Diversos

Náutico vence amistoso contra Botafogo-PB

Foto: Alexandre Gondim/JC Imagem

O Náutico venceu o amistoso contra o Botafogo-PB por 2×0, nesta sábado (23), na Arena Pernambuco. Os gols da partida foram marcados de pênalti pelo zagueiro Ronaldo Alves. Foi a primeira vitória do Timbu neste ano. O Alvirrubro mostrou bastante vontade, toque de bola, mas ficou visível que a falta de entrosamento devido ao início da temporada. Destaque para atuação do atacante Roni, que se movimentou bastante durante o confronto.

O JOGO

As duas equipes não conseguiram criar jogadas na primeira etapa do confronto. As duas equipe só conseguiram chegar mais perto do gol com jogadas de bola parada. Primeiro o Náutico com Ronaldo Alves. Após a cobrança de falta do meia Renan Oliveira, o zagueiro mandou de cabeça na trave. Com uma maior posse de bola, a equipe alvirrubra se movimentava bastante, procurava tocar a bola, mas não conseguiu ciar oportunidades.

O Botafogo-PB trabalhava a bola e forçava as jogadas pelas laterais. Principalmente com o lateral-esquerdo Zeca em cima do zagueiro Rafael Pereira que jogou improvisado pelo lado direito. O lance de perigo do time paraibano foi na cobrança de falta do meia Marco Antonônio, que passou perto do travessão do lateral esquerdo.

Logo no início do segundo tempo, Roni arrancou pela esquerda, fez bela jogada pela esquerda e passou para Thiago Santana, livre, chutar fraco na entrada da grande área. O Náutico mostrava bastante vontade na etapa final, enquanto o Botafogo-PB tentava criar perigo, mas não tinha sucesso. O Alvirrubro quase conseguiu o gol depois de uma cobrança de falta. Renan Oliveira levantou a bola na cabeça do zagueiro Ronaldo Alves, que ajeitou para Roni. Ele chutou, bola desviou no atacante Bergson e quase enganou o goleiro Michel Alves.

O Timbu entrou para a última parte do jogo com mais vontade que o adversário. Após a cobrança de escanteio do meio Renan Oliveira, o zagueiro Rafael Pereira foi derubado na grande área. De pênalti, o zagueiro Ronaldo Alves abriu o placar para os pernambucanos. No lance seguinte, Daniel Morais perdeu duas oportunidades rente ao gol adversário. No último lance do duelo, Caíque Valdívia foi derrubado na grande área. Novo pênalti para o Alvirrubro. Ronaldo Alves foi para cobrança e fez o segundo gol dele e do Náutico na partida.

Mesmo sem ter o entrosamento necessário, foi possível observar que bastante vontade por parte do time do Náutico. Além de uma grande valorização do passe. O técnico Gilmar Dal Pozzo iniciou a partida no esquema 4-1-4-1, mas na etapa final alterou para o 4-2-3-1 com o atacante Bergson atuando pelo meio atrás do centrovante.

FICHA TÉCNICA

Náutico – Rodolpho; Rafael Pereira (Walber), Fabiano Eller (Niel), Ronaldo Alves, Gaston; Elicarlos, Eduardinho, Renan Oliveira (Caíque Valdívia), Bergson, Roni (Rafael Ratão); Thiago Santana (Daniel Morais). Técnico: Gilmar Dal Pozzo

Botafogo-PB – Michel Alves; Ângelo (Gustavo), Plínio, Marcelo Xavier (Magno), Zeca; Gadeil (Léo), Djavan (Val), Marcos Antônio (Jefferson Recife), Daniel Cruz (Miller Fernandes); Jó Boy (Lukinha) e Janeudo (Warley). Técnico: Itamar Schülle.

Local: Arena Pernambuco. Horário: 15h. Árbitro: José Washington (PE). Assistentes: Marlon Rafael e José Daniel (Ambos de PE). Gols: Ronaldo Alves (2x). Cartões amarelos: Miller Fernandes, Gedeil, Plínio, Djavan e Zeca (Botafogo-PB). Renan Oliveira, Roni e Fabiano Eller (Náutico). Público: 1.597 torcedores. Renda: R$22.480

Sport tem teste internacional

Por Alexandre Arditti, do Jornal do Commercio
Twitter: @alearditti

O Sport “versão 2016” será apresentado hoje, às 16h, quando o time encara o Argentinos Juniors, na Ilha do Retiro, pela 2ª edição da Taça Ariano Suassuna. Oportunidade para o torcedor matar saudade da equipe e conhecer nove das dez caras novas do elenco para a temporada – a exceção é o atacante Johnathan Goiano, que se apresentou ao clube na última quarta-feira e ainda depende da chegada de sua documentação da Coreia do Sul para poder assinar contrato. Todos os outros vão a campo.

No ano passado, o Leão também abriu a temporada com a Taça Ariano Suassuna. O adversário foi o uruguaio Nacional e o palco a Arena Pernambuco. O confronto terminou com vitória rubro-negra por 2×1. Apesar do caráter amistoso, o duelo foi bastante pegado. Ninguém no Sport espera algo diferente contra o Argentinos, até porque todos querem deixar uma boa “primeira impressão” na torcida. “A expectativa e a ansiedade são grandes, até porque vale taça. Essa partida vai ter um caráter de competição”, disse o atacante Túlio de Melo.

O time que o técnico Paulo Roberto Falcão definiu como titular para a partida internacional terá quatro novatos, incluindo os mais badalados deles: o chileno Mark González e o colombiano Reinaldo Lenis. Além dos dois meia-atacantes, que atuarão abertos pelos lados do campo, o treinador inicia o ano com o volante Serginho e o atacante Túlio de Melo entre os 11 de frente. Outra “novidade” é um velho conhecido: o meia Everton Felipe, prata da casa de 18 anos que passou as últimas duas temporadas emprestado ao Internacional.

No mais, além da manutenção do sistema tático, carinhas carimbadas do Brasileiro do ano passado. O setor defensivo é exatamente o mesmo, com Danilo Fernandes, Samuel Xavier, Matheus Ferraz, Durval e Renê. Na cabeça de área, Rithely segue firme.

No 2º tempo, devem ir a campo os outros cinco reforços: os zagueiros Luís Gustavo e Oswaldo Henríquez, o lateral-esquerdo Christianno, o volante Luiz Antônio e o lateral-direito Maicon da Silva. Esse pode atuar improvisado, como ponta direita. Foi nessa função que participou do jogo-treino da última quinta-feira (vitória por 1×0 do Sport sobre o CSP, da Paraíba).

Com apenas 18 dias de pré-temporada, é evidente que o Sport estará bem longe daquilo que pode render. A ressalva é do próprio Falcão, que prevê dificuldades em campo. Do outro lado, a situação é parecida. O Argentinos Juniors iniciou os treinos há menos de duas semanas. Os principais atletas do elenco participarão da Taça Ariano Suassuna, incluindo o meia-atacante Lautaro Rinaldi, que chegou a ser sondado pelo Leão.

No ano passado, o Argentinos Juniors fez uma campanha modesta no Campeonato Argentino, terminando na 20ª posição.

Ficha do jogo:

Sport: Danilo Fernandes; Samuel Xavier, Matheus Ferraz, Durval e Renê; Rithely, Serginho e Everton Felipe; Reinaldo Lenis, Mark González e Túlio de Melo. Técnico: Falcão.

Argentino Juniors: Lanzillota; Torren, Batista, Freire e Benítez; Ínsua, Ledesma, Cobo e Cabral; Rodrigues e Lautaro Rinaldi. Técnico: Carlos Mayor.

Local: Ilha do Retiro. Horário: 16h. Árbitro: Emerson Sobral (PE). Assistentes: Fernanda Colombo e Albert Júnior (ambos de PE). Ingressos: de R$ 10 a R$ 150.

Santa Cruz faz amistoso com sabor de Série A

Por Haim Ferreira, do Jornal do Comercio – Foto: Antônio Melcop/Santa Cruz.

Após duas semanas de pré-temporada, o Santa Cruz encara o seu primeiro desafio no ano de 2016, a Taça Chico Science, contra o Flamengo, hoje, às 11h, no Arruda. No ano passado, a equipe pernambucana acabou perdendo a primeira edição do amistoso para o Zalgiris Vilnius, da Lituânia.

O desafio é visto como um teste à altura para o que virá pela frente, na Primeira Divisão, além do Campeonato Pernambucano e Copa do Nordeste. Além disso, o duelo contra os rubro-negros será a chance de matar a saudade do time, que entrou em campo pela última vez há 57 dias, quando se despediu da Série B do Brasileirão com o vice-campeonato.

Para a partida, o técnico Marcelo Martelotte deve adotar a mesma postura ofensiva do ano passado. Da equipe que venceu o Vitória-BA por 3×1, na última rodada da Segundona, a única alteração entre os titulares será a entrada de Raniel no lugar de Luisinho, transferido para o Bahia.
A tendência é que o Santa Cruz continue sendo escalado com apenas um volante, dois meias e três homens de frente. Com isso, o time tricolor entra em campo com: Tiago Cardoso; Vitor, Alemão, Danny Moraes e Allan Vieira; Wellington Cézar, Daniel Costa e João Paulo; Lelê, Raniel e Grafite.

“É um jogo grande. O Flamengo é uma força no futebol brasileiro. Acredito que o estádio vai estar lotado e o clima de amistoso vai se perder um pouco. Apesar da partida não valer pontos, muita gente considera essa partida como o primeiro desafio do ano”, disse o meio-campo João Paulo, principal destaque da equipe tricolor na última temporada.

O confronto entre Santa Cruz e Flamengo também marcará o reencontro pessoal entre duas referências: o atacante Grafite e o técnico Muricy Ramalho. O hoje treinador do rubro-negro era o comandante do atacante em 2001, na sua primeira passagem pelo Arruda.

“Vai ser um grande duelo. Primeiro, será um Santa Cruz e Flamengo. Da última vez nos enfrentamos, estávamos na Primeira Divisão e levamos a melhor. Será uma honra jogar contra jogadores do nível do Guerrero e rever o Muricy Ramalho também, que me ajudou muito no início da carreira”, disse o camisa 23.

FLAMENGO
Após perder nos pênaltis a Taça Asa Branca para o Ceará (após 3×3 no tempo normal), na última quinta, o Flamengo espera ter um novo desfecho contra mais um adversário nordestino.

Promovendo uma série de rodízios no time, Muricy Ramalho, velho conhecido da torcida pernambucana, deve promover a entrada do meia argentino Mancuello, principal reforço neste início de ano, além do atacante Marcelo Cirino.

Ficha do jogo:

Santa Cruz: Tiago Cardoso; Vitor, Alemão, Danny Morais e Allan Vieira; Wellington Cézar, Daniel Costa e João Paulo; Lelê, Raniel e Grafite. Técnico: Marcelo Martelotte.

Flamengo: Paulo Victor; Rodinei, Wallace, Juan e Jorge; Márcio Araújo, Willian Arão, Marcelo Cirino e Mancuello; Emerson e Paolo Guerreiro. Técnico: Muricy Ramalho.

Local: Estádio do Arruda. Árbitro: Gilberto Castro Júnior. Assistentes: Charles Rosas e Aldir Pereira. Ingressos: R$ 30 (arquibancada superior); R$ 40 (arquibancada inferior); R$ 15 (sócio e estudante).

10º Torneio de Futebol Veneza " Fotos "

Grande Evento de Futebol Socyte em Vitória de Santo Antão, em feriado na cidade o Grupo Veneza mais uma vez realiza seu Torneio interno para confraternizar com todos aqueles que fazem o Sucesso do Grupo Veneza.

Confira os Adversários dos Times de PE na Copa do Brasil 2016

A CBF vai sortear nesta segunda-feira, às 14h30, em sua sede, no Rio de Janeiro, os confrontos da primeira fase da Copa do Brasil de 2016. Os critérios para o chaveamento serão os mesmos do ano passado. Novamente, serão 86 clubes na disputa. Como em 2015, os cinco clubes que participarão da Libertadores (Corinthians, Palmeiras, Atlético-MG, Grêmio e São Paulo) entrarão direto nas oitavas de final. O Internacional, melhor colocado no Brasileirão excluindo o G-4, também entra nas oitavas.

Santa Cruz x Rio Branco-ES

Salgueiro x Ferroviária-SP

Sport x Aparecidense-GO

Náutico x Vitória da Conquista-BA

FIFA Ballon d'Or 2015 "Fotos"

As atenções dos fãs de futebol em todo o mundo estarão voltadas hoje para Zurique, na Suíça, às 15h30 (de Brasília), quando começará a cerimônia de premiação do Fifa Bola de Ouro’2015. Os craques Neymar, Messi e Cristiano Ronaldo disputam o prêmio mais cobiçado, o de melhor jogador do ano. Mas outras categorias também serão premiadas, entre elas a do gol mais bonito, em que outro brasileiro está concorrendo, o atacante Wendell Lira.

Vamos Postar em Tempo Real as Fotos do FIFA Ballon d’Or 2015 LIVE

Pernambucano 2016 – Tabela & Classificação

REGULAMENTO PERNAMBUCANO 2016

Fonte: Federação Pernambucana de Futebol

A primeira fase tem dois grupos de quatro clubes cada. O vencedor de cada grupo avança para o hexagonal – que é quando entram Náutico, Salgueiro, Santa Cruz e Sport – garante vaga na Série D. Os quatro primeiros garantem vaga na semifinal. Os clubes restantes disputarão um hexagonal para decidir os dois rebaixados. Os dois últimos nesta fase disputarão a Segunda Divisão do Pernambucano. Nas fases de pontos corridos, em caso de igualdade na pontuação, são critérios de desempate:
1) mais vitórias;
2) melhor saldo de gols;
3) mais gols pró;
4) confronto direto;
5) mais vitórias como visitante;
6) menos derrotas como mandante;
7) sorteio.
Em caso de igualdade nos pontos no confronto e no saldo de gols, a disputa será decidida nos pênaltis.
PE2016

Estadual começa sem vencedores, mas com cerveja. Menos para os torcedores no Carneirão

Por: Cassio Zirpoli

Em uma rodada marcada por empates, foi dada a largada do Campeonato Pernambucano de 2016, cuja primeira fase, toda em janeiro, classificará os líderes de cada grupo ao hexagonal do título.

Grupo A
Porto 0 x 0 Central
Belo Jardim 0 x 0 Atlético

Grupo B
Vitória 1 x 1 Serra Talhada
América 2 x 2 Pesqueira

Duas situações se destacam nesta abertura. A ausência do Todos com a Nota, suspenso pelo governo do estado, o que não acontecia desde 2007, e a volta da cerveja, o que não ocorria desde 2009. Como a FPF ainda não assinou o contrato com a “cervejaria oficial” da competição, foi dada autorização para que cada clube escolhesse a sua. No Ademir Cunha, nem ingresso nem cerveja, pois o América não obteve os laudos do estádio. Também não houve a comercialização de bebidas alcoólicas em Vitória de Santo Antão, mas por um motivo insólito. A direção do clube esqueceu que a lei havia entrado em vigor! Acontece.

No clássico caruaruense no Antônio Inácio, a maior movimentação do domingo. Foram 1.500 pagantes, esgotando a carga estipulada pelo Gavião do Agreste – que não esperava tanta gente. Nos bares, a cerveja à venda foi a Itaipava. Apesar das queixas naturais sobre o atendimento, a situação correu sem problemas. Em campo, Walasson perdeu um pênalti para o alvinegro com direito a um “caqueado” constrangedor. Em Belo Jardim, a diretoria do Calango optou pela mesma marca de cerveja.

Não houve registro de confusão entre torcedores dentro dos estádios.

Pernambucano 2016, 1ª fase (1ª rodada): Porto x Central. Foto: FPF/twitter

História Completa da Corrida de São Silvestre

Cásper Líbero, um jornalista e advogado paulista milionário que fez fortuna no início do século XX no setor de imprensa, fez uma viagem a Paris e de lá voltou maravilhado com uma corrida realizada à noite, em que os corredores carregavam tochas ao longo do percurso.Entusiasta do esporte e decidido a promover algo semelhante no Brasil, criou uma corrida noturna a ser realizada no último dia do ano de 1925. Estava fundada a Corrida de São Silvestre, que recebeu esse nome em homenagem ao santo do dia.

Em sua primeira edição, de 60 inscritos 48 compareceram para disputar a prova e apenas 37 foram oficialmente classificados, já que as regras exigiam que todos os corredores cruzassem a linha de chegada no máximo 3 minutos após a chegada do vencedor. O primeiro vencedor foi o jogador de futebol Alfredo Gomes, que completou os 8,8 km do percurso em 33:21.[6] Inicialmente aceitando apenas a participação de brasileiros natos, nos anos seguintes a inscrição foi permitida a estrangeiros morando no Brasil, o que permitiu ao italiano Heitor Blasi, radicado em São Paulo, ser convidado a disputá-la e vencer duas das primeiras edições da prova, em 1927 e 1929.[5] Sem grande experiência na organização deste tipo de evento, as primeiras edições impediam os corredores de beberem qualquer tipo de líquido durante a prova, e os atletas muitas vezes nela competiam com os próprios sapatos que usavam para treino no dia a dia e roupas que acumulavam suor.[5]

Ao contrário de outros eventos desportivos tão ou mais antigos, a Corrida de São Silvestre nunca deixou de realizar-se, nem mesmo durante a Revolução Constitucionalista de 1932 ou a Segunda Guerra Mundial.

A partir de 1945, com o fim da guerra, ela passou a contar com a participação de estrangeiros, mas apenas para corredores convidados provenientes de outros países daAmérica do Sul. O sucesso das duas primeiras edições internacionais, no entanto, levou os organizadores a permitirem a participação de corredores de todo o mundo a partir de 1947. Este ano marcou o início de período de 34 anos durante o qual nenhum brasileiro venceria a prova, o que se encerrou somente quando o garçom pernambucano José João da Silva venceu a edição de 1980, feito que repetiria em 1985.

Emil Zátopek, a Locomotiva Humana, vencedor em 1953.

A corrida permaneceria restrita a homens até 1975, quando as Nações Unidas declararam aquele ano como o Ano Internacional da Mulher. Os organizadores da São Silvestre aproveitaram o momento para realizar a primeira corrida feminina no mesmo ano.O evento feminino começou já com livre participação internacional, e a primeira mulher a vencê-lo foi a alemã-ocidental Christa Vahlensieck, o que fez duas vezes seguidas. A primeira vitória brasileira ocorreria somente vinte anos depois, quando a brasiliense Carmem de Oliveira venceu em 1995.

Além de Tergat e Rosa Mota, outros grandes campeões na história da São Silvestre são o belga Gaston Roelants, recordista mundial e campeão olímpico dos 3.000 m c/ obstáculos em Tóquio 1964 e o equatoriano Rolando Vera, os dois quatro vezes vencedores da prova, sendo Vera o único a vencê-la por quatro vezes consecutivas entre os homens, nos anos 1980. A queniana Lydia Cheromei a venceu três vezes entre 1999 e 2004.

Já famosa em toda a América Latina e na Europa desde 1953, quando a presença e a vitória do multicampeão olímpico tcheco Emil Zatopeka transformou num evento realmente internacional de ponta,em 1970 a São Silvestre começou a chamar a atenção da imprensa especializada dos Estados Unidos, quando o norte-americano Frank Shorter, futuro campeão olímpico da maratona em Munique 1972, veio ao Brasil e a venceu. A vitória de Shorter provocou uma posterior invasão de corredores americanos na prova, que veria Dana Slater ser bicampeã entre as mulheres em 1978–79 e o fundista Herb Lindsay vencê-la em 1979, ano em que a vitória no masculino e no feminino pertenceu aos Estados Unidos, feito nunca mais repetido.[8] O Brasil repetiria o mesmo feito na edição de 2006, com a vitória de Franck Caldeira no masculino e Lucélia Peres no feminino.

Até 1988, a corrida era realizada à noite, geralmente iniciando-se às 23:30, de forma que os primeiros classificados cruzavam a linha de chegada por volta da meia-noite, mas o ano de 1989 foi marcado por sensíveis modificações no formato do evento. O objetivo era cumprir as determinações da Federação Internacional de Atletismo – IAAF. O horário de início da corrida foi alterado, passando às 15 horas para mulheres e às 17 horas para homens; a distância a ser percorrida, que variava quase que anualmente (geralmente entre 6,5 e 8,8 km) foi definitivamente fixada em 15 km em 1991, o mínimo exigido pelas regras da Federação. Em 1989, a São Silvestre foi oficialmente reconhecida e incluída no calendário internacional da IAAF.

Milhares de corredores anônimos cruzam a linha de chegada da 87ªSS em 2011.

Em 2011, pela primeira vez desde sua criação, a São Silvestre teve o tradicional local de chegada alterado. Ao invés da Avenida Paulista, ela passou a ser no Parque do Ibirapuera. A modificação viu a queniana Priscah Jeptoo, vice-campeã olímpica da maratona em Londres 2012, vencer a prova feminina em 48:48, recorde e a primeira vez que uma mulher completou os 15 km da São Silvestre em menos de 50 minutos.Esta edição também assistiu a uma das maiores tragédias da história da corrida, com a morte do atleta paraolímpico Israel Cruz de Barros, que, disputando a divisão de cadeira de rodas, perdeu o controle na descida da Rua Major Natanael, de acentuado declive, e chocou-se com o muro em volta do Estádio do Pacaembu, morrendo no hospital.

Crescendo e sendo prestigiada através dos anos não apenas por atletas de elite mas também pelos corredores amadores, os números da São Silvestre fazem dela a maior corrida de massas da América do Sul, também em quantidade. Os 48 participantes da edição inicial em 1925 transformaram-se em cerca de 2 mil ainda no fim da década de 50, mais de 10 mil por edição nos anos 80, até alcançar um recorde de cerca de 25 mil participantes na edição de 2011.

Além do prestígio nacional e internacional, financeiramente a São Silvestre também compensa para seus campeões: em 2013, o vencedor recebeu R$60 mil (US$30 mil), o segundo colocado R$35 mil (US$17 mil) e o terceiro colocado R$20 mil (US$10 mil).

Vencedores em 89 Anos de São Silvestre

Ano Homens Equipe Tempo Mulheres Equipe Tempo Referência
1925 Brasil Alfredo Gomes São Paulo Clube Espéria 33:21
1926 Brasil Jorge Mancebo São Paulo Clube de Regatas Tietê 22:35
1927 Itália Heitor Blasi [i] São Paulo Clube Espéria 23:00
1928 Brasil Salim Maluf São Paulo Associação Athlética Palmeiras 29:11
1929 Itália Heitor Blasi [i] São Paulo Societá Palestra Itália 28:39
1930 Brasil Murilo de Araújo São Paulo Voluntários da Pátria 25:35
1931 Brasil José Agnello São Paulo Club Athletico Paulistano 26:05
1932 Brasil Nestor Gomes São Paulo Club Athletico Paulistano 25:23
1933 Brasil Nestor Gomes São Paulo Club Athletico Paulistano 25:50
1934 Brasil Alfredo Carletti São Paulo Club Athletico Franco Brasileiro 24:10
1935 Brasil Nestor Gomes São Paulo Club Athletico Paulistano 23:51
1936 Brasil Mario de Oliveira São Paulo Clube Atlético Guarulhense 23:26
1937 Brasil Mario de Oliveira São Paulo Clube Atlético Guarulhense 23:50
1938 Brasil Armando Martins São Paulo Associação Atlética Guarani 23:38
1939 Brasil Luiz Del Greco São Paulo Associação Atlética Guarani 24:36
1940 Brasil Antônio Alves 22:56
1941 Brasil José Tibúrcio dos Santos 22:09
1942 Brasil Joaquim Gonçalves da Silva 21:23
1943 Brasil Joaquim Gonçalves da Silva 22:06
1944 Brasil Joaquim Gonçalves da Silva 22:09
Fase Nacional (só masculino)
1945 Brasil Sebastião Alves Monteiro São Paulo Associação Atlética Guarani 23:38
1946 Brasil Sebastião Alves Monteiro 22:09
1947 Uruguai Oscar Moreira 21:45
1948 Chile Raul Inostroza 22:18
1949 Finlândia Viljo Heino 22:45
1950 Bélgica Lucien Theys 22:37
1951 Alemanha Erich Kruzicky 22:26
1952 Jugoslávia Franjo Mihalic 21:38
1953 Tchecoslováquia Emil Zatopek 20:30
1954 Jugoslávia Franjo Mihalic 23:00
1955 Reino Unido Kenneth Norris 22:18
1956 Portugal Manuel Faria 21:58
1957 Portugal Manuel Faria 21:37
1958 Argentina Osvaldo Suárez 21:40
1959 Argentina Osvaldo Suárez 21:55
1960 Argentina Osvaldo Suárez 22:02
1961 Reino Unido Martin Hyman 21:24
1962 França Hamoud Ameur 22:08
1963 Bélgica Henry Clerckx 21:55
1964 Bélgica Gaston Roelants 21:37
1965 Bélgica Gaston Roelants 21:20
1966 Colômbia Álvaro Mejía Florez 29:57
1967 Bélgica Gaston Roelants 24:55
1968 Bélgica Gaston Roelants 24:32
1969 México Juan Martinez 24:02
1970 Estados Unidos Frank Shorter 24:27
1971 México Rafael Tadeo Palomares 23:47
1972 Colômbia Víctor Mora 23:24
1973 Colômbia Víctor Mora 23:25
1974 Costa Rica Rafael Angel Perez 23:58
1975 Colômbia Víctor Mora 23:13 Alemanha Ocidental Christa Vahlensieck 28:39
1976 Chile Edmundo Warnke 23:50 Alemanha Ocidental Christa Vahlensieck 28:36
1977 Colômbia Domingo Tibaduiza 23:55 Dinamarca Loa Olafsson 27:15
1978 França Radhouane Bouster 23:51 Estados Unidos Dana Slater 28:55
1979 Estados Unidos Herb Lindsay 23:26 Estados Unidos Dana Slater 29:07
1980 Brasil José João da Silva São Paulo São Paulo Futebol Clube 23:40 Alemanha Ocidental Heidi Hutterer 27:48
1981 Colômbia Víctor Mora 23:30 Portugal Rosa Mota 26:45
1982 Portugal Carlos Lopes 39:41 Portugal Rosa Mota 47:21
1983 Brasil João da Mata de Ataíde Minas Gerais Clube Atlético Mineiro 37:39 Portugal Rosa Mota 43:31
1984 Portugal Carlos Lopes 36:43 Portugal Rosa Mota 43:35
1985 Brasil José João da Silva São Paulo São Paulo Futebol Clube 36:48 Portugal Rosa Mota 43:00
1986 Equador Rolando Vera 36:45 Portugal Rosa Mota 43:25
1987 Equador Rolando Vera 39:02 Equador Martha Tenorio 46:27
1988 Equador Rolando Vera 36:23 Portugal Aurora Cunha 42:12
1989 Equador Rolando Vera 36:45 México María Del Carmen Díaz 43:52
1990 México Arturo Barrios 35:57 México María Del Carmen Díaz 43:16
1991 México Arturo Barrios 44:47 México María Luisa Servín 54:02
1992 Quénia Simon Chemoiywo 44:08 México María Del Carmen Díaz 54:00
1993 Quénia Simon Chemoiywo 43:20 Quénia Hellen Kimaiyo 50:26
1994 Brasil Ronaldo da Costa 44:11 Etiópia Derartu Tulu 51:17
1995 Quénia Paul Tergat 43:12 Brasil Carmem Oliveira 50:53
1996 Quénia Paul Tergat 43:50 Brasil Roseli Machado 52:32
1997 Brasil Émerson Iser Bem 44:40 Equador Martha Tenorio 52:04
1998 Quénia Paul Tergat Quénia Fila 44:47 Jugoslávia Olivera Jevtić Jugoslávia Fila Team 51:35
1999 Quénia Paul Tergat Quénia Kenya 44:35 Quénia Lydia Cheromei Quénia Kenya 51:29
2000 Quénia Paul Tergat Quénia Kenya 43:57 Quénia Lydia Cheromei Quénia Kenya 50:33
2001 Etiópia Tesfaye Jifar 44:15 Brasil Maria Zeferina Baldaia 52:12
2002 Quénia Robert Kipkoech Cheruiyot 44:59 Brasil Marizete de Paula Rezende 54:02
2003 Brasil Marílson Gomes dos Santos 43:50 Quénia Margaret Okayo 51:24
2004 Quénia Robert Kipkoech Cheruiyot 44:43 Quénia Lydia Cheromei 53:01
2005 Brasil Marílson Gomes dos Santos 44:22 Sérvia e Montenegro Olivera Jevtić 51:38
2006 Brasil Franck Caldeira 44:06 Brasil Lucélia Peres 51:24
2007 Quénia Robert Kipkoech Cheruiyot 44:43 Quénia Alice Timbilili 51:24
2008 Quénia James Kipsang 44:43 Etiópia [[Yimer Wude Ayalew]] 51:37
2009 Quénia James Kipsang 44:40 Quénia Pasalia Chepkorir 52:30
2010 Brasil Marílson Gomes dos Santos 44:03 Quénia Alice Timbilili 50:19
2011 Etiópia Tariku Bekele 43:35 Quénia Priscah Jeptoo 48:48
2012 Quénia Edwin Kipsang 44:04 Quénia Maurine Kipchumba 51:41
2013 Quénia Edwin Kipsang 43:48 Quénia Nancy Kipron 51:58
2014 Etiópia Dawit Admasu 45:04 Etiópia Yimer Wude Ayalew 50:43
2015

 

 

Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Corrida_Internacional_de_S%C3%A3o_Silvestre

Conheça os grupos da Libertadores: Verdão e Grêmio têm rivais difíceis

Por FOX SPORTS

Os grupos da Copa Bridgestone Libertadores estão definidos. Em sorteio realizado na noite desta terça-feira (22 de dezembro), na sede da Conmebol, em Luque, no Paraguai, ficaram estabelecidas as chaves das equipes que disputarão o título na edição de 2016 do torneio continental. Além do São Paulo, que disputa a primeira fase contra o Cesar Vallejo (PER), Corinthians, Atlético-MG, Grêmio e Palmeiras são os outros brasileiros que iniciam a competição na fase de grupos.

Confira como ficaram os oito grupos da Copa Bridgestone Libertadores de 2016:

Grupo 1
River Plate (ARG)
The Strongest (BOL)
Trujillanos (VEN)
São Paulo ou César Vallejo (PER)

Grupo 2
Nacional (URU)
Palmeiras
Rosario Central (ARG)
River Plate (URU) ou Universidad de Chile (CHI)

Grupo 3
Boca Juniors (ARG)
Bolívar (BOL)
Deportivo Cali (COL)
Puebla (MEX) ou Racing (ARG)

Grupo 4
Peñarol (URU)
Atlético Nacional (COL)
Sporting Cristal (PER)
Huracán (ARG) ou Caracas (VEN)

Grupo 5
Atlético-MG
Colo-Colo (CHI)
Melgar (PER)
Independiente Del Valle (EQU) ou Guaraní (PAR)

Grupo 6
San Lorenzo (ARG)
Grêmio
LDU (EQU)
Toluca (MEX)

Grupo 7
Olimpia (PAR)
Emelec (EQU)
Deportivo Táchira (VEN)
Pumas (MEX)

Grupo 8
Corinthians
Cerro Porteño (PAR)
Cobresal (CHI)
Oriente Petrolero (BOL) ou Independiente Santa Fe (COL)