Com 19º ouro, Michael Phelps passa a Argentina em toda a história olímpica e encosta no Brasil

Alexandre Botão /Correio Braziliense

Rio – Quem ficou no Estádio Olímpico de Esportes Aquáticos, no Rio, até o fim da noite de domingo (7/8), para assistir ao revezamento brasileiro no 4x100m livre conquistar um honroso 5º lugar, também viu um pouquinho de história sendo escrita. O norte-americano Michael Phelps, integrante do time dos Estados Unidos na mesma prova, foi determinante para a vitória da sua equipe e subiu ao pódio pela 23ª vez em uma Olimpíada.

A medalha de ouro no revezamento, a 19ª da carreira do nadador americano, faz ressurgir o clichê da brincadeira “se Phelps fosse um país”, que normalmente estabelece uma comparação injusta entre um fora de série de uma modalidade que normalmente dá muitas medalhas, a natação, contra nações que penam no desenvolvimento esportivo. Ainda assim, de forma lúdica apenas, se levássemos adiante a história de que Phelps pudesse ser um país, na noite de domingo, ele teria ultrapassado Argentina e Áustria na classificação histórica de medalhas em todos os tempos.phelps3

O atleta americano chegou a 19 ouros, duas pratas e dois bronzes, deixando as duas nações, com 18 ouros cada, para trás. Mais que isso, Phelps já estaria no encalço do Brasil. O país que sedia os Jogos do Rio ganhou, em todos os tempos, 23 medalhas de ouro. Como o nadador ainda disputa mais cinco provas, poderia chegar a 24 ouros – embora seja muito improvável – e ultrapassar todas as delegações brasileiras da história.

Hoje, o tal “país” Michael Phelps estaria na 40ª colocação do ranking geral de todas as edições olímpicas, o Brasil, ocupa a 37ª. O atleta dos EUA se encontra à frente de Áustria, Argentina, República Tcheca, México e Portugal.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *