Léo Gamalho

Léo Gamalho faz dois e Santa Cruz vence na estreia de Oliveira Canindé

Autor: Thiago Wagner

Se o Santa Cruz não fez um bom jogo pelo menos contou com o seu artilheiro que, quando pode, resolve os problemas do time em campo. Os dois de Léo Gamalho na vitória por 3×0 sobre o Oeste-SP, nesta terça-feira, no Arruda, pela 25°rodada da Série B, quebrou o jejum de três jogos sem vitórias na competição e levou o Tricolor ao décimo lugar com 34 pontos.

Assim o time se afastou ainda mais do Z-4 e, ficou a 10 pontos dos quatro melhores. Keno foi o autor do terceiro gol coral. A partida marcou também a estreia do técnico Oliveira Canindé no comando da equipe. Participativo à beira do gramado, correndo e acompanhando os lances como um verdadeiro assistentes,

Oliveira começou bem no comando da equipe e pode ser a ‘motivação’ que o grupo estava precisando. Na próxima rodada o Tricolor encara o América-MG no Independência. Já o Oeste-SP, 15° com 27 pontos, terá a chance de se reabilitar diante do Bragantino no estádio dos Amaros.

O jogo

O Santa Cruz começou mostrando disposição em ir em busca do primeiron gol, teve mais posse mas demorou para transformá-la dem chances
reaios de gol. Ainda foi possível perceber uma equipe desorganizada em campo já que o técnico Oliveira Canindé não teve tempo para
arrumar o time, fez apenas dois treinos antes deste jogo.

O Santa buscou mais as laterais de campo mas Julinho e Tony não acertaram os cruzamentos. Quando tentaram arriscar foram mais perigosos. Tony tentou quatro vezes mas mandou todas para fora. Já Julinho, acertou uma bela batida que levou assustou o goleiro Anderson. A estratégia mudou um pouco e as jogadas começaram passar pelos pés de Wescley e, assim, Léo Gamalho começou a ser mais participativo.

Enquanto isso o Oeste sequer conseguia chegar ao gol de Tiago Cardoso, que foi um torcedor privilegiado dentro de campo. Quando o time errava e começava a tirar a paciência da torcida Léo Gamalho apareceu mais uma vez para resolver os problemas corais.

Aos 42 minutos ele recebeu um cruzamento rasteiro de Danilo Pires, dominou e girou bonito mandando a redonda no lado esquerdo do goleiro. Foi o gol do alívio de um time ansioso para abrir o placar e ficar mais sossegado em
campo.

Defesa volta a vacilar e Santa Cruz fica no empate com Icasa

Autor: Thiago Wagner

Fotos: Diego Nigro/JC Imagem

Se existe algo que o técnico Oliveira Canindé deve priorizar no Santa Cruz é o setor defensivo do time. Consertar a defesa será fundamental para o treinador conseguir fazer um bom trabalho no Tricolor. Os espaços dados para o Icasa no empate em 1×1, neste sábado, no Arruda pela Série B, não podem ser repetidos com o novo comandante, principalmente se ainda quiser sonhar com o acesso. Léo Gamalho abriu o placar para os corais, que cederam o empate logo em seguida com Lucas Gomes.

Com esse resultado, o Santa Cruz fica em 11º com 31 pontos. Já o Icasa permanece na zona de rebaixamento, é o 17º com 21. Na próxima rodada, recebe o Oeste, enquanto os cearenses enfrentam o Bragantino, outra vez fora de casa.

O JOGO – Mas a partida não trouxe apenas aspectos negativos. Durante boa parte dos 90 minutos, o ataque do Santa Cruz funcionou a contento no gramado. O Tricolor explorou principalmente os lados do campo para chegar ao gol adversário. Keno foi um dos mais acionados, na esquerda, e levou perigo por conta de velocidade. Poderia ter feito o dele ou deixado o companheiro na cara do gol se tivesse tido maior tranquilidade no campo. Como não teve, errou quase todos os lances. Por isso, foi bastante vaiado quando foi substituído.

Gamalho marcou o gol coral

Gamalho marcou o gol coral

Só que a calma não foi um fator ausente somente em Keno. Outros jogadores do poder ofensivo coral também demonstraram afobação na hora de finalizar. Vários foram os chutes precipitados ou errados em momentos importantes do confronto. O passar do tempo e a pressão da torcida também não ajudou. Ataques antes organizados foram se transformando em jogadas baseadas mais na transpiração do que na inspiração. Ficou difícil marcar assim.

Mesmo desse jeito, o Santa Cruz teve chances de sair vencedor no duelo. Isso porque saiu na frente com Léo Gamalho, aos dez minutos do primeiro tempo, depois de cobrança de pênalti. Mas aí vieram as falhas da defesa coral. Os espaços dados pelo sistema defensivo tricolor equilibraram o jogo por baixo. Pior para os donos da casa, que sofreram o empate com Lucas Gomes três minutos depois.

jogo-santa

As vaias no fim da partida foram apenas o reflexo do mau futebol apresentado pelos tricolores. O Santa Cruz falhou na defesa e teve um ataque confuso quando precisou transformar a posse de bola em gols. Canindé vai ter que trabalhar muito se quiser trazer alegria para o torcedor novamente.

FICHA DA PARTIDA – SANTA CRUZ 1X1 ICASA

Santa Cruz: Tiago Cardoso; Tony, Renan Fonseca, Everton Sena e Julinho (Renatinho); Sandro Manoel, Bileu, Danilo Pires (Cassiano) e Wescley; Keno (Pingo) e Léo Gamalho. Técnico: Adriano (interino).

Icasa: Busatto; Ivonaldo, Naylhor, Gilberto e Zeca (Bismarck); Albano, Rodrigo Vitor (Fernando Sobral), Dodó e Danilo (Eliomar); Eric e Lucas Gomes.Técnico: Vladimir de Jesus

Série B (24ª rodada). Local: Arruda, Recife (PE). Árbitro: Antonio Neuriclaudio R. Costa (Acre). Auxiliares: Rener Santos de Carvalho (AC) e Thyago Costa Leitao (PI). Gols: Léo Gamalho (SC) aos 10 e Lucas Gomes (I) aos 13 minutos do primeiro tempo; Amarelo: Rodrigo Vitor (I).

Léo Gamalho garante vitória do Santa Cruz sobre a Portuguesa

 Yuri de Lira /Diario de Pernambuco

O Santa Cruz tinha a obrigação de vencer. Venceu. Mas no sufoco. Quase que de repente. Nesta terça-feira, o Tricolor esbarrou em suas próprias limitações. Só fez o gol solitário da vitória sobre a vice-lanterna Portuguesa aos 42 minutos do segundo tempo, no Arruda. A torcida vaiou atuação do time desde a metade do segundo tempo. Só cessaram as críticas quando Léo Gamalho balançou as redes. Foi mais um sinal que ainda há muito a melhorar na equipe se o clube não quiser permanecer fadado à zona intermediária da tabela desta Série B. Os corais terão agora uma sequência duas partidas fora de casa no campeonato – contra Paraná e Luverdense.Léo Gamalho

De cores alvinegras, estreando o uniforme feito para o centenário do clube, o Santa iniciou a partida com uma postura preocupante. Diante de uma Lusa com pouca qualidade, praticamente não conseguiu finalizar durante primeiro tempo. As jogadas pela meia não saiam. Wescley acabou engolido pela marcação. Era desarmado com facilidade. Natan também não apareceu. Quando voltava para buscar jogo, Keno se sobrecarregava. Léo Gamalho era quem tinham lampejos de lucidez nas vezes que a bola chegava a ele. Pouco.

A retaguarda coral errava até na troca de passes curtos e teoricamente simples de se executar. Deixava ainda os paulistas chegarem à meta de Tiago Cardoso. Pecava em falhas antigas. Permitia cruzamentos pelas laterais e concedia espaço para os adversários subirem para cabecear, livres. Assim, a Portuguesa fez um gol. Por sorte, corretamente anulado devido a impedimento. A paciência da torcida se esgotava a cada erro. Na hora do intervalo, vaias em uníssono direcionadas aos atletas.

Segundo tempo
A equipe do técnico Sérgio Guedes seguiu de forma parecida no início da etapa inicial. De cara, aos quatro, permitiu uma investida da Portuguesa. Tiago Cardoso salvou um chute cruzado de Gabriel Xavier. Sete minutos depois, o goleiro tricolor evitou outro gol. O Santa Cruz não conseguia atacar. Chutou a primeira vez só aos 22 minutos. Silas fechou a Lusa. Complicou ainda mais as ações dos mandantes. Mas mesmo sem demonstrar um bom futebol e sem se encontrarm campo, chegaram à vitória quase que fortuitamente, no fim do jogo. Pingo cruzou para Léo Gamalho, que fez o gol. Alívio no Arruda.

Santa Cruz
Tiago Cardoso; Tony, Marllon, Renan Fonseca e Renatinho (Julinho); Sandro Manoel, Everton (Bileu), Wescley e Natan (Pingo); Keno e Léo Gamalho. Técnico: Sérgio Guedes.

Portuguesa
Rafael Santos; Régis, Brinner, Luciano Castán e Jean Mota; Bruno Piñatares, Jocinei, Allan Dias e Gabriel Xavier (Mateus); Júnior Alves e Alemão (Caio Mancha). Técnico: Silas.

Estádio: Arruda (Recife-PE). Árbitro: Antônio Denival de Morais-PR. Assistentes: Diego Grubba Schitkovski e Diogo Morais, ambos do Paraná. Gols: Léo Gamalho (42′ do 2T, Santa Cruz). Cartões amarelos: Luciano Castán (Portuguesa) e Renan Fonseca (Santa Cruz).

Com gol de Léo Gamalho, Santa Cruz bateu o América-RN na Arena das Dunas, em Natal

Léo Gamalho comemora gol do Santa Cruz após bons passes de Carlos Alberto e Tony –  Marcel Tito /Diario de Pernambuco

A defesa não foi impecável. Falhou em alguns momentos, mas conseguiu o objetivo de não sofrer gols. E, assim, o Santa Cruz conseguiu a sua primeira vitória na Série B depois da Copa do Mundo. O placar magro, 1 a 0, sobre o América-RN é suficiente para afastar a crise do Arruda, pelo menos até a próxima rodada, quando o Tricolor disputará o Clássico das Emoções. O triunfo deste sábado foi assegurado com um gol de Léo Gamalho, aos 33 minutos do primeiro tempo, após uma bela jogada.

A postura mais defensiva do Santa Cruz, no início da partida, é justificada. Era preciso ver o impacto das mudanças no time. Em especial, o comportamento do zagueiro Marllon e do volante Everton, as novidades do time – que estavam há algum tempo sem atuar. Some-se a isso a obrigação do América-RN de tomar a iniciativa do jogo, por estar em casa.

O maior volume ofensivo potiguar, nos primeiros 10 minutos, não teve uma grande chance de gol, porém. Ela só apareceu aos 18 minutos, quando o Santa Cruz já se soltava mais em campo. Surgiu numa falha de Marllon, um efeito incontestável da falta de ritmo de jogo. Ele protegeu a bola com o corpo de Rodrigo Pimpão, que se aproximava em velocidade. Fez certo. Na hora de afastar, no entanto, furou. O atacante do América-RN ficou com a bola e chutou. Tiago Cardoso defendeu.

O lance deixou os tricolores em alerta. Nitidamente, a primeira preocupação do time era defensiva. Não raramente, o time ficou completamente recuado em campo, com nove atletas de linha atrás da própria intermediária – apenas Léo Gamalho ficava um pouco à frente da linha de meio-campo. As investidas ao ataque estavam centralizadas em Carlos Alberto. A bola tinha que passar por ele.

Como aconteceu aos 33 minutos, numa saída de contra-ataque tricolor. O meia foi preciso no tempo e no espaço ao lançar o lateral direito Tony. Em velocidade, em condição legal, o ala avançou livre, deixando a marcação para trás. Acompanhando pelo meio, Léo Gamalho. Tony percebeu, olhou e cruzou. Sozinho, o atacante coral deslocou o goleiro Fernando Henrique: Santa Cruz 1 a 0.Na comemoração, ele fez um gesto mandando a torcida ficar em silêncio. Recebeu cartão amarelo.

O gol deu mais confiança e tranquilidade para o Santa Cruz. Deixou o América-RN afobado, mais aberto. E quem chegou perto de marcar foi o Santa. Perto dos 45, num lançamento longo para Carlos Alberto. O meia se atrapalhou na hora de dominar a bola.

Segundo tempo
O América-RN começou o segundo tempo mais inflamado do que o primeiro, querendo pressionar o Santa Cruz, que não se encolheu. E, após um período de muitas faltas de ambos os lados, o time pernambucano chegou com perigo ao ataque. Na verdade, com uma ajuda adversária. Aos 10 minutos, após uma cobrança de falta de Carlos Alberto, Fabinho desviou de cabeça e quase fez contra. No lance seguinte, Carlos Alberto – ele de novo! – recebeu na direita e percebeu a aproximação de Sandro Manoel, na entrada da área. Rolou a bola, mas o volante errou o chute, perdendo uma excelente chance.

Quem também furou, aos 27 minutos, foi o atacante Léo Gamalho. Outra chance perdida do Santa Cruz, que começava a ver o América-RN crescer no jogo. Ele, então, mexeu no time, colocando Wescley e Natan para dar mais fôlego ao meio-campo. Com a defesa bem postada, o time conseguiu segurar o resultado.

 Léo Gamalho

América-RN
Fernando Henrique; Wálber, Cléber, Roberto Dias e Wanderson; Márcio Passos, Fabinho, Val (Paulinho) e Jefferson (Andrezinho); Isac (Daniel Costa) e Rodrigo Pimpão. Técnico: Oliveira Canindé.

Santa Cruz
Tiago Cardoso; Tony, Everton Sena, Marllon, e Renatinho; Sandro Manoel, Everton (Memo), Danilo Pires e Carlos Alberto (Wescley); Pingo (Natan) e Léo Gamalho. Técnico: Sérgio Guedes.

Estádio: Arena das Dunas (Natal-RN). Árbitro: Paulo Henrique Godoy (SC). Assistentes: Hélton Nunes (SC) e Ivaney Alves de Lima (SE). Gol: Léo Gamalho (33 do 1ºT). Cartões amarelos: Isac e Rodrigo Pimpão (A); Danilo Pires, Léo Gamalho, Tony e Sandro Manoel (SC). Público: 8.967.

Gamalho acaba com jejum de gols e garante classificação do Santa Cruz

Foto: Alexandre Gondim/JC Imagem – Autor: Marina Padilha

Não foi só a torcida que levou falta na noite desta quarta-feira, no Arruda. Faltou empolgação também em campo na partida entre Santa Cruz x Botafogo/PB, válida pelo 2º turno da Copa do Brasil. Ainda assim, com o baixo desempenho do adversário, o Santa Cruz garantiu a vitória por 2×1. Os dois gols foram marcados por Léo Gamalho, que pôs fim a um jejum de dois meses sem balançar as redes.

Com o resultado de 1×1 no primeiro jogo, realizado no dia 14 de maio, o Santa Cruz se classificou para a próxima fase. Nesta quarta, os portões do estádio estavam fechados, em cumprimento à punição estabelecida pelo STJD sobre o caso do torcedor que foi morto ao ser atingido por uma privada.

JOGO – O Tricolor teve domínio durante a maior parte dos 90 minutos. Começou a partida com mais ofensividade, aproveitando ainda a dificuldade da saída de bola do adversário. Mas o primeiro lance de perigo só veio aos 14 minutos com Tony, que se adiantou e chutou de fora da área. O chute explodiu na trave de Genivaldo e foi pra fora. Este foi o jogo de estreia do lateral-direito como titular na equipe Coral, assumindo o lugar de Nininho.

Seis minutos depois veio o gol. Léo Gamalho recebeu de Tony e abriu o placar. Este foi o seu segundo gol na Copa do Brasil. O primeiro foi no dia 7 de maio contra o Lagarto/SE. Naquele jogo o Santa venceu por 3×1 e garantiu a classificação.

Mesmo depois de levar o primeiro gol, o Botafogo não reagiu. Tinha dificuldades para pegar a bola e nas poucas vezes em que conseguia, pecava nos passes. Com o silêncio nas arquibancadas, a todo instante era possível ouvir os gritos do técnico Marcelo Vilar, insistindo que seus jogadores acertassem as jogadas.

Quem chegava com perigo pelo time paraibano era o atacante Pio. Talvez por isso a defesa tricolor – já tão contestada – tenha dado bobeira no fim do primeiro tempo. Aos 44 minutos, Lenílson recebeu o cruzamento e, de cara para o gol, mandou de cabeça para deixar tudo igual.

Para a segunda etapa voltaram os mesmos jogadores, mas o Botafogo mostrava um pouco mais de imposição em campo. Pio e Lenilson continuavam sendo os nomes no ataque, apostando nas jogadas aéreas que continuavam sendo perigosas à zaga Coral. Ainda assim, poucas vezes os dois times levaram perigo aos goleiros.

A primeira alteração veio aos 21 minutos com a entrada de Natan no lugar de Pingo. O meia retornou aos gramados depois de quatro meses se recuperando de uma contusão na coxa. Depois, o técnico Marcelo Vilar fez a troca de atacantes no time paraibano – Soares substituiu Aidar.

E se antes as críticas eram à defesa, outro setor falhou no Santa Cruz durante o segundo tempo. No ataque, foram quatro chances claras de gol desperdiçadas. Com Pingo, Carlos Alberto e Danilo Pires faltou tranquilidade e mira para garantir a vitória. Mas Léo Gamalho estava mesmo inspirado nas finalizações e, aos 34, aproveitou a saída do goleiro após receber o passe de Renatinho e fez o segundo.

Aos 43, o Santa desperdiçou mais uma chance clara de gol. Depois de bate-rebate na grande área, Carlos Alberto não conseguiu aproveitar a saída do goleiro Genivaldo e mandou para fora. Com isso, o placar ficou no 2×1 e o Santa com a classificação.

Santa Cruz estreia novo técnico pensando na reabilitação

Leo Gamalho é a maior esperança de gols do Santa Cruz diante da Portuguesa. Foto: Clemilson Campos / JC Imagem

Depois de um início de trabalho tenso, com direito a invasão de vestiário por um grupo de torcedores, o Santa Cruz vai para seu segundo compromisso na Série B estreando o técnico Sérgio Guedes, neste sábado (26), diante da Portuguesa, no Canindé, em São Paulo, a partir das 16h20. O time tenta amenizar a crise, instalada após a eliminação nas semifinais do Campeonato Pernambucano e ampliada pela perda do terceiro lugar para o Salgueiro.

Na Segundona, os corais estrearam com um insosso empate por 1×1 frente ao ABC, que provocou o pedido de demissão do técnico Vica. Para dar uma nova vida, o novo comandante promoveu uma pequena mudança tática. O segundo atacante, que já foi Flávio Caça Rato e depois Betinho, foi sumprimido para entrada de mais um meia. O escolhido foi Renatinho, que formará um trio criativo com Raul e Carlos Alberto, este de volta após pedir para não jogar contra o ABC e também ficar de fora diante do Carcará. Na frente, apenas o artilheiro Leo Gamalho. De Tiago Cardoso até a dupla de volantes, a formação é a mesma do Pernambucano.

Mais do que uma nova organização de jogo, Guedes quer uma atitude diferente de seus novos comandados. O trabalho para levantar a cabeça dos jogadores foi maior do que o trabalho de campo. “Temos que mudar o perfil. Jogar no Santa Cruz já serve como motivação. É preciso oferecer o melhor e tem que começar a partir do jogo com a Portuguesa”, disse. Em relação às opções que fez para a equipe, o técnico tem certeza de que todos que estão em campo entenderam o que foi passado. Ele quer um time impondo seu jogo, apesar de atuar nos domínios do adversário. “Quero agressivvidade. Quero um time se preocupando em dominar o jogo, se impondo e não se expondo para ofercer o contra-atque ao adversário”, explicou.

Já o atacante Leo Gamalho acredita que o grupo tem condições de dar a volta por cima, mesmo depois de toda pressão que o episódio com a torcida impôs aos atletas. “Tenho certeza de que iremos reagir. Não foi fácil assimilar tudo que ocorreu nas outras competições. Mas temos um grupo bom, forte e que pode dar a volta por cima”, explicou. Ele também desejou boa sorte ao técnico, com quem trabalhou no Ceará. “Sérgio é um excelente profissional. Tenho certeza de que poderemos fazer um bom jogo contra a Portuguesa.”

Sobre sua conquista pessoal, a de artilheiro do Pernambucano 2014, Gamalho reconheceu a satisfação pelo que fez, mas trocaria a conquista pelo tetracampeonato. “Pessoalmente foi muito bom para mim. No entanto, o título seria muito mais importante. A minha função não é apenas marcar gols. É também ajudar os companheiros da melhor forma possível. Entro em campo para vencer com os meus companheiros e não pensando individualmente”, pontuou.

Ficha do jogo:

Portuguesa: Gledson; Régis, Gustavo, Djair e Eduardo; Diego Silva, Coutinho, Gabriel Xavier e Felipe Nunes; Vander e Romão. Técnico: Argel Fucks.

Santa Cruz: Tiago Cardoso; Oziel, Everton Sena, Renan Fonseca e Zeca; Sandro Manoel, Luciano Sorriso, Raul, Carlos Alberto e Renatinho; Leo Gamalho. Técnico: Sérgio Guedes.

Local: Estádio Canindé, em São Paulo. Horário: 16h20. Árbitro: Rodrigo Batista Raposo (DF). Assistentes: Wendel Gouveira e Lilian Fernandes (RJ).

Santa Cruz vence Sport por 3 a 0 e joga por um empate para chegar à final do PE

Alexandre Barbosa – Diario de Pernambuco

A vantagem na semifinal do Campeonato Pernambucano é do Santa Cruz. O Tricolor se valeu do mando de campo e fez sua parte na primeira partida, neste domingo, no Arruda. Venceu o Sport por 3 a 0, com amplo domínio no segundo tempo, após uma etapa inicial equilibrada. Agora, a equipe coral joga por um empate no segundo jogo para ir à final do Estadual. O Leão precisa de uma vitória na Ilha do Retiro para levar a decisão para os pênaltis.

O técnico Eduardo Baptista não poupou todo o time titular do Sport. As novidades para a partida foram a entrada de Rithely no lugar de Ailton e o retorno de Felipe Azevedo, na vaga que foi de Érico Júnior na final da Copa do Nordeste, contra o Ceará. Com mais um volante na equipe, o Leão iniciou o jogo mais cuidadoso. Já o Santa Cruz, atuando em casa, tomou a iniciativa e foi para cima.

O Tricolor teve maior presença no campo ofensivo no primeiro tempo, embora tenham surgido oportunidades para os dois lados. Cada equipe teve uma grande chance de abrir o placar, as duas de bola parada. O Santa Cruz com Raul, cobrando falta, que o goleiro Magrão foi buscar no canto. O Sport com Neto Baiano, que bateu falta de longe, mas com muita força. A bola foi na trave esquerda de Tiago Cardoso.

O Santa Cruz voltou para o segundo tempo com Carlos Alberto na vaga de Luciano Sorriso. Uma substituição para colocar o Tricolor ainda mais no ataque. Assim como na primeira etapa, o Tricolor continuava com boa presença ofensiva. Já o Sport iniciou um pouco mais cuidadoso, esperando no seu campo de defesa.

Outra mudança no Santa Cruz com a entrada de Carlos Alberto foi a velocidade do time, que aumentou. Caça-Rato passou a ser mais acionado pelo lado esquerdo. E foi assim que, aos 11 minutos, o atacante se envolveu num lance com Durval, dentro da área. O juiz Gilberto Castro Júnior marcou pênalti. Aos 12, Léo Gamalho cobrou muito bem, sem chance para Magrão, abrindo o placar.

O gol empolgou o Santa Cruz. Na base da velocidade, o Tricolor tomou as ações do jogo. O Sport não conseguia se reordenar para, pelo menos, contra-atacar. Mais uma vez, o principal problema rubro-negro era a criação das jogadas. As entradas de Ailton e Renan Oliveira não surtiram efeito e a inércia permanecia. Sem receber a bola, Neto Baiano, perigoso em lances do primeiro tempo, não teve chances.

O Santa Cruz sempre esteve mais perto do segundo gol do que o Sport do empate. O Leão não conseguia manter a posse de bola. Bem diferente do Tricolor, que tocava bem e chegava com facilidade ao ataque. Aos 32, o inevitável. Após cruzamento de Oziel, Renatinho ganhou de cabeça em disputa com Patric, Léo Gamalho tentou finalizar, mas a zaga rebateu. Voltou nos pés de Renatinho, que fuzilou para o gol.

No final do jogo, o Santa Cruz ampliou o placar. Léo Gamalho recebeu na entrada da área, dominou e mandou um belo chute, no ângulo, sem defesa para Magrão, matando de vez a partida em 3 a 0.

Santa Cruz se recupera de eliminação e vence o Náutico por 5 a 3 pelo Estadual

Yuri de Lira – Diario de Pernambuco

O jogo valia a primeira posição do estadual ao Náutico. A classificação. Ao Santa Cruz, antes de tudo, a estabilidade após a eliminação na Copa do Nordeste e um ponto final no retrospecto sem vitórias contra os os seus rivais nesta temporada. Fim do jejum. O primeiro Clássico das Emoções na Arena Pernambuco foi marcado por muitos gols. Em jogo recheado de falhas defensivas do Timbu (até bisonhas, ressalte-se), deu um placar de 5 a 3 para o Tricolor na tarde deste domingo. Resultado que salva o cargo do técnico Vica. Líder no começo da rodada, Lisca agora é quem está pressionado. A goleada pesou. A torcida alvirrubra chegou a pedir veementemente a saída do comandante quando soou o apito para o intervalo. A pressão trocou de lado.
Leo Gamalho

Tudo o que o Santa menos precisava era começar perdendo no início. Poderia desestabilizar ainda mais uma equipe já moralmente abatida. O pesadelo veio. O gol de honra do Timbu ficou na conta de Oziel. O lateral falhou duas vezes e  Hugo abriu o marcador. A partida, no entanto, manteve-se equilibrada. Mas o time de Lisca era muito mais permissivo. Dava espaços na intermediária a todo instante. Renan Fonseca aproveitou-se. Acertou um chute que ainda desviou no zagueiro Flávio antes de entrar: 1 a 1. Gol que reanimou o Santa Cruz.

A virada coral não tardou. Veio em exatos 11 minutos. E aconteceu de forma bizarra. William Alves perdeu uma bola fácil para Léo Gamalho. Depois de cruzamento, Izaldo acertou a sua própria trave. Na sequência, jogou contra o próprio patrimônio. Gol contra: 2 a 1. Pareceu lance de atletas amadores. O Santa cresceu a partir daí. Ampliou a vantagem aos 42. O volante Dê, sem necessidade, subiu para atacar. Acabou dando espaço para um contra-golpe mortal. Com assistência de Caça-Rato, Léo Gamalho marcou o terceiro.

Renam Fonseca
Segundo tempo
O Náutico já voltou dos vestiários sendo vaiado pela própria torcida devido ao mau futebol apresentado na etapa inicial. Lisca, xingado. O zagueiro William Alves e o técnico viraram alvos principais dos torcedores. Izaldo foi poupado no intervalo pelo treinador e também se poupou das críticas dos torcedores. Poderia ter ouvido mais se tivesse permanecido em campo.

Isso porque, apenas aos seis minutos, Léo Gamalho fez seu segundo no jogo e o quarto do Santa Cruz. De cobertura. Goleada. O Náutico estava desnorteado. “Mais um”, começou a gritar a torcida coral. Pedido atendido. Aos 23, Carlos Alberto fez o que quis na grande área dos mandantes e mandou no canto direito de Alessandro: 5 a 1. Elicarlos e William Alves ainda diminuiuram. Injusto. Havia espaço para mais gols do lado Triciolor.

Náutico
Alessandro; Jackson, Flávio, William Alves e Izado (Zé Mario); Dê, Elicarlos, Yuri, Marcos Vinícius (João Ananias) e Pedro Carmona (Geovane); Hugo. Técnico: Lisca.

Santa Cruz
Tiago Cardoso; Oziel, Renan Fonseca, Everton Sena e Zeca; Sandro Manoel, Luciano Sorriso, Carlos Alberto e Raul (Natan); Flávio Caça-Rato e Léo Gamalho. Técnico: Vica.

Estádio: Arena Pernambuco (São Lourenço da Mata-PE). Árbitro: Gilberto Castro Júnior-PE.Assistentes: Charles Rosa e Bruno Vieira, ambos de PE. Gols: Hugo (3’ do 1T, Náutico); Renan Fonseca (23’ do 1T, Santa Cruz), Izaldo (34’ do 1T, Náutico – contra) e Léo Gamalho (42’ do 1T e 6’ do 2T, Santa Cruz) e Carlos Alberto (23’ do 2T, Santa Cruz) e Elicarlos (41’ do 2T, Náutico) e William Alves (42’ do 2T, Náutico). Cartões amarelos: Pedro Carmona (Náutico);  Raul e Carlos Alberto(Santa Cruz). Público:15.683. Renda: R$ 371.895.

Renan Fonseca chuta para empatar clássico na Arena Pernambu

Santa Cruz goleia na estreia na Arena Pernambuco e agora pensa no clássico

Yuri de Lira – Diario de Pernambuco

Era necessário dar uma resposta. Dar um sinal de vida para a torcida em meio ao princípio de crise que se assolou no Arruda após o Santa Cruz perder dois clássicos para o Sport nas duas últimas semanas. Neste sábado, os corais venceram o Porto. Goleada por  4 a 0. No primeiro jogo realizado pelo clube na Arena Pernambuco,  um resultado que garantiu os corais no G4 até o fim da rodadal. Na próxima quarta-feira, o duelo será novamente contra o Leão. O triunfo diante dos caruaruenses não eleva, necessariamente, o moral para o clássico do Nordestão. Mas, pelo menos, soa como alívio para que os maus tempos não se alastrassem no Arruda.

O público na Arena Pernambuco contrariou as expectativas nesta noite. A torcida compareceu. É fato que o programa do governo Todos com a Nota ajudou bastante. Porém, a desconfiança em relação ao time, o lanterna do Pernambucano como adversário e a distância do estádio tenderiam a afastar os torcedores corais da partida.

Embora empolgados com a primeira experiência na Arena, denotada por inúmeros flashes de câmeras fotográficas, os tricolores que foram assistir ao jogo de pronto se manifestaram contra a equipe. Antes mesmo do apito inicial. Assim que o telão anunciou a escalação, ecoaram vaias quando foram citados os nomes do técnico Vica, do volante Luciano Sorriso Sorriso, além dos meias Carlos Alberto e Raul. Um primeiro sinal de que, definitivamente, não havia espaço para tropeço.
Léo Gamalho Santa Cruz x Porto (Foto: Aldo Carneiro / Pernambuco Press)
O jogo

O Santa conseguiu envolver o Porto no primeiro tempo. Criou chances de abrir a contagem. Duas delas com Raul, que a cada gol perdido e a cada jogada errada se tornava o alvo principal dos xingamentos. A pressão sobre o meia e também sobre parte dos atletas só cessou aos 37, quando Léo Gamalho converteu um pênalti sofrido por ele próprio.

Cinco minutos depois, Sorriso ampliou. A vitória sobre o limitado Porto estava encaminhada. Durante a segunda etapa, portanto, os comandados de Vica esfriaram. Ainda assim, Jefferson Maranhão conseguiu fazer o terceiro e o quarto, em sequência. O adversário, por sua vez, não apresentou o mínimo de qualidade para esboçar sequer uma reação.

Estádio: Arena Pernambuco (São Lourenço da Mata-PE)
Árbitro: Gilberto Freire de Farias/PE
Assistentes: Marcelino Castro Nazaré e Bruno César Chaves Vieira, ambos de PE
Gols: Léo Gamalho (Santa, 37’ do 1T), Luciano Sorriso (Santa, 42’ do 1T) e Jefferson Maranhão (39’ e 42’ do 2T)
Cartões amarelos: Thaciano e Cosme (Porto); Luciano Sorriso (Santa Cruz)
Público:16.666 –  Renda: R$325.030,00

Santa Cruz
Tiago Cardoso; Oziel, Renan Fonseca, Everton Sena e Nininho; Sandro Manoel, Luciano Sorriso (Memo), Carlos Alberto (Jefferson Maranhão) e Raul; Flávio Caça-Rato (Pingo) e Léo Gamalho. Técnico: Vica.

Porto
Tiago; Felipe Almeida, Wallace, Geninho e Weverton; Cosme, Evandro, Renan (Guego), Jeffinho (Matheus Araripina) e Thaciano; Kiros. Técnico: Elenílson Santos.

Santa Cruz encerra jejum com goleada histórica sobre o Salgueiro

Autor: Matheus Albino

Corais não perdoaram o Caracará no Arruda. Foto: Guga Matos/JC Imagem

Foi uma vitória bastante tranquila para o Santa Cruz diante do Salgueiro no Arruda.O esperado era um jogo difícil devido ao bom time do Carcará, que já havia surpreendido o Náutico na Arena Pernambuco, e pelo fato do Santa vir de uma derrota para o rival Sport por 3×0.

Nada disso influenciou no jogo deste domingo e o Santa Cruz aplicou uma sonora goleada por 7×0 em cima do Salgueiro pela sexta rodada do hexagonal do título do Campeonato Pernambucano. Léo Gamalho três vezes (12 min e 16 min e 33 do 2°t), Caça-Rato também duas vezes (10 min e 33 min do 1°t), Everton Sena (41 min do 1°t) e Carlos Alberto (7 min do 1°t).

Agora o Santa ocupa a terceira colocação na tabela com oito pontos. O próximo compromisso será contra o Sport na próxima quarta-feira na Ilha do Retiro pela Copa do Nordeste. Já o Salgueiro, ocupa a quarta posição também com oito pontos mas perde no saldo de gols. O time volta a jogar no próximo domingo contra o Sport pelo Pernambucano.

Léo Gamalho marcou três e fez a festa da torcida

Léo Gamalho marcou três e fez a festa da torcida. Foto: Guga Matos/JC Imagem

O jogo

Parecia um treino de luxo para o Santa Cruz. Nem o torcedor mais otimista acreditava que o time pudesse aplicar uma goleada de seis gols sobre o Salgueiro.

A mudança de postura em relação a derrota sofrida para o Sport na última rodada foi nítida. Dentro de campo um Santa mais organizado e buscando as jogadas ofensivas desde os primeiros minutos.

Logo com um minuto de jogo o Tricolor já estava assustando. Oziel levou foi à linha de fundo e cruzou para Léo Gamalho que por pouco não cabeceou a bola. No minuto seguinte foi a vez de Luciano Sorriso levantar na área e mais uma vez ninguém  apareceu para desviar pro gol.

Com total domínio do jogo o Santa seguiu em busca do gol, aos 5, Renatinho soltou a bomba pra boa defesa de Luciano. De tanto insistir o gol finalmente saiu, aos 7 minutos com o meia Carlos Alberto após belo passe de Renatinho.

O gol não fez com que o Santa recuasse, tanto que o segundo gol saiu três minutos depois, com o talismã Caça-Rato, após o rebote de Luciano e a falha do zagueiro Ricardo Braz.

Caça-Rato marcou duas vezes. Foto: Guga Matos/JC Imagem

Caça-Rato marcou duas vezes. Foto: Guga Matos/JC Imagem

Com 2×0 no placar o jogo esfriou bastante e os donos da casa passaram a administrar o resultado. Coube ao Salgueiro tentar esquentar o jogo novamente, mas o Carcará estava sem inspiração e errou bastante nos passes e na marcação.

Pra não dizer que o Salgueiro não chutou ao gol, isso aconteceu com 25 minutos de jogo, com Fabrício Ceará. Sem muitas emoções no jogo o Santa conseguiu chegar ao terceiro gol, mais uma vez com Caça-Rato, agora de cabeça.

Os minutos finais foram marcados por faltas duras e cartões amarelos. Dos 31 em diante foram três amarelos, sendo dois para o Salgueiro (Rodolfo Potiguar e Moreilândia) e um para o Santa (Patrick).

Antes do apito final o Tricolor ainda deu mais uma alegria aos torcedores marcando o quarto gol. Everton Sena subiu mais alto que todo mundo e tocor para as redes aos 41 minutos.

No segundo tempo o esperado era que o time do técnico Vica tocasse mais a bola e contasse os minutos para o final do jogo. Mas não foi bem assim, o Santa continuou no ataque e foi em busca de aumentar o seu saldo de gols.

Aos 11 minutos Léo Gamalho teve a chance de desencantar no jogo após ser derrubado na área. O árbtiro marcou a penalidade e Gamalho mandou pro fundo das redes.

Tricolores pensam no Sport agora. Foto: Guga Matos/JC Imagem

Tricolores pensam no Sport agora. Foto: Guga Matos/JC Imagem

Agora com 5×0 estava na hora de segurar um pouco mais e respirar em campo. Nada disso, a torcida pediu e os jogadores atenderam marcando mais um dígito no placar do jogo.

Outra vez Léo Gamalho, aos 16 minutos, após boa jogada de Oziel. Com o resultado elástico Vica resolveu fazer experiências na equipe – entraram Pingo e Raniel nos lugares de Caça -Rato e Carlos Alberto, que sairam de campo bastante aplaudidos.

O Salgueiro estava morto na partida e não fazia nada a não ser tentar parar o ataque arrasador do time coral. Mas a noite era mesmo de goleada e de Léo Gamalho, aos 33 minutos ele marcou um golaço chutando forte da grande área, a bola ainda pegou na travessão, tudo isso após uma boa jogada do garoto Raniel.

Ficha de jogo

Campeonato Pernambucano (6°rodada)

Local: Estádio do Arruda

Santa Cruz: Tiago Cardoso, Oziel, Renan Fonseca, Everton Sena e Patrick (Nininho); Sandro Manoel, Luciano Sorriso, Carlos Alberto (Raniel), Renatinho; Caça-Rato (Pingo) e Léo Gamalho. Técnico Vica

Salgueiro: Luciano, Marcos T, Ranieri, Ricardo Braz (Aílton Alemão) e Daniel, Rodolfo Potiguar (França), Moreilândia, Victor Caicó e Anderson Paraíba, Fabrício Ceará e Kanu.

Gols: Carlos Alberto (7 min), Caça-Rato (10 min e 33 min), Everton Sena (41 min) do 1°t; Léo Gamalho (12 min, 16 min e 33 min do 2°t)

Cartões amarelos: Salgueiro – Marcos Tamandaré, Rodolfo Potiguar, Moreilândia, Ricardo Braz ; Santa Cruz – Raniel, Luciano Sorriso e Patrick

Árbitro:Wlademir de Souza Lins.

Assistentes: Marlon Rafael Gomes / Giorgio Macêdo.

Público: 11.921.