Handebol

Brasil ganhou Mundial Masculino e Feminino de Beach Handball

Hoje o Brasil ganhou Mundial masculino e feminino de Beach Handball!!!

São 4 títulos mundiais masculino e 3 no feminino!!!

PARABÉNS PARA TODOS ATLETAS E COMISSÕES TÉCNICAS!

PARABÉNS também aos colaboradores que organizaram este Mundial de 2014 em Recife!!!

A movimentação é atípica. Desde o início da semana, musas de sotaque diferente desfilam de um lado para o outro na arena montada na praia do Pina, no Recife. São italianas, dinamarquesas, norueguesas, espanholas, argentinas, uruguaias, australianas, norueguesas, tailandesas, ucranianas, além das meninas do Taipei e, claro, das brasileiras. O motivo é a Copa do Mundo de Handebol de Areia.

O torneio começou na última terça-feira e se estende até o próximo domingo. Ao todo, 24 delegações de 12 países estão na capital pernambucana – a competição masculina ocorre simultaneamente. Uma rápida olhada na programação do primeiro dia de jogos ilustra bem o cenário: Uruguai x Taipei; Austrália x Noruega; Hungria x Tailândia; Ucrânia x Argentina; Dinamarca x Espanha; Brasil x Austrália foram alguns dos 24 jogos.

A overdose de partidas – cada uma com apenas 20 minutos (dois tempos de 10 minutos mais prorrogação com gol de ouro se necessário) – é a única forma de suprir a demanda da tabela: serão 112 jogos até domingo com mais de 200 atletas envolvidos. Atração de sobra para um público curioso.

mosaico Mundial de Handebol de Areia  (Foto: Anderson Stevens / Photo&Grafia)Italianas, ucranianas e espanholas embelezam o cenário (Foto: Anderson Stevens / Photo&Grafia)

 

– Eu não entendo de nada não. Só vim para assistir – diz o pequeno Wallace, acompanho do pai na arquibancada da arena principal. A entrada franca contribuiu para o bom público.

O estudante Anderson Rodrigo, vestido com a camisa da Seleção Brasileira de futebol, não perdeu a chance de alfinetar o time de Felipão.

– Aqui dá para usar, né. Dá orgulho. Já no futebol…

O Brasil estreou com vitória tanto no feminino quanto no masculino. As meninas venceram a Austrália e Taipei por 2 sets a 0, enquanto os rapazes bateram Uruguai e Omã pelo mesmo placar.

– São muitas diferenças de jogar o handebol na areia e na quadra. A começar da preparação física e da forma da postura no campo de jogo. Nós jogamos competições de praia, com até três jogos no mesmo dia, isso requer uma preparação diferente. O tempo de jogo é menor, mas em contrapartida, o esforço e desgaste é muito maior. A areia cansa muito. Eu gosto de jogar as duas categorias, não tenho uma preferida – disse a pernambucana e camisa 10 da seleção brasileira, Priscila Annes.

As diferenças da modalidade

O handebol de areia apresenta várias mudanças em relação ao habitual handebol de quadra. Em vez de sete jogadores e contato físico constante, na praia a equipe é formada por apenas quatro atletas – três na linha e um no gol, quase sem nenhum contato.

A pontuação também é diferente nas duas categorias. Na areia, o gol pode valer um ou dois gols. Gols de goleiro e gols de aérea (quando o jogador pega a bola no ar e lança antes de tocar o solo) e o gol de giro (no qual o jogador realiza um giro de 360° no ar e faz o gol) valem dois, os demais gols contabilizam apenas um ponto.

Enquanto na quadra a saída de bola é por sorteio e o jogo pode terminar empatado, na areia o início do jogo é autorizado pelo árbitro, que lança a bola ao alto e dois jogadores a disputam. A partida não pode terminar empatada. Se acontecer, a prorrogação com gol de ouro decide o vencedor.

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Mundial de Handebol: Brasil cala torcida, derrota Sérvia e leva título inédito "Fotos"

A Seleção Brasileira de handebol conseguiu um dos maiores feitos esportivos do País em 2013. Neste domingo, mesmo jogando em Belgrado, contra a Sérvia, a equipe concretizou a campanha que surpreendeu o mundo, calou a torcida local e faturou o título do Mundial com uma vitória emocionante. Mais dominante, o Brasil precisou de raça para se superar no fim, vencer por 22 a 20 e entrar para a história em um esporte que tinha pouca tradição até agora.

É campeão! Brasil vence a Sérvia e conquista seu primeiro título mundial

Por Direto de Belgrado, Sérvia

Essa é uma história de dedicação, luta, derrotas, vitórias e sonhos. E não poderia ter outro fim. A primeira medalha do handebol brasileiro em mundiais não é de bronze, nem de prata. É de ouro. Diante de uma Arena Belgrado fervendo e barulhenta, contra 20 mil torcedores e mais sete rivais em quadra, as meninas do Brasil não se intimidaram. Vibraram quando tinham que vibrar. Fizeram faltas quando foi necessário. Reclamaram da arbitragem. E jogaram. Jogaram muito. Frias, Alexandra e cia. calaram a Sérvia, venceram por 22 a 20 e entraram para a história da modalidade no país, conquistando o título mundial de forma invicta. Mais cedo, a Dinamarca derrotou a Polônia e garantiu o bronze. Baixe o wallpaper do inédito título mundial do Brasil no handebol

mosaico Brasil handebol campeão taça 1 (Foto: Editoria de Arte)

A vitória diante das sérvias foi a segunda no Mundial, a nona em nove jogos na competição, para não deixar dúvidas sobre a conquista invicta. Para completar, Babi ainda entrou para a seleção do Mundial como a melhor goleira, e Duda foi eleita a MVP (sigla em inglês para jogadora mais valiosa) da competição. Alexandra Nascimento, atual melhor do mundo, foi a artilheira da decisão com seis gols anotados.

Desde 1995, com a Coreia do Sul, uma seleção fora da Europa não conquistava o Mundial feminino. O ouro no peito coroa um projeto iniciado há quatro anos pela Confederação Brasileira de Handebol, com a contratação do técnico dinamarquês Morten Soubak, comandante da impecável campanha nas quadras sérvias. E, com Rio 2016 na mira, o feito credencia o Brasil ao posto de candidato real a uma inédita medalha olímpica na modalidade.

taça comemoração Brasil handebol final Sérvia Mundial (Foto: EFE)
A foto do título: seleção brasileira festeja a inédita conquista do Mundial de Handebol (Foto: EFE)

MARÉ VERMELHA: BRASIL SUPERA PRESSÃO DA TORCIDA

Sem se importar com a pressão da torcida sérvia, o Brasil começou a decisão marcando bem. Babi, com três minutos, já tinha feito duas defesas salvadoras, e Fernanda, colocado a seleção na frente por 2 a 1. Ana Paula fez mais um. Dara, aos cinco, levou suspensão de dois minutos, e a Sérvia diminuiu com Damnjanovic. Alê, em contra-ataque tramado com Deonise, fez 5 a 3. Em quatro minutos, as anfitriãs viraram com Cvijic (duas vezes) e Damnjanovic: 6 a 5. Pressionada, a arbitragem irritava as brasileiras.

Aos 16, a Sérvia abriu 8 a 6, mas Ana Paula logo diminuiu. Civjic, impossível no ataque, levou dois minutos por falta em Dani Piedade. Após quatro minutos sem gols dos dois lados, Alê empatou: 8 a 8. Sem sair da margem de um gol, a seleção mantinha o jogo sob controle, mesmo perdendo por 10 a 9, até Alê, com um golaço por cobertura, empatar. Déborah Hannah, dois minutos depois, colocou o Brasil de novo na frente: 11 a 10. Fria, Alê abriu três gols de vantagem aos 29, fechando a primeira etapa em 13 a 11, com as sérvias ficando seis minutos sem gols.

O Brasil voltou para a segunda etapa com o mesmo ritmo. Com cinco minutos, vencia por 16 a 11, abrindo cinco gols com Duda (duas vezes) e Deonise. Aos sete, a Sérvia fez dois gols com Lekic e Ognjenovic: 16 a 13. O ginásio foi ao delírio quando Tomasevic pegou dois sete metros seguidos, mantendo o placar intacto. Aos 12, a Sérvia voltou a apertar o marcador. Com Zivkovic e Damnjanovic, trouxe a diferença para um gol apenas. Com duas suspensões de dois minutos, as anfitriãs levaram mais um gol de Alê. Na metade da etapa, a seleção vencia por 18 a 16.

Sem funcionar na segunda etapa, Babi deu a vaga para Mayssa no gol. Com a torcida jogando junto, a Sérvia dificultava cada ataque do Brasil, marcando muito. Ana Paula, aos 19, colocou de novo a seleção no jogo: 19 a 17. Aos 22, na pressão, a Sérvia conseguiu diminuir para um gol com Krpez. Quando a Sérvia ia empatar, Mayssa, incrível, parou Damnjanovic no contra-ataque, cara a cara, com o pé esquerdo. Nisavic, aos 20, empatou o jogo em 19 a 19. Dani Piedade, no pivô, colocou o Brasil mais uma vez na frente. Lekic empatou de novo, em 20 a 20. Déborah, um monstro quando entrou, fez 21 a 20. Aos 29, Ana paula fez um golaço, Mayssa salvou lá atrás e o Brasil abriu dois gols: 22 a 20.

torcida handebol final Mundial (Foto: Thierry Gozzer)
Maré vermelha: 20 mil torcedores sérvios lotaram a Arena Belgrado para a final contra o Brasil (Foto: Thierry Gozzer)

A 50 segundos do título mundial, a seleção brasileira teve sabedoria e calma para administrar o jogo e manter a posse de bola. Quando o placar mostrou o fim do jogo, choro e sorrisos tomaram conta das jogadoras e dos membros da comissão técnica do Brasil. Um título inédito e histórico. Até então, a melhor campanha do país em um mundial tinha sido o quinto lugar em São Paulo 2011.

ESCALAÇÕES

Brasil: Babi; Dara, Duda, Deonise, Alê, Fernanda e Ana Paula. Entraram: Dani Piedade, Mayara, Déborah Hannah, Samira e Dani Piedade.
Sérvia: Tomasevic; Milosevic, Damnjanovic, Popovic, Eric, Ognjenovic e Cvijic. Entraram: Lekic, Zivkovic, Krpez, Filipovic, Rajovic e Risovic.

A CAMPANHA DO TÍTULO

Primeira fase (Grupo B):
Brasil 36 x 20 Argélia
Brasil 34 x 21 China
Brasil 25 x 23 Sérvia
Brasil 24 x 20 Japão
Brasil 23 x 18 Dinamarca

Oitavas: Brasil 29 x 23 Holanda
Quartas: Brasil 33 x 31 Hungria
Semifinal: Brasil 27 x 21 Dinamarca
Final: Brasil 22 x 20 Sérvia

Info_Selecao-Feminina_HANDEBOL_3 (Foto: Infoesporte)

Pelo Twitter, Dilma celebra feito do handebol: "mereceram nosso aplauso"

A presidente Dilma Rousseff parabenizou neste sábado a Seleção Brasileira de handebol feminino pela chegada à final do Campeonato Mundial, feito inédito na história da modalidade. Com a vitória na última sexta sobre a Dinamarca por 27 a 21, o Brasil se garantiu na decisão para enfrentar justamente a Sérvia, anfitriã do Campeonato Mundial.

Nas mensagens que emitiu hoje, Dilma lembrou o apoio estatal que o handebol recebe através de Banco do Brasil e Correios, com patrocínios que somados quechegam a R$ 9,4 milhões, em convênios recém-assinados.

Fonte: Terra Esportes

Brasil atropela a Dinamarca e está na final do Mundial de Handebol

Para o Brasil, a final é um salto enorme na história da modalidade
Foto: AFP

Já foi o basquete e o vôlei e agora é a hora do handebol brasileiro fazer história. Nesta sexta-feira, a seleção feminina do Brasil não tomou conhecimento da potência Dinamarca, maior campeã olímpica, venceu por 27 a 21, e avançou para disputar sua primeira final num Campeonato Mundial da modalidade. Assim, garantiu uma medalha pela primeira vez para o handebol brasileiro. A final é domingo, 14h15 de Brasília, contra a Sérvia, dona da casa.

A lista de feitos conseguidos pela equipe comandada pelo dinamarquês Morten Soubak e que conta com Alexandra, melhor jogadora do mundo em 2012, é enorme. A começar pela hegemonia europeia posta à prova. Nas 20 primeiras edições de Mundiais, a Coreia do Sul foi a única não-europeia a chegar a uma semifinal.

Para o Brasil, a final é um salto enorme na história da modalidade, que só em 2005 havia passado da fase de grupos. Em 2011, jogando em casa, as brasileiras foram a melhor seleção da fase de classificação, mas pararam na Espanha nas quartas de final. Na Olimpíada de Londres, a mesma coisa, com derrota de virada para a Noruega, depois medalhista de ouro, também nas quartas.

O tabu foi quebrado com vitória sobre a Hungria, quarta-feira, após duas prorrogações. Diante da Dinamarca, ouro olímpico em 1996, 2000 e 2004, o Brasil era favorito. Afinal, havia vencido por cinco gols de diferença na fase de grupos. Confirmou o status liderando o jogo todo e aproveitando as duas únicas suspensões levadas pelas dinamarquesas para desafogar a pressão. Em cada uma dessas situações as brasileiras marcaram três gols.

Adversária da final, a Sérvia também perdeu do Brasil na primeira fase, num jogo em que sempre esteve atrás no placar. Mas as donas da casa contam com uma torcida impressionante. Nesta sexta-feira, na semifinal contra a Polônia, 18.236 pagaram ingresso e baterem o recorde de público da história dos Mundiais de Handebol.

O JOGO – A Dinamarca só ficou na frente do placar por 40 segundos. O tempo entre o primeiro gol do jogo, marcado pelas europeias, e o gol de empate, feito por Alexandra. Eficiente, o Brasil marcou mais dois gols na sequência, abriu 3 a 1, e determinou o ritmo do jogo.

Muito bem na defesa e aproveitando um claro nervosismo da Dinamarca, que muitas vezes desperdiçou ataque sem nem arremessar, o Brasil foi ampliando a folga até chegar a 10 a 5. Foi quando as brasileiras sofreram um apagão e permitiram as europeias encostarem em 11 a 9.

Time mais violento do Mundial, as brasileiras levavam punições de dois minutos, enquanto as dinamarquesas seguiam sempre com time completo em quadra. Na primeira suspensão das europeias, o Brasil fez três gols seguidos e fechou o primeiro tempo em 14 a 10.

Na volta do intervalo, as Dinamarquesas tentaram acelerar o jogo e abriram espaço para contra-ataque. O Brasil aproveitou bem as primeiras oportunidades que foi ampliando a vantagem. Quando a coisa apertou, Babi, candidata a melhor goleira do Mundial, salvou.

Nos oito minutos que o Brasil ficou sem marcar gols, a goleira não deixou a Dinamarca ficar a uma diferença maior do que três gols. Mas aí as europeias sofreram a segunda punição por dois minutos. Mais três gols do Brasil para ampliar a vantagem e determinar a vitória.

Fonte: Agência Estado

Brasil supera fantasma das quartas e vai à semifinal histórica no Mundial

Alexandra Nascimento é a artilheira do jogo com dez gols (Foto: AP)

Por Direto de Belgrado, Sérvia

O Brasil precisou bater na trave duas vezes para conseguir espantar o fantasma das quartas de final. Na tarde desta quarta-feira, na Arena Belgrado, a seleção brasileira feminina de handebol derrotou a Hungria por 33 a 31 e chegou às semifinais do Mundial da Sérvia, para fazer a melhor campanha da história da modalidade no país. Foram necessárias duas prorrogações e muito sofrimento. Mas a equipe verde e amarela superou os traumas de 2011, quando caiu diante da Espanha nas quartas do Mundial de São Paulo, e de 2012, em mais uma derrota nas quartas, dessa vez para a Noruega, nas Olimpíadas de Londres.

A artilheira do jogo foi a brasileira e melhor jogadora do mundo Alexandra Nascimento, com 10 gols anotados. Duda ainda fez outros seis para o Brasil. Com sete gols, Zsuzsanna Tomori foi a goleadora da Hungria. As adversárias das brasileiras na semifinal saem do confronto entre Dinamarca e Alemanha, jogo que acontece ainda nesta quarta. Na outra semi, a Polônia, que bateu a França, aguarda o vencedor de Sérvia e Noruega.

O JOGO: PRIMEIRO TEMPO

Ao contrário dos outros jogos, Brasil e Hungria conseguiram logo o gol. No primeiro ataque, as húngaras saíram na frente com Tomori, mas Alexandra empatou em tiro de sete metros, tudo isso antes do primeiro minuto. Alê, aos três, virou para 2 a 1. E com ela de novo, a seleção abriu dois gols, em novo sete metros. O Brasil conseguiu abrir 5 a 1, enquanto a Hungria tinha dificuldades para vencer a defesa verde e amarela. O segundo gol das europeias só veio aos nove, com Szusanszki. Mas Duda fez 6 a 2. Aos 15, o placar era de 7 a 4, com Babi bem no gol em um jogo equilibrado e nervoso.

Aos 17, a arbitragem penalizou a goleira Babi com dois minutos por não deixar a bola no chão quando a posse de ataque era das húngaras, retardando o jogo. Mayssa entrou em seu lugar, mas pisou em quadra antes da saída de uma jogadora de linha, e, por isso, o Brasil sofreu outra punição, ficando dois minutos sem duas jogadoras. Mesmo assim, Samira, no contra-ataque, abriu 9 a 5. Triscsuk diminuiu. E a arbitragem viu outra penalidade, agora por parte de Deonise, fazendo a seleção ficar 30 segundos com três a menos. Mesmo com desvantagem numérica, Mayssa pegou um sete metros de Gorbicz, mas a Hungria diminuiu para 9 a 8, com Tomori duas vezes. Até Duda voltar a marcar para a seleção: 10 a 8.

Em contra-ataque, aos 24, Samira fez 11 a 9 para a seleção. Do banco de reservas, Morten pedia paciência e foco, mesmo com as meninas reclamando muito da arbitragem. Ana Paula, em tiro de sete metros, voltou a colocar o Brasil com três gols de vantagem: 12 a 9. No minuto final, com gols de Redei e Szamoransky, o Brasil terminou na frente, mas a Hungria trouxe a diferença para apenas um gol: 12 a 11.

SEGUNDO TEMPO

O segundo tempo começou equilibrado. Nos primeiros cinco minutos, a Hungria conseguiu igualar em 16 a 16, mas Samira, na ponta, colocou a seleção de novo na frente. Anita Gorbicz, até então muito bem marcada, anotou seu primeiro gol e empatou de novo. Colocando pressão na seleção, as húngaras fizeram o Brasil errar bolas que até aquele momento não aconteciam, e virou o jogo com Gorbicz: 18 a 17, com Deonise sendo suspensa por dois minutos em seguida.

Aos 12, a Hungria abriu dois gols, fez 20 a 18, e dominava as ações, defendendo bem e atacando com velocidade. Duda descontou e voltou o jogo para um gol de prejuízo. Fernanda, em contra-ataque, um minuto depois, igualou em 20 a 20. Aos 16 minutos, a Hungria, com Redei e Szucsanszki, colocou as húngaras de novo com dois gols de frente: 22 a 20. Mas Alê apareceu segundos depois para diminuir. Aos 20, a seleção perdia por um gol, 23 a 22, e falhava no ataque quando não podia.

Nos últimos dez minutos, o técnico Morten Soubak perdeu a paciência com a arbitragem quando Duda, ao arremessar, foi derrubada, mas os árbitros mandaram seguir. Em seguida, no sete metros, Gorbicz outra vez venceu Mayssa e abriu dois gols, faltando sete para o fim: 24 a 22. Aos 25, Tomori manteve a Hungria à frente por dois gols, e o Brasil corria contra o tempo com Duda, que diminuiu, e Fernanda, que empatou: 25 a 25, faltando quatro minutos para o fim.

Com o placar em 26 a 25 para as húngaras, Alê empatou em tiro de sete metros. Faltando um minuto, o Brasil desperdiçou ataque e passou a posse da bola para a Hungria, que pediu tempo. A seleção conseguiu segurar o ataque rival até o cronômetro zerar. O árbitro marcou falta, e a Hungria teve a última chance para matar o jogo. Na cobrança, bola para fora e prorrogação.

PRORROGAÇÃO

Na prorrogação, na primeira bola de ataque, Deonise, sozinha, foi parada pela goleira Herr. No ataque seguinte, o Brasil também conseguiu defender bem. Com as defesas funcionando, o primeiro gol foi húngaro, aos dois minutos, com Kovacsics: 27 a 26. Assim terminou o primeiro tempo. Na segunda parte, Alê empatou em 27 a 27 com um minuto. Em tiro de sete metros, Gorbicz fez: 28 a 27. Szekeres, por falta em Dani Piedade, levou dois minutos de punição, mas Fernanda desperdiçou a chance de empatar em seguida. Deonise, em contra-ataque, empatou: 28 a 28. Alê, em bela trama com Deonise, virou: 29 a 28, faltando um minuto. A Hungria empatou e uma segunda prorrogação foi necessária.

Nela, Alê brilhou com um gol logo no início, fazendo 30 a 29 para o Brasil. Mayssa, em bela defesa, manteve a seleção na frente. Deonise, ao levar a terceira suspensão de dois minutos, foi expulsa automaticamente, e Cifra empatou: 30 a 30. No último tempo de cinco minutos, Duda sofreu sete metros aos dois minutos. Alê cobrou e colocou o a seleção de novo na frente: 31 a 30. Mayara, faltando 30 segundos, fez um gol sofrido, com a bola batendo na trave, nas costas da goleira e entrando: 32 a 30. A Hungria ainda diminuiu de novo, com Bulath, mas Samira fez 33 a 31 e confirmou a vitória espetacular e histórica do Brasil.

ESCALAÇÕES
Brasil: Babi; Dara, Alê, Duda, Deonise, Fernanda e Ana Paula. Entraram: Samira, Amanda, Mayara, Mayssa e Dani Piedade.
Hungria: Herr; Gorbicz, Szekeres, Zacsik, Tomori, Bulath e Bognar. Entraram: Szucsanszki, Triscsuk, Szamoransky, Kovacsics, Cifra e Redei.

Brasil Olímpico aponta os melhores atletas de 2013 "Fotos"

Por Uol Esportes

Os destaques brasileiros nas quadras, piscinas, mares, ginásios e pistas do mundo inteiro em 2013 são as grandes estrelas da 15ª edição do Prêmio Brasil Olímpico 2013, que acontece nesta terça-feira, 17, em São Paulo, às 19h (da Bahia).

Ganharão troféus os melhores atletas da temporada por modalidade. O ‘Oscar do esporte brasileiro’ premia ainda os melhores treinadores do ano (coletivo e individual). O grande evento da noite, porém, fica pelo título de Melhor Atleta de 2013, disputado no feminino por Poliana Okimoto (maratona aquática), Rafaela Silva (judô) e Yane Marques (pentatlo moderno), e no masculino por Arthur Zanetti (ginástica artística), Cesar Cielo (natação) e Jorge Zarif (vela).

A escolha dos melhores atletas em cada modalidade (veja a lista abaixo) e a definição dos indicados a Melhor Atleta do Ano foi realizada por um júri composto por jornalistas, dirigentes, ex-atletas e personalidades do esporte. Esse voto terá peso de 50% na eleição final para os melhores do ano, depois de serem computados os votos do público pela Internet, feita através do site do COB (www.cob.org.br) e que se encerrará durante a cerimônia, que terá transmissão ao vivo pelo SporTV.

Dentre os melhores por modalidades, destaque para dois baianos:Isaquias Queiroz  (canoagem de velocidade) e Robson Conceição (boxe).

Homenagem

Além de premiar os melhores atletas do ano, o COB homenageará o cinquentenário da primeira edição de Jogos Pan-americanos organizada no Brasil (São Paulo, em 1963). Mais de 90 ex-atletas que conquistaram medalhas naquele evento confirmaram presença na festa, entre eles os tenistas Maria Esther Bueno e Thomaz Koch, o jogador de basquete Amaury Passos, além de Carlos Alberto Torres, do futebol.

Maior medalhista olímpico brasileiro da história, ao lado de Robert Scheidt, o velejador Torben Grael receberá o Troféu Adhemar Ferreira da Silva, dedicado a atletas que mantém o legado deixado por Adhemar, o primeiro bicampeão olímpico do Brasil.

Pelo segundo ano consecutivo o COB concederá o troféu de Melhor Treinador do Ano a Marcos Goto (técnico de Arthur Zanetti), na categoria modalidade individual, e a José Roberto Guimarães, do voleibol, nos esportes coletivos. O Prêmio Brasil Olímpico também será concedido a quatro atletas dos Jogos Escolares da Juventude deste ano.

Os melhores de 2013 em cada modalidade:

Atletismo: Mauro Vinicius da Silva
Badminton: Lohaynny Vicente
Basquete: Tiago Splitter
Boxe: Robson Conceição
Canoagem Slalom: Ana Sátila
Canoagem Velocidade: Isaquias Queiroz
Ciclismo BMX:  Renato Rezende
Ciclismo Estrada: Rafael Andriato
Ciclismo Mountain Bike: Henrique Avancini
Ciclismo Pista:  Flavio Cipriano
Desportos na Neve: Isabel Clark
Desportos no Gelo:  Isadora Williams
Esgrima:  Gabriela Cecchini
Futebol:  Neymar Junior
Ginástica Artística:  Arthur Zanetti
Ginástica de Trampolim:  Giovanna Matheus
Ginástica Rítmica:  Angelica Kvieczynski
Golfe:  Adilson da Silva
Handebol:  Alexandra Nascimento
Hipismo Adestramento:  Luíza Almeida
Hipismo CCE:  Marcelo Tosi
Hipismo Saltos:   Alvaro A. de Miranda Neto
Hóquei Sobre Grama: Matheus B. Ferreira
Judô:  Rafaela Silva
Levantamento de Peso:  Fernando Reis
Lutas:  Joice Silva
Maratona Aquática:  Poliana Okimoto
Natação:  Cesar Cielo
Natação Sincronizada:  Lorena Molinos
Pentatlo Moderno:  Yane Marques
Polo Aquático:  Izabella Chiappini
Remo:  Fabiana Beltrame
Rugby:  Julia Sardá
Saltos Ornamentais:  Cesar Castro
Taekwondo:  Guilherme Dias
Tênis:   Bruno Soares
Tênis de Mesa:  Hugo Calderano
Tiro com Arco:  Sarah Nikitin
Tiro Esportivo: Cassio Rippel
Triatlo:  Pâmella Oliveira
Vela:  Jorge Zarif
Vôlei de Praia:  Talita Antunes
Vôlei:  Thaisa Daher

Brasil bate Holanda e avança às quartas no handebol

Foto: AFP – Agora, terá a difícil tarefa de enfrentar a Hungria por uma vaga nas semifinais

A seleção brasileira feminina de handebol garantiu nesta segunda-feira a classificação para as quartas de final do Campeonato Mundial da Sérvia. A equipe teve dificuldade, principalmente no primeiro tempo, mas confirmou o favoritismo diante da Holanda e venceu por 29 a 23, na cidade de Belgrado. Agora, terá a difícil tarefa de enfrentar a Hungria por uma vaga nas semifinais.

Com a vitória desta segunda, a seleção brasileira está a uma partida de conseguir seu melhor resultado da história em Mundiais e entrar na briga por medalhas. Até agora, o melhor desempenho da equipe na competição foi na edição de 2011, em São Paulo, quando terminou na quinta posição.

Além disso, as comandadas de Morten Soubak mantiveram os 100% de aproveitamento no Campeonato Mundial desse ano. Até agora foram seis vitórias em seis partidas, sendo que na fase de grupo elas haviam passado por Argélia, na estreia, China, Sérvia, Japão e Dinamarca, retrospecto que lhes garantiu a liderança da chave.

Ao contrário do que vinha acontecendo nas outras partidas, o gol da seleção brasileira foi um problema no início do confronto desta segunda. Se foi decisiva diante da Sérvia, a goleira Mayssa começou mal contra as holandesas, que se aproveitaram para pular à frente no placar.

Morten Soubak percebeu isso e lançou à quadra a reserva Babi, que mostrou toda sua qualidade e resolveu o problema. No ataque, Ana Paula, Alexandra Nascimento – eleita melhor jogadora do mundo em 2012 – e Duda resolviam. A Holanda até ameaçou encostar quando a goleira reserva Jankovic começou a pegar tudo no segundo tempo, mas já era tarde.

Ana Paula terminou a partida como principal artilheira, com sete gols, ao lado da holandesa Lois Abbingh. Duda veio logo atrás, com seis, enquanto Alexandra contribuiu com outros cinco. O time brasileiro voltará à quadra para pegar a Hungria na quarta-feira novamente em Belgrado. As húngaras garantiram vaga ao vencerem a Espanha por 28 a 21, também nesta segunda.

Fonte: Agência Estado

Grande Evento de Esportes: Futsal, Handebol e Badminton "Fotos"

Agradecendo aos Parceiros 2013 a credibilidade que depositaram ao nosso Projeto Solidário, Evento foi realizado na quadra do Colégio Damas-Vitória-PE.

Jogo Comemorativo ao Titulo Pernambucano de 2003 do Lattino Futsal 10 anos – Renda do Evento revertida para o CEPACA-Vitória-PE Centro Especial de Prevenção e Atendimento ao Câncer.
Homenagem aos Campeões Pernambucanos de Futsal de 1983 ” Desportiva Pitú ”
Homenagem a Equipe de Handebol Feminina.
Sorteios de Brindes no Evento.

Vitória recebe grande Evento de Esporte: Futsal, Handebol e Badminton

Por Assessoria em Marketing Esportivo

Agradecendo aos Parceiros 2013 a credibilidade que depositaram ao nosso Projeto Solidário, dia 15 de Dezembro de 2013 estaremos finalizando nosso grande Evento Esportivo que será realizado no Ginásio do Colégio Damas – Vitória-PE às 09:00 Horas.
A venda dos Ingressos em breve… Pontos de venda serão anunciados para compra dos ingressos por R$ 3,00 e concorrendo a brindes dos Parceiros sorteados na quadra no dia do Evento.
Renda do Evento revertida para o CEPACA-Vitória-PE Centro Especial de Prevenção e Atendimento ao Câncer.

Jogo Comemorativo ao Titulo Pernambucano de 2003 do Lattino Futsal 10 anos – Renda do Evento revertida para o CEPACA-Vitória-PE Centro Especial de Prevenção e Atendimento ao Câncer.
Homenagem aos Campeões Pernambucanos de Futsal de 1983 ” Desportiva Pitú ”
Homenagem a Equipe de Handebol Feminina.
Sorteios de Brindes no Evento.

Agradeço ao Parceiro e Amigo de Quartel Sidney Caricaturas pela criação da nossa Réplica Empreendedor do Esporte. No Evento Lattino Futsal vamos Homenagear Pessoas Físicas & Jurídicas com a Réplica Empreendedor do Esporte.

Blusa do #Staff do Evento Jr Esportes Lattino Futsal 10 anos, Agradecendo ao Parceiro Sidney Caricaturas

Chegaram os Calções do Lattino Futsal Agradecendo aos ParceirosAndre Barbosa Santana & Victorio Montenegro

Já Está a Venda a Camisa do Lattino Futsal 2013 – R$ 30,00
Contato: (81) 8852.1710 – 9640.7001 – Júnior