Vôlei

Oscar mantém a forma com handebol de praia e segue com Moisés em 2013

O Circuito Brasileiro de Vôlei de Praia entrou em recesso, mas Oscar não conseguiu tirar férias das areias por muito tempo. Vice-campeão do Open do Rio de Janeiro, vestiu uniforme com mangas ao invés de camiseta e trocou a bola de vôlei pela de handebol para reforçar o time do projeto social “Geração” em um torneio estadual. Ao invés de pontos, marcou gols na Praia de Copacabana. E, mesmo eliminado sem vitórias no campeonato, acredita que saiu no lucro.

Oscar conheceu o handebol de praia e o projeto através da namorada, Carolina Valente, que pratica a modalidade diariamente. Participou de quatro treinos em um período bastante espaçado e, quando recebeu um convite para compor um time masculino, fez um “intensivão” com vídeos e regras para ter condições mínimas de disputar Série B do Campeonato Carioca. Na quadra armada no posto 4 da praia de Copacabana, o jogador adaptou algumas das habilidades desenvolvidas com o vôlei e garante que não fez feio.

– Como foi a primeira vez de todo mundo no time e não havíamos treinado juntos, acho que fomos até bem. Acho que marquei mais de 10 gols aproveitando minha impulsão. A grande diferença que é no vôlei ela é muito mais vertical do que no handbeach, mas mesmo assim ajudou. É uma modalidade bem legal, que não tem tanto impacto ou contato. Como a chance de me machucar era muito pequena, achei que valeu a pena. Me diverti bastante e ainda consegui me manter bem na parte aeróbica – contou Oscar, cuja equipe perdeu os dois jogos que disputou.

Dupla sensação é oficializada

Ricardo, Oscar e Moisés vôlei de praia (Foto: Helena Rebello / Globoesporte.com)
Oscar encara o bloqueio de Ricardo e elimina dupla
Olímpica no Rio (Foto: Helena Rebello / Globo.com)

Depois de 10 dias de férias, o carioca retomou a rotina de atividades na academia, iniciando a preparação para a etapa de Fortaleza, sétima da temporada 2012/2013 do Circuito Brasileiro. Na primeira sede nordestina, Oscar vai oficializar a parceria com Moisés. Finalistas no Rio, os dois jogaram juntos na ocasião apenas porque Thiago Aranha, então parceiro do baiano, estava se recuperando de lesão. Oscar foi convidado porque não havia se classificado para o Open ao lado de Fábio Luiz.

– Eu e o Moca (Moisés) demos certo logo de cara. Eu já o tinha convidado antes de acertar com o Fábio Luiz, mas ele tinha o compromisso com o Aranha. Mas demos tão certo que acabou se tornando algo natural de acontecer.

As inscrições para a etapa de Fortaleza serão encerradas apenas no dia 27 de dezembro. Após este prazo a Confederação Brasileira de Vôlei (CBV) definirá quais duplas irão disputar o Nacional e quais estarão diretamente classificadas para o Open, torneio que reúne a elite do vôlei de praia nacional de 17 a 20 de janeiro.

vôlei de praia Oscar e Moisés Rio de janeiro (Foto: Mauricio Kaye / CBV)
Oscar e Moisés no Rio: campanha eliminou as duas duplas olímpicas brasileiras (Foto: Mauricio Kaye / CBV)
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Ataque de Jaque é marcado na pele

A paixão pelo vôlei e a admiração em particular por Jaqueline fizeram um fã tatuar uma imagem da ponteira abaixo do ombro direito. O desenho, gravado na pele nesta quarta-feira, retrata um ataque da musa na partida contra a Sérvia nos Jogos de Londres e foi compartilhado nas redes sociais até chegar ao conhecimento da bicampeã olímpica. Emocionada, Jaque postou a imagem comparativa da tattoo com a foto original e a agradeceu ao carinho do fã.

– Não o conheço e também não sei quem é, só sei q se chama Mah Bonato e que é de São Joaquim Da Barra… Fiquei emocionada pq não imagino o carinho que existe por mim por ai a fora!!! Obg de coração – postou a jogadora do Osasco no Instagram.

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Com coleção de biquínis, Maria Clara dita moda nas areias com a irmã Carol

Dentro de quadra, são uniformes de trabalho. Mas, fora das arenas de treino e jogo os biquínis também fazem parte do vestuário habitual de Maria Clara e Carol Solberg. Patrocinadas por uma marca de moda praia, as irmãs ostentam uma enorme coleção de peças com variados modelos, tecidos e estampas. Mesmo priorizando o conforto, a dupla acompanha as tendências da moda de perto e leva parte do que vê em catálogos e passarelas mundo afora para o ambiente do vôlei de praia.

Durante as etapas do Circuito Brasileiro, Carol e Maria costumam levar, cada uma, entre quatro e cinco biquínis na mala. No dia a dia, estão sempre com um conjunto na bolsa. Às vezes, chegam a vestir até três diferentes em menos de 24 horas. Já perderam a conta do número total, até porque a rotatividade das peças em seus armários também é grande. Como retiram três modelos por mês na loja de Ipanema da marca que as apoia, repassam com frequência aqueles mais antigos para outras pessoas.

montagem galeria Carol e Maria Clara vôlei de praia (Foto: Editoria de Arte / Globoesporte.com)

– Usamos mais modelos com a parte da frente mais cavada e a parte de trás mais larga para não ter o risco de ficar incomodando. Gosto muito de biquínis básicos, mas também adoro os que têm costuras diferentes, detalhes com outras cores ou tecidos. Todo ano desenvolvemos nosso biquíni de jogo com o pessoal da marca e eles nos sugerem muita coisa. Às vezes usamos lacinhos, em outra temporada usamos um com ilhós na lateral… Sempre tentamos trazer algo novo, que seja confortável, mas que dê um charme também – disse Maria.

O único lamento da jogadora é que o contato excessivo com a areia, principalmente em lances de defesa, torne inviável o uso de certos tecidos nos uniformes de competição. Com outro patrocínio estampado no bumbum, há também a preocupação para que o logotipo fique visível, o que limita ainda mais as opções de cores. Com lycra branca, a peça que usam atualmente suja facilmente e precisa de maiores cuidados para não se desgastar rápido demais.

vôlei de praia Maria Clara biquínis (Foto: Helena Rebello / Globoesporte.com)Em casa, Maria Clara tem, literalmente, baldes de
biquínis (Foto: Helena Rebello / Globoesporte.com)

Nas viagens, os conjuntos são lavados por elas mesmas nos hotéis em que se hospedam. Hábito que aprenderam ainda novas com a mãe Isabel, ex-atleta da quadra e da praia. Na infância, a família numerosa não permitia que as meninas tivessem aceso há tanta variedade de peças como hoje. Até os seis anos, Maria preferia, inclusive, usar apenas maiôs.

– Minha mãe tinha muitos filhos (quatro), então cada um tinha um maiô, biquíni ou sunga da vez. Quando eu era criança era tão magra que tinha a barriga definida, e isso era muito estranho para uma criança. Eu morri de vergonha e só usava maiô. Agora, só biquíni.

Neste ano, o interesse por moda foi ampliado. Em parceria com a irmã mais velha, Pilar, e a prima Alice, Maria Clara criou uma grife de roupas chamada Sel, que ainda não tem sede física e é vendida apenas em feiras e eventos do ramo. Com isto, a defensora passou a entender mais profundamente todas as partes do processo produtivo, desde a elaboração das peças até o contato com as costureiras e a comercialização. A visão mais ampla a permite, inclusive, opinar com mais segurança sobre o que pode ser moda em breve. Para o verão carioca, ela arrisca alguns palpites sobre o que deve fazer sucesso nas praias.

– Sempre quis ter uma marca de roupas e trabalhar com moda. Acho muito interessante saber a origem da criação, o que inspirou a pessoa a fazer a roupa de um jeito ou de outro. Para esse verão, acho que vão bombar uns biquínis altos meio retrôs, além de peças de tricô ou com mistura de tecidos diferentes. E, claro, sempre rola uma estampa de paisagem.

Convocadas para a seleção feminina da praia, as irmãs terão menos de um mês de férias. A agenda de compromissos oficiais no esporte será retomada na etapa de Fortaleza, sétima do Circuito Brasileiro na temporada 2012/13. O Nacional (torneio classificatório) será disputado de 11 a 13 de janeiro, enquanto o Open (que reúne a elite) vai de 18 a 20 do mesmo mês.

Globo.com

Com tacada de golfe, esquiador faz estrago no rosto de musa do vôlei

Tacos e bolinhas não são a especialidade dos americanos Bode Miller e Morgan Beck. O esquiador, medalhista olímpico, e sua esposa, jogadora de vôlei de praia, foram relaxar num campo de golfe na quarta-feira, em San Diego, na Califórnia. Mas a diversão não acabou bem. Em uma tacada, Miller atingiu em cheio o rosto da mulher, que sofreu um ferimento grave no olho esquerdo. Morgan, que tem 25 anos e também atua como modelo, publicou nas redes sociais a foto do rosto após o acidente – a imagem, forte, está no fim do texto.

– Agora não me sinto tão sexy. Levei uma bolada no rosto após uma tacada do meu querido marido. Mas ainda o amo – afirmou a jogadora, que estava usando óculos de sol na hora do acidente e, por isso, evitou um estrago ainda maior.

Morgan Beck jogadora de vôlei (Foto: Reprodução/Instagram)
Morgan Beck mostra o olho com pontos (Foto: Reprodução/Instagram)

Internada em um hospital de San Diego, a jogadora de vôlei de praia escapou de ficar cega, mas levou 50 pontos no rosto e ainda não recuperou a visão do olho esquerdo. Morgan ainda postou uma foto dos seus óculos quebrados em sua conta no Twitter e agradeceu por eles terem ajudado a amortecer o impacto da bolinha, evitando uma lesão maior no local.

Morgan Beck jogadora de vôlei (Foto: Reprodução/Facebook)
Morgan em trabalho como modelo
(Foto: Reprodução/Facebook)

– Estou me sentindo melhor. Ainda não consigo enxergar com o olho esquerdo, mas já consigo sentir meu rosto novamente – explicou no Twitter a atleta, que teve alta do hospital na quinta-feira.

Morgan e Miller se casaram em outubro deste ano. Miller é um dos principais esquiadores do mundo, com uma medalha de ouro no supercombinado nas Olimpíadas de Inverno de Vancouver, em 2010. Ele tem ainda três pratas olímpicas e um bronze, além de quatro títulos mundiais no esqui alpino.

Passear por outros esportes não é novidade para o casal. Antes das Olimpíadas de Londres, em agosto deste ano, eles toparam fazer, para uma rede de televisão, uma maratona de esportes e se enfrentaram no vôlei, no badminton, no tênis e até no futebol americano (confira o vídeo).

óculos Morgan Beck jogadora de vôlei (Foto: Reprodução/Twitter)
Os óculos quebrados que ajudaram a amortecer o impacto da bola (Foto: Reprodução/Twitter)

Morgan Beck acidente olho golfe (Foto: Reprodução)
Morgan Beck sofre grave acidente e leva 50 pontos no olho esquerdo (Foto: Reprodução)
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Sada Cruzeiro perde e vai em busca de reabilitação contra o São Bernardo

Da Assessoria do Sada Cruzeiro Vôlei

Andréia Santos

Jogando em casa, no Ginásio de Contagem, o Sada Cruzeiro conheceu sua primeira derrota na Superliga 2012/13 ao ser superado pelo Sesi-SP na noite dessa quinta-feira, 13 de dezembro. O adversário paulista jogou muito bem e marcou parciais de 25/22, 25/20 e 25/23. O time celeste, que vinha de cinco vitórias consecutivas, permanece na vice-liderança, com 14 pontos na tabela.

Agora o Sada Cruzeiro vai buscar sua reabilitação na partida contra o BMG São Bernardo, no próximo sábado, 15 de dezembro, às 17h, novamente em Contagem.

Cléber Mineiro e Murilo, do Sesi, foram os maiores pontuadores do confronto, com 13 pontos cada. No Sada Cruzeiro o destaque foi o atacante Filipe, com 12 acertos.

“Nós não soubemos sair dos momentos de dificuldade. O Sesi veio com um ataque pesado, muito eficiente nas viradas de bola e nós não jogamos bem. Temos que reconhecer. Em um campeonato como esse nós temos que estar preparados para tudo, e hoje nós perdemos. Agora vamos com tudo para cima do São Bernardo, pois será mais um jogo difícil. É um time que joga taticamente muito bem”, disse Filipe.

Site Oficial do Cruzeiro

Em clima de Natal, Alison e Emanuel doam brinquedos em favela carioca

O Natal está quase chegando e a dupla de vôlei de praia Alison e Emanuel ajudou a transformar a data ainda mais especial. Apesar de não terem barba branca, nem vestirem vermelho, os campeões mundiais se transformaram no Papai Noel de 200 crianças, com idade entre 3 e 10 anos, da comunidade dos Prazeres, na Zona Sul do Rio de Janeiro. A quantidade de brinquedos doados é proporcional ao número de pontos que a dupla conquistou na sexta etapa do Circuito Brasileiro de Vôlei de Praia, 189 no total. A ideia surgiu de uma conversa informal entre os atletas e levou muita alegria para as crianças.

– As crianças merecem, ainda mais se tem um pouco de condição de ajudar. A gente está fazendo isso de coração mesmo, é uma coisa que surge e para isso precisa estar de coarção aberto para ajudar e ser ajudado. A gente sempre vai estar disposto a ajudar quando necessário – afirmou Alison.

Esta não é a primeira vez que os medalhistas olímpicos participam de ações solidárias. Em janeiro de 2011, a dupla doou quase mil litros de água para as vítimas das fortes chuvas na Região Serrana do Rio de Janeiro. A ideia inicial era comprar dois litros de água para cada ponto marcado na etapa de Vitória do Circuito Brasileiro 2011. Vice-campeões no torneio capixaba, os dois decidiram aumentar a quantidade do item mais solicitado pela Defesa Civil na época.

De presente, Alison pede apenas saúde. Apesar do vice-campeonato do Circuito Mundial 2012 e da medalha de prata nos Jogos de Londres, o bloqueador enfrentou dois problemas físicos sérios nesta temporada. Um corte profundo no antebraço direito ao fazer uma defesa perto das placas de publicidade na abertura do Circuito Mundial, em Brasília, fez o Mamute levar 11 pontos no local e abandonar a competição. Depois, na estreia no Circuito Brasileiro 2012/13, sagrou-se campeão em Cuiabá, mas deixou a capital mato-grossense com o pé inchado. Em Vitória, descobriu que estava com uma infecção bacteriana, passou por uma cirurgia e ficou quase um mês afastado das quadras. Agora, os atletas terão um período curto de férias para descansar. Eles têm apenas duas semanas para se recuperarem antes de voltarem aos treinos no começo de janeiro.

– Ano que vem é atípico no vôlei porque não tem muitos troneios importantes, mas nosso foco é a Copa do Mundo. Somos a atual dupla campeã, então o Emanuel quer ser tetra e eu bi. É uma motivação muito grande, mas a gente está voltado primeiro para as férias – disse o Mamute.

Galeria, Alison e Emanuel entregaram presentes para crianças do Morro dos Prazeres (Foto: Editoria de Arte / Globoesporte.com)
Galeria, Alison e Emanuel entregaram presentes para crianças do Morro dos Prazeres (Foto: Editoria de Arte / Globoesporte.com)

O martelo ainda não foi batido, mas a nova temporada do Circuito Mundial, que acontece a cada dois anos, deve ter dez meses de duração. Desta forma, provavelmente haverá etapas com datas conflitantes com as do Circuito Brasileiro e outros campeonatos. A disputa, que começa em Stare Jablonki, na Polônia, de 1º a 7 de julho, serve como um incentivo a mais para a dupla brasileira manter o alto rendimento.

– O grande objetivo em 2013 é o Campeonato Mundial. Eu e o Alisson queremos dar continuidade ao processo olímpico que tivemos, então pode contar conosco representando o Brasil – afirmou Emanuel.

A novidade para a temporada é a criação da seleção masculina de vôlei de praia, que, além de Alison e Emanuel, conta com mais seis jogadores. Letícia Pessoa, que já treinava a dupla e também foi técnica de Adriana Behar e Shelda nas duas pratas olímpicas da dupla. Experiência não falta para a comissão que ajudará a elevar o nível dos atletas para as Olimpíadas 2016, no Rio de Janeiro. O novo compromisso de Letícia é apoiado por Alison e Emanuel, que torcem por mais uma conquista brasileira.

– Tenho uma visão sobre o esporte, quero que o vôlei de praia cresça. A seleção brasileira é uma filosofia nova, que todos vão ter que se adaptar, mas eu acredito que a Letícia, com toda a qualidade que ela tem, pode fazer a diferença, fazer com que o Brasil, como um todo, e todos os jogadores tenham a evolução que a gente vai precisar daqui até 2016 – explicou Emanuel.

Para Alison esse é o maior reconhecimento do trabalho de Letícia e da comissão técnica.

– É uma satisfação muito grande, porque não é só a nossa treinadora. Toda a comissão técnica trabalha na seleção agora, então é uma retribuição pelo trabalho que fizeram. Eles são merecedores disso porque conquistaram, ao nosso lado, muitos títulos, inclusive a medalha de prata em Londres.

Alison e Emanuel vôlei de praia natal (Foto: Marcella Dottling / Globoesporte.com)
Alison e Emanuel doaram bolas, bonecas, carrinhos e jogos (Foto: Marcella Dottling / Globoesporte.com)

Seleções brasileiras de vôlei de praia são apresentadas no Rio de Janeiro

Integrantes das seleções brasileiras de vôlei (Foto: Alexandre Arruda / CBV)

Os 27 jogadores e as comissões técnicas das seleções de vôlei de praia se apresentaram nesta segunda-feira na sede da Confederação Brasileira de Vôlei (CBV), no Rio de Janeiro. Eles passaram por avaliações e participaram das primeiras palestas, que se estenderão durante a semana. Do grupo, sairão os representantes do Brasil nas competições internacionais da temporada 2013, como o Circuito Mundial e o Circuito Sul-Americano. A lista original de convocados pode ser alterada, com inclusão e exclusão de nomes, ao longo do ano. O primeiro período de treinamento está marcado para janeiro.

– Estou muito motivada para este trabalho. Vi o vôlei de praia ter sua primeira competição internacional em 1987 e fico muito feliz por ver o patamar em que o esporte chegou, formando uma seleção brasileira. Muitos atletas que estão aqui precisaram se desdobrar por muitos anos para montar uma estrutura de primeira linha e agora, neste novo sistema, os mais novos terão todo o apoio desde o começo de suas carreiras – disse Letícia Pessoa, técnica da equipe masculina.

Marcos Miranda, que comandará a seleção feminina, lembrou que, além de ter como objetivo um bom resultado nos Jogos de 2016, o trabalho pretende fortalecer a modalidade no futuro.

– Temos um grande objetivo neste trabalho, que é conseguir bons resultados para o Brasil na Olimpíadas do Rio, mas sabemos que também é fundamental que deixemos um legado para as gerações futuras – afirmou.

Os convocados:

Ângela, Bárbara Seixas, Carolina Solberg, Elize Maia, Juliana, Lili, Maria Clara, Maria Elisa, Rebecca, Taiana e Talita; Alison, Álvaro Filho, Brian, Bruno Schmidt, Daniel Souza, Daniel Lazzari, Edson Filipe, Emanuel, Evandro, Hevaldo, Leonardo Gomes, Pedro Cunha, Pedro Solberg, Ricardo, Thiago e Vitor Felipe.

Por GLOBOESPORTE.COM

Zé Roberto Guimarães é padrinho de evento para pessoas com deficiência

Único tricampeão olímpico do Brasil, Zé Roberto Guimarães fez uma pausa na dura rotina de treinos à frente da seleção feminina de vôlei e trocou a quadra pelo parque de diversões. Mas o objetivo do técnico não era aproveitar os brinquedos do Hopi Hari, no interior de São Paulo. Nesta segunda-feira, Zé Roberto foi padrinho de um evento dedicado a pessoas com deficiência, que reuniu cerca de 6 mil participantes de instituições paulistas. Com as atrações do parque abertas exclusivamente aos participantes da iniciativa, o treinador ressaltou o papel do esporte e do lazer para a inclusão social.

– Essa é uma iniciativa fantástica, uma situação de superação de limites. Fiquei muito honrado de ser padrinho e ver tantas pessoas que ajudam e fazem acontecer. Esse convívio, essa relação é muito importante. É um novo alento para todos os envolvidos – disse Zé Roberto.

Padrinho do evento no parque temático, Zé Roberto ressaltou importância da inclusão social (Foto: Divulgação)
Padrinho do evento no parque temático, Zé Roberto ressaltou importância da inclusão (Foto: Divulgação)

Confirmado recentemente para o ciclo olímpico dos Jogos de 2016, no Rio de Janeiro, Zé Roberto está envolvido atualmente com a participação do Campinas na Superliga. O time paulista disputa sua primeira edição do principal torneio entre clubes do país, e ocupa atualmente a quinta posição da classificação do campeonato. A equipe volta às quadras nesta terça-feira, às 19h, contra o Sesi, em São Paulo.

Por GLOBOESPORTE.COM – São Paulo

Campeão de tudo em 2012, Sollys/Nestlé é time a ser batido na Superliga feminina

O Sollys/Nestlé ganhou tudo o que disputou neste ano. Em abril, foi campeão da última Superliga feminina . Em seguida, faturou o Sul-Americano e se tornou apenas a terceira equipe brasileira avencer o Mundial . Contabilizou ainda os títulos do Paulista e dos Jogos Abertos do Interior. Todas estas conquistas fazem surgir o questionamento: existe alguém que pode superar o time de Osasco na temporada 2012/13 da Superliga ?

 “É claro que não somos imbatíveis, perdemos uma partida agora mesmo”, respondeu a ponteira Jaqueline, referindo-se à derrota diante de São Bernardo na segunda rodada dos Jogos Abertos do Interior. “Qualquer equipe pode se tornar uma pedra no nosso sapato se não jogarmos bem, mas nós estamos evoluindo. O ano de 2012 foi muito especial para a gente, ganhamos tudo o que disputamos. E é nas vitórias que a gente cresce”, concluiu.

Derrotado na decisão da última Superliga, o Unilever pode acabar com o domínio do Sollys. É isso o que pensa Fabi, líbero do time carioca, que contratou a experiente levantadora Fofão e a ponteira norte-americana Logan Tom. “Nós chegamos fortes. É óbvio que a gente sabe da força delas, que foram campeãs de tudo neste ano. Os números já mostram isso. Mas nós queremos fazer com que elas deixem de ser tão soberanas assim”, declarou Fabi.
“O Sesi é muito forte e está se moldando. O Banana Boat/Praia Clube e o Vôlei Amil também estão com times muito fortes”, analisou Thaísa, central do Sollys/Nestlé. A levantadora Dani Lins, que defende o Sesi, também considera que são boas as chances de o campeonato ter pelo menos um finalista inédito após oito anos. “A Superliga está muito boa e bastante disputada. Acho que pode ter surpresa na decisão deste ano, sim”, comentou.
 Sesi e Praia Clube aparecem entre os times que podem surpreender por terem se reforçado em relação à última temporada. Já o Amil é estreante na Superliga. O time de Campinas tem como comandante José Roberto Guimarães , técnico da seleção feminina que ganhou o ouro nas Olimpíadas de Londres.Até pelo fato de a sua equipe ser novidade nesta Superliga, Zé Roberto traça como objetivo para o Amil tentar fazer frente a Sollys e Unilever, times que ele ainda considera os mais fortes do país.