebiam bons cruzamentos na área da Ponte Preta. No embalo da torcida, o Deportivo Pasto era melhor e, já no final do primeiro tempo, teve outras duas chances claras de marcar.

Aos 37 minutos, Lalinde recebeu dentro da área, girou bem sobre a marcação, bateu rasteiro no canto, mas um desvio na zaga impediu o gol colombiano. Mais tarde, aos 43, Pacheco aproveitou o rebote na intermediária, emendou um belo chute de perna esquerda e carimbou a trave do goleiro Roberto. A Ponte conseguia segurar o empate.

Na volta para o segundo tempo, no entanto, a pressão do Deportivo Pasto deu resultado. Aos sete minutos, Maurício Mina recebeu um belo passe dentro da área, aproveitou a desatenção da zaga, driblou com facilidade, e bateu rasteiro de perna direita para inaugurar o marcador. Era a festa da torcida colombiana, que voltava a acreditar na classificação.

A pressão continuou nos minutos finais da etapa complementar. Ainda sem conseguir tocar a bola com qualidade, o Deportivo Pasto mandava a bola na área sempre que possível e a defesa da Ponte se segurava de qualquer forma para manter a vantagem. Com William e Rafael Ratão isolados, o time brasileiro não conseguia atacar e a situação foi ficando dramática.

Para piorar a situação da Ponte Preta, os jogadores campineiros sentiam o cansaço causado pela longa viagem e também pela altitude da cidade colombiana. Sendo assim, a pressão aumentou, Mina carimbou a trave aos 36 do segundo tempo, Lalinde errou na sequência e o time brasileiro conseguiu segurar o ataque colombiano. A vaga estava garantida.

Mistão do Sport encara o Libertad por uma vaga nas quartas-de-final da Sulamericana

O jogo contra o Libertad do Paraguai, pela Copa Sulamericana, nesta quarta-feira, às 21h, na Arena Pernambuco, não é tratado como prioridade pelos próprios jogadores e toda a comissão técnica, muito por conta da reta final do Campeonato Brasileiro da Série B, onde a equipe se encontra na terceira colocação, com 50 pontos, e ainda precisa pontuar para garantir uma vaga na Série A do ano que vem.

Mesmo assim, o confronto precisa ser definido pelos rubro negros. Durante a semana, o técnico do Sport, Geninho, estudou a possibilidade de ir ao jogo com uma equipe mista, e com isso, poupar os seus principais jogadores para a sequência da Série B, tendo em vista que a equipe entra em campo três dias depois, no sábado, contra o ASA, na Ilha do Retiro.

Pra não perder ninguém por lesão, o Leão vai mesmo enfrentar os paraguaios com um time mesclado de poucos titulares e muitos reservas. Mas, apesar de aparentemente não priorizar o jogo, o grupo espera um bom resultado contra os paraguaios . ” Vou pro jogo e quero dar o meu máximo. Espero que o time consiga o resultado, estamos concentrados e focados na Sulamericana também”, disse Anderson Pedra.

“Venho trabalhando muito forte pra quando tiver a oportunidade poder entrar bem, agora que ela surgiu, espero fazer um bom trabalho e eliminar o Libertad”, comentou Saulo.

O discurso na Ilha, mesmo que em tom mais alto quando se fala em Série B, é de foco total. Tanto, que ninguém quer ficar de fora, inclusive, aqueles que estão vetados pelo departamento médico.

“Não quero fica de fora, todos querem jogar mas realmente estamos cansados, o Geninho vai definir e eu quero ir pro jogo também”, disse Lucas Lima. Só que Lucas não poderá ir para a partida.

De acordo com os médicos do clube, ele apresentou um nível de creatinoquinase (CK) muito alto, e não está fora da partida. Geninho lembrou a importância de poupar jogadores nesta reta final de temporada.

“A gente precisa tomar cuidado, pois se o atleta jogar mais do que tem condições, ele “estoura”, disse.

Em meio a uma equipe recheada de novidades, surge aquela que o torcedor estava louco pra ver como titular, o boliviano Chumacero. O atleta, falou sobre a expectativa da partida contra o time do Paraguai.

“Recebi esta oportunidade de jogar e agora é mostrar que estou preparado pra entrar no time. vai ser um jogo diferente, muito bom, um gramado em boas condições.  Eles vão jogar atrás e temos que atacar”, lembrou.

Os únicos titulares no jogo serão o volante Anderson Pedra e o atacante e artilheiro da equipe, Marcos Aurélio. O treinador explicou a formação. ” Felipe Azevedo sentiu e foi vetado para a partida. Diego Maurício, que estava relacionado para o jogo, também está vetado. Então, quando a gente fala que o grupo está cansado, não quero usar isso como subterfúgio. Isso realmente preocupa.

“Existem muitas pessoas querendo ver o George Lucas jogando na lateral, o Pery, o Chumacero, no meio. Osvaldo está voltando ao time e vai atuar ao lado de Aílson, que é titular”, completou.

Os paraguaios

O “El Albinegro”, como é conhecido o Libertad, vem embalado após a vitória por 2×1, de virada, em cima do Olimpia, na casa do adversário, pelo Campeonato Paraguaio. Além da vitória, o time chega ao Recife, tranquilo por conta do resultado da primeira partida contra o Sport, quando venceu por 2×0 no estádio Feliciano Cáceres.

Falando no estádio, ele foi motivo de uma polêmica que serviu para aguçar o confronto contra os pernambucanos. O time rubro negro, havia se recusado a jogar no Nicolás Leoz, casa do Libertad, por conta da capacidade máxima para torcedores que o estádio abrigava, que era de dez mil torcedores, quando a Conmebol exige uma capacidade de no mínimo 20mil torcedores.

Por conta do impasse, os paraguaios tiveram que procurar outro local para a partida. Para este jogo, o clima é de total tranquilidade, já que nenhuma polêmica foi gerada durante a semana.

O técnico da equipe, Pedro Sarabia, terá a disposição o lateral-esquerdo Miguel Samudio, um dos principais jogadres do time. Ele está totalmente recuperado de uma cirurgia no apêndice e volta ao time titular depois de um mês afastado.

Ficha de jogo

Sport: Saulo; George Lucas, Aílson, Oswaldo e Pery; Chumacero, Anderson Pedra, Camilo e Patrik Silva; Marcos Aurélio e Nunes. Técnico: Geninho

Libertad: Rodrigo Muñoz; Jorge Moreira, Pedro Benítez, Gustavo Gómez e Gustavo Mencia; Claudio Vargas, Sergio Aquino, Osmar Molinas e Miguel Samudio; Jorge Recalde e Brian Montenegro. Técnico: Pedro Sarabia

Local: Arena Pernambuco

Árbitro: Darío Ubriaco (URU)

Assistentes: Carlos Pastorino (URU) e Marcelo Costa(URU)

Super Esportes

Tabela Copa Sul Americana 2013

Grupos - Sul Americana 2013

A Copa Sul-americana terá 47 clubes nesta temporada. O São Paulo, atual campeão, irá estrear em 2013 apenas na terceira fase da competição, o equivalente às oitavas de final. Os outros oito times brasileiros começarão a jornada na segunda fase do torneio, assim como os hermanos argentinos. Os representantes dos demais países filiados à Conmebol irão abrir a fase preliminar. No gráfico oficial dos clubes inscritos, o Clássico dos Clássicos.

Final
1ª RODADA
04/12 – 21h50 Ponte Preta-BRA 1 x 1 Lanús-ARG
2ª RODADA
11/12 – 21h50 Lanús-ARG 2 x 0 Ponte Preta-BRA
Semifinal
1ª RODADA
20/11 – 21h50 São Paulo-BRA 1 x 3 Ponte Preta-BRA
21/11 – 22h15 Libertad-PAR 1 x 2 Lanús-ARG
2ª RODADA
27/11 – 21h50 Ponte Preta-BRA 1 x 1 São Paulo-BRA
28/11 – 22h15 Lanús-ARG 2 x 1 Libertad-PAR
Quartas-de-final
1ª RODADA
29/10 – 21h15 Lanús-ARG 0 x 0 River Plate-ARG
30/10 – 21h50 São Paulo-BRA 3 x 2 Atlético Nacional-COL
31/10 – 20h15 Ponte Preta-BRA 0 x 0 Vélez Sarsfield-ARG
31/10 – 22h30 Libertad-PAR 2 x 0 Itagüí Ditaires-COL
2ª RODADA
06/11 – 21h50 Atlético Nacional-COL 0 x 0 São Paulo-BRA
06/11 – 21h50 River Plate-ARG 1 x 3 Lanús-ARG
07/11 – 20h45 Vélez Sarsfield-ARG 0 x 2 Ponte Preta-BRA
07/11 – 23h15 Itagüí Ditaires-COL 1 x 0 Libertad-PAR
Oitavas-de-final
1ª RODADA
18/09 – 20h15 Lanús-ARG 4 x 0 Universidad de Chile-CHI
18/09 – 22h30 La Equidad-COL 1 x 2 Vélez Sarsfield-ARG
19/09 – 21h15 LDU Loja-EQU 2 x 1 River Plate-ARG
24/09 – 21h00 Coritiba-BRA 0 x 1 Itagüí Ditaires-COL
25/09 – 19h30 Ponte Preta-BRA 2 x 0 Deportivo Pasto-COL
25/09 – 21h50 Libertad-PAR 2 x 0 Sport-BRA
26/09 – 21h50 Atlético Nacional-COL 1 x 0 Bahia-BRA
26/09 – 21h50 São Paulo-BRA 1 x 1 Universidad Católica-CHI
2ª RODADA
25/09 – 19h30 Universidad de Chile-CHI 1 x 0 Lanús-ARG
26/09 – 19h30 River Plate-ARG 2 x 0 LDU Loja-EQU
02/10 – 21h15 Vélez Sarsfield-ARG 2 x 1 La Equidad-COL
22/10 – 22h15 Deportivo Pasto-COL 1 x 0 Ponte Preta-BRA
23/10 – 21h50 Universidad Católica-CHI 3 x 4 São Paulo-BRA
23/10 – 22h10 Sport-BRA 1 x 2 Libertad-PAR
24/10 – 20h30 Bahia-BRA 1 x 0 Atlético Nacional-COL
24/10 – 23h00 Itagüí Ditaires-COL 2 x 1 Coritiba-BRA
2ª fase
1ª RODADA
13/08 – 21h30 Belgrano-ARG 1 x 0 Vélez Sarsfield-ARG
14/08 – 21h15 Racing Club-ARG 1 x 2 Lanús-ARG
20/08 – 19h30 Sport-BRA 2 x 0 Náutico-BRA
20/08 – 20h15 Guarani-PAR 0 x 2 Atlético Nacional-COL
20/08 – 20h15 Universidad Católica-CHI 4 x 0 Emelec-EQU
20/08 – 22h30 La Equidad-COL 0 x 0 Cobreloa-CHI
21/08 – 18h00 Itagüí Ditaires-COL 1 x 0 River Plate-URU
21/08 – 20h15 Libertad-PAR 2 x 0 Mineros de Guayana-VEN
21/08 – 21h50 Vitória-BRA 1 x 0 Coritiba-BRA
21/08 – 21h50 Criciúma-BRA 1 x 2 Ponte Preta-BRA
21/08 – 22h30 Universidad de Chile-CHI 1 x 1 Independiente José Terán-EQU
22/08 – 19h30 San Lorenzo-ARG 0 x 1 River Plate-ARG
22/08 – 19h40 LDU Loja-EQU 0 x 0 Nacional-PAR
22/08 – 21h50 Deportivo Pasto-COL 1 x 0 Colo Colo-CHI
22/08 – 21h50 Portuguesa-BRA 1 x 2 Bahia-BRA
2ª RODADA
27/08 – 19h30 Ponte Preta-BRA 0 x 0 Criciúma-BRA
27/08 – 19h30 Emelec-EQU 2 x 3 Universidad Católica-CHI
27/08 – 21h50 Coritiba-BRA 1 x 0 Vitória-BRA
27/08 – 22h00 Atlético Nacional-COL 0 x 0 Guarani-PAR
28/08 – 19h30 Lanús-ARG 2 x 0 Racing Club-ARG
28/08 – 19h30 River Plate-URU 0 x 0 Itagüí Ditaires-COL
28/08 – 21h50 Náutico-BRA 2 x 0 Sport-BRA
28/08 – 21h50 Bahia-BRA 0 x 0 Portuguesa-BRA
28/08 – 22h00 Mineros de Guayana-VEN 1 x 2 Libertad-PAR
28/08 – 22h00 Colo Colo-CHI 0 x 2 Deportivo Pasto-COL
29/08 – 17h00 Independiente José Terán-EQU 1 x 3 Universidad de Chile-CHI
29/08 – 19h30 Cobreloa-CHI 1 x 1 La Equidad-COL
29/08 – 19h30 Nacional-PAR 0 x 1 LDU Loja-EQU
29/08 – 21h50 Vélez Sarsfield-ARG 2 x 0 Belgrano-ARG
05/09 – 21h15 River Plate-ARG 0 x 0 San Lorenzo-ARG
1ª fase
Zona Norte
1ª RODADA
30/07 – 15h30 Inti Gas-PER 0 x 1 Atlético Nacional-COL
30/07 – 15h30 LDU Loja-EQU 2 x 0 Deportivo Lara-VEN
30/07 – 17h45 Itagüí Ditaires-COL 3 x 0 Juan Aurich-PER
30/07 – 22h50 Trujillanos-VEN 0 x 1 La Equidad-COL
31/07 – 16h00 Sport Huancayo-PER 1 x 3 Emelec-EQU
31/07 – 22h50 Deportivo Pasto-COL 3 x 0 Melgar-PER
01/08 – 16h00 Independiente José Terán-EQU 0 x 0 Deportivo Anzoategui-VEN
01/08 – 20h30 Mineros de Guayana-VEN 2 x 2 Barcelona -EQU
2ª RODADA
06/08 – 17h45 Melgar-PER 2 x 0 Deportivo Pasto-COL
06/08 – 20h15 Deportivo Lara-VEN 1 x 1 LDU Loja-EQU
06/08 – 22h45 Atlético Nacional-COL 4 x 0 Inti Gas-PER
07/08 – 17h45 Juan Aurich-PER 2 x 3 Itagüí Ditaires-COL
07/08 – 20h15 Emelec-EQU 4 x 0 Sport Huancayo-PER
07/08 – 22h45 La Equidad-COL 0 x 0 Trujillanos-VEN
08/08 – 20h15 Deportivo Anzoategui-VEN 0 x 2 Independiente José Terán-EQU
08/08 – 22h45 Barcelona -EQU 0 x 2 Mineros de Guayana-VEN
Zona Sul
1ª RODADA
30/07 – 20h30 Nacional-PAR 0 x 0 The Strongest-BOL
30/07 – 20h30 Real Potosí-BOL 3 x 1 Universidad de Chile-CHI
31/07 – 20h30 Blooming-BOL 0 x 1 River Plate-URU
31/07 – 20h30 El Tanque Sisley-URU 0 x 1 Colo Colo-CHI
31/07 – 22h50 Universidad Católica-CHI 1 x 1 Cerro Porteño-PAR
01/08 – 18h15 Montevideo Wanderers-URU 1 x 2 Libertad-PAR
01/08 – 20h30 Cobreloa-CHI 0 x 0 Peñarol-URU
01/08 – 22h50 Guarani-PAR 0 x 0 Oriente Petrolero-BOL
2ª RODADA
06/08 – 17h45 River Plate-URU 4 x 0 Blooming-BOL
06/08 – 20h15 Universidad de Chile-CHI 5 x 0 Real Potosí-BOL
07/08 – 17h45 The Strongest-BOL 1 x 1 Nacional-PAR
07/08 – 20h15 Cerro Porteño-PAR 0 x 1 Universidad Católica-CHI
07/08 – 22h45 Colo Colo-CHI 2 x 0 El Tanque Sisley-URU
08/08 – 20h15 Oriente Petrolero-BOL 1 x 4 Guarani-PAR
08/08 – 20h15 Peñarol-URU 0 x 2 Cobreloa-CHI
08/08 – 22h45 Libertad-PAR 0 x 0 Montevideo Wanderers-URU