Destaques, Érika e Adrianinha falam da felicidade de chegar à final

Grandes expoentes do time de basquete feminino do Sport durante a competição, a pivô Érika e a armadora Adrianinha esperam que vaga motive os mais jovens

Emocionada ao final da partida, a pivô Érika, que sofreu com cãibras durante o jogo e mesmo assim foi a cestinha da partida, falou da emoção de voltar à uma final no Brasil. “Esses dez anos fora do país foram importantes para eu crescer, pessoal, física mentalmente. Vim para ajudar e estou fazendo tudo que posso. Quero ver o caldeirão fervendo, quero agradecer torcida e a comissão técnica por terem me escolhido e quero essa taça para o Nordeste”, ressaltou.

Já Adrianinha falou que espera que a boa fase do basquete do Leão traga incentivo para as crianças voltarem a praticar o basquete. “Quero parabenizar a equipe e a torcida, e oferecer esta vitória para minha mãe, que me apóia tanto. Depois de tanto tempo, disputar uma final em meu país é gratificante. Espero que a meninada volte a praticar basquete e que invistam no esporte, pois ele tem muito brilho”, finalizou.

Jogo no Geraldão?

Questionado a respeito de onde seria a final da Liga de Basquete Feminino, o técnico do Sport, Roberto Dornellas, revelou que há um projeto para levar os jogos para o Centro de Convenções. “Infelizmente, o Geraldão está interditado. Mas há um projeto da Prefeitura, juntamente com nossos parceiros, para que o jogo aconteça no Centro de Convenções, para 3500 pessoas. Vamos tentar viabilizar isso. Se acontecer, será bom para o basquete, para Pernambuco e para o Recife, que irá sediar uma final de campeonato nacional em casa”, cravou.

Fonte: Maurício Penedo

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