Na chegada a Rosário, Atlético-MG ganha apoio de rivais do Newell's

A recepção do Atlético-MG no desembarque da equipe em Rosário foi morna. Não havia muitos torcedores, e apenas quatro eram atleticanos. Mas, pelo fato de ser Ronaldinho a pisar em solo rosarino, o clube mineiro recebeu logo o carisma local. Outro fator que pesou é por conta da rivalidade entre Newell’s Old Boys, rival mineiro na semifinal da Libertadores, e Rosário Central.

 Atualmente na Série B do Campeonato Argentino, o time aurinegro mostrou possuir um bom fanatismo de sua torcida. Até alguns funcionários da alfândega travavam um duelo de quem iria apoiar o “Galo” ou “Mineiro”.

 Um deles, torcedor do Central, provocou a colega da outra cabine, dizendo que seria 2 a 0 para o Atlético e que Scocco, craque do Newell’s, não iria jogar nada na quarta-feira.

Ao fim da inspenção, o funcionário ficou sabendo que o apelido do Atlético, chamado de Mineiro porque a palavra Atlético é uma espécie de “Esporte Clube” para eles, era Galo. Saiu gritando o nome para provocar novos colegas.

Rosário lembra um pouco Belo Horizonte, em relação aos dois times de grande rivalidade que centralizam a torcida local. Inclusive, se vê nas ruas pichações dos “Leprosos” provocando a queda dos “Canallas”. “Sigan eternamente na B”, dizia a fachada de um prédio no centro da cidade.

Terra.com

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